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segunda-feira, 2 de março de 2020

Marinas e o Turismo.

Marinas e o Turismo

Álvaro Ornelas*


A consciência da importância crescente do mar e das dinâmicas econômicas associadas, com ênfase no potencial e oportunidades que a Economia do Mar pode acrescentar ao turismo náutico, turismo esportivo, eventos sociais, eventos corporativos, comércio de equipamentos de pesca e atividades de outdoors.


Um bom projeto de marina ainda pode contribuir para aumento o fluxo turístico e do "ticket médio" de gastos por turista porque mantém o ano todos serviços relacionados à náutica. Ou ainda ao transporte aquaviário regional e ponto de apoio a tenders dos cruzeiros.

E com base ainda em cada "tipo de embarcação" há demandas exclusivas na promoção e nas entregas estruturadas para atender o novo fluxo turístico promovendo a implantação de uma diversificado  ecossistema de negócios que uma marina por agregar, além de serviços como empresas de bem estar, hospedagem e alimentação fora do lar, além de incentivo ao comércio tradicional e específico para a náutica e atividade ao lar livre. Uma infinidade de oportunidades de negócios possíveis se houve um projeto baseado em um bom plano de negócios e, principalmente, o foco no mercado que se exige de tal estrutura de apoio náutico.

Há demanda para uma pesquisa quantitativa inicial para saber a quantidade possível de recepcionar embarcações como primeiro passo. Um censo náutico para o sul do Brasil é uma demanda para acelerar o planejamento geral. Entender o perfil náutico existente e a oferta existe no sul do Brasil. A ANCORA DA ECONOMIA DO MAR, em parceria com a França e Espanha está organizando para 2020 um grande senso para que o pais consiga visualizar as oportunidades da mesma forma que a entidade enxerga e trabalha para acelerar as variáveis e dimensões da Economia do Mar no Brasil.

A última pesquisa do Centro Internacional de Investigação em Território e Turismo (CIITT) da Universidade do Algarve forneceu dados e informações para ampliar o real entendimento sobre a  rede de cooperação necessária para "acelerar e realizar" o potencial econômico-social do turismo náutico, no caso, na região sul de Portugal, o Algarve.

O estudo centraliza as vantagens do iatismo (vela e motor) e perfil dos respectivos navegadores que recorrem a equipamentos de acolhimento na região (particularmente Marinas e Portos de Recreio), através dos quais são introduzidos na economia um conjunto de impactos econômicos e retida uma determinada imagem do destino, cujo conhecimento e gestão conjunta é decisivo para a criação, incorporação e percepção de valor no produto em estudo. 

Seja a presença do nauta motivada por atividades desportivas (náutica desportiva), seja por atividades de recreio (náutica de recreio), o iatismo incorporado em ambos tem hoje uma presença inequívoca na região, acompanhado de forma crescente pelo segmento específico de cruzeiros, com o qual forma o todo identificado por turismo náutico.

O Conceito SMART SEA, se trabalha de forma coerente com o mercado pode acelerar o potencial econômico existente na "Essência Náutica" do Brasil (mar, rio e lagos), há muito a crescer. 


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 


Ornelas*


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  


FONTE
Universidade do Algarve, Portugal (2012)
Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  


Foto/Imagem:  Marina Varazze, empresa do Grupo Azimut-Benetti, 2014. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Arquitetura do mar - Solitude Resort,


HOTEL FLUTUANTE

O projeto é reflexo do amplo entendimento global sobre o conceito SMART SEA que se consolida como base na ampliação dos usos do mar para a sociedade sustentável do presente e do futuro.


Um grande desafio para a arquitetura do mar,  pensar e projetar um resort sustentável no lago de Mulshi, na região de Pune na Índia (além de um como um projeto de design de tese).

Conceito e Design:
O objetivo deste resort é permitir que os visitantes se afastem do estilo de vida movimentado, agitado e frustrante da cidade e estejam em paz em torno do elemento natural mais sereno – a água, ou seja a busca pela essência náutica.

A forma da estrutura flutuante central é inspirada em uma "concha de tartaruga", que protege a vida dentro de si. Essa estrutura principal em particular mantém os serviços necessários e cuida das casas flutuantes destacáveis ​​ao redor.

A estrutura também abriga "cabanas flutuantes e restaurantes subaquáticos", além de poucos quartos, academia e um templo de água, um espaço calmo e sereno localizado no coração da estrutura para experimentar o som da água e o efeito da luz e das sombras. O fornecimento de paisagem flutuante em torno da estrutura incentiva a interação com a água do lago. Os chalés flutuantes podem se destacar usando um pequeno motor digitalmente controlado na parte de trás e podem ser levados ao redor do lago ou podem ser anexados aos decks flutuantes ancorados no chão.


Ainda está projetada uma área comercial que foi “inspirada” na cidade de Veneza, onde é possível pegar um barco tradicional e entrar em pequenos canais de água acolhedores.

Painéis solares foram fornecidos a todas as unidades e à estrutura principal, que atende às necessidades de energia. Junto com essa energia extra, é produzido separadamente no site, com as fazendas solares da tata. O esgoto é tratado em terra com método sustentável de estação de tratamento de raiz e os resíduos são usados ​​para compostagem que se torna útil para a agricultura como fertilizante.

O criador deste projeto é meu amigo e parceiro sobre a Economia do Mar e do conceito SMART SEA, o arquiteto SHekhar Shinde, um eterno aprendiz que logo terá projetos no Brasil.

Para quem tiver interesse abaixo os contatos dele:
Pune Índia / Dubai Emirados Árabes Unidos
Índia: # +917588168228 (Número Atual)
Dubai: # + 971-0508738317
www.s2astudio.in

Ideias inspiradoras para uma nova fase de aceleração econômica para o Brasil, pensar “fora da casa” e dentro da água é ao mesmo tempo desafiador e um enorme potencial econômico a sr descoberto em nosso País.

Conheça mais o design e ideia inovadora desde promissor arquiteto globalizado. 





Suce$$o sempre, 

Ornelas. 

#SmartSEA #EssênciaNAUTICA #ECONOMIAdoMAR #ANCORA #ANCORAdaECONOMIAdoMAR #TURISMOinteligente  #maisNEGOCIOS

*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi o coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

Referências Bibliográficas:
> Conceito Smart Sea da OSN CONSULTORIA, 2013. 
https://www.economiadomar.com.br/smart-sea

> Studio 2 - Arq  Shekhar Shinde
www.s2astudio.in  


Imagens:
> Projeto SOLITUDE Floating Hotel, Arquiteto Shekhar Shinde 

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Mar de Dentro - maior passivo econômico do RS


Bons Ventos para a Economia do Mar do MAR DE DENTRO  

Em 2017, estive a convite do SEBREA de Pelotas no encontro com autoridades e empresários dos municípios que formam, o Mar de Dentro, o maior ecossistema de negócios da Economia do  Mar no Brasil. 

Nossa associação, a ANCORA, já fez alguns importantes mapeamentos inicias para unir iniciativas governamentais, o conhecimento acadêmico com investidores internacionais e empreendimentos  econômicos muito além do melhor uso da orla, mas ampliar e qualificar de forma acelerada a "Essência Náutica" perdida desdes municípios que "têm ouro" nas mãos. 

Estamos disposto a colaborar para estes NOVOS NEGÓCIOS POSSÍVEIS no Rio Grande do Sul. 


A cidade de Rio Grande, está organizando um novo Plano Diretor em 2019, e nós estivemos no início do ano lá para colaborar com nossas experiência nos municípios de Santa Catarina e Mato Grosso que estão sendo, aos poucos, capacitados para receber mais investimentos relacionados ao comércio, aos serviço e ao turismo náutico. Já tivemos uma boa agenda qualitativa para entender melhor este potencial parado. Fizemos as seguintes ações: 

2017 - Junho. Pelotas|RS - 1º Encontro Regional da Economia do Mar, em Pelotas, organizado pelo SEBRAE Pelotas. 

2018 - Junho. Visita técnica aos sistema de transporte aquaviário  São José do Norte - Rio Grande.  

2018 - Agosto. Rio Grande|RS - Visita técnica ao CCMAR e Museus de Rio Grande. 

2019 - Março. Rio Grande|RS - Palestra sobre como o Plano Diretor pode dar mais segurança jurídicas a construção de estruturas de apoio ao comércio, serviços e turismo náutico em Rio Grande. 

2019 - Março. Pelotas|RS - Reunião sobre estruturas náuticas mais adequadas ao potencial náutico da  Praia do Laranjal. 

Muito bom ver que hoje, 4/11/2019, Hà um movimento positivo sobre aceleração da Economia do Mar, a Asso ANCORA garante o alinhamento entro o CONHECIMENTO TÉCNICO da academia com total FOCO NO MERCADO. 

Bons ventos vêem do Rio Grande Sul. 

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE
Tijucas Marine Center 
Website - www.TijucasMarineCenter.com.br 

Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  
Website - www.EconomiaDoMar.com.br 


Foto/Imagem:  Jornal do Comércio, 4 de Novembro de 2019. Porto Alegre, Rio Grande do Sul.  


sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Experiência Incrível: Costa Amalfi com o Royal Clipper,

Royal Clipper, melhor forma de visitar e surpreender-se na Sicília & Costa Amalfi 



Álvaro ORNELAS*


Desde 1991 operando no mercado, a Star Clippers oferece aos "cruzeiristas/velejadores" a oportunidade de vislumbrar uma época passada de velejar em navios altos. Um ano depois, o Star Flyer de três mastros foi acompanhado pelo navio irmão Star Clipper, ambos em operação no Caribe e no Mediterrâneo. 

Na virada do milênio, essa impressionante frota foi adicionada pelo Royal Clipper, de cinco mastros - o maior veleiro construído desde o navio alemão de 1902, Preussen. Neste que iniciei um dos melhores cruzeiros que já fiz, a convite da Star Clippers de Londres. 

A rota é algo único e a empresa consegue surpreender a cada dia. Confira abaixo o roteiro de 7 noites a bordo do ROYAL CLIPPER. Caro? Não. O preço é muito justo. Comprando com antecedência cabine "deluxe" (com varada), a tabela começa por Us$ 3.700 (por pessoa). 


O navio de 300 passageiros foi projetado como uma réplica do France II, um casco de cinco mastros que navegou como parte da marinha mercante francesa em 1911. Atualmente, ela está em construção no estaleiro Brodosplit em Split, Croácia, com o início dos trabalhos. em 2015. Este é um estaleiro especializado na construção de navios de nicho menores ao longo dos anos.

NOVIDADE DA STAR CLIPPER: 

Esta notícia foi confirmada pelo fundador e CEO da Star Clippers, Mikael Krafft, que falou com o Seatrade Cruise 2019, no início desde ano, a qual estive presente. “Haverá algum atraso na construção. Vale a pena dedicar um tempo extra e acredito que a qualidade resultante da construção será excelente quando o Flying Clipper for entregue em 2019. "

O Flying Clipper é, sem dúvida, o projeto mais ambicioso da linha até hoje. Ela apresentará 150 cabines, incluindo 34 cabines com varanda e quatro suítes para proprietários; um restaurante de dois andares; uma plataforma para esportes aquáticos; uma piscina de mergulho de 18 pés, com dois decks e mais duas piscinas no deck superior. Ela operará cruzeiros no Mediterrâneo durante o verão e será transferida para o Caribe no inverno. Vamos aguardar mais este novidade. 

O mercado de cruzeiro no mundo aumentou em 14% (CLIA, 2018) de forma geral. 


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE
Assessoria da Star Clippers, Londres. 
Assessoria de comunicação do Seatrade 2019, Flórida, USA.  


Foto/Imagem:  Acervo da Star Clipper, 2019. 

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Importância do Turismo para o Brasil.

A Crescente Importância do Turismo 
como Atividade Econômica


Os deslocamentos, como necessidade temporária ou por lazer e entretenimento, sempre fizeram parte da história das civilizações. A partir de meados do século XIX, o turismo e a hotelaria foram sendo desenvolvidos, pouco a pouco, como atividades empresariais, mas foi no século XX que se constatou notável progresso tanto em termos quantitativos (número de viajantes, hotéis, agências, empregos diretos e indiretos etc.) quanto qualitativos (treinamento de pessoal,melhoramento da infra-estrutura etc.).

No Brasil, após uma fase de extração de riquezas (minerais e vegetais), o foco da atividade econômica dirigiu-se à agropecuária, perdurando ao longo de décadas. Posteriormente, desenvolveram-se as atividades industriais, ainda que de modo incipiente. Em meados do século XIX estavam aqui instaladas fábricas e oficinas dos ramos têxteis, vestuário, sabão, cerveja, fundição e vidros (dentre outros), ou seja, a estrutura industrial criada nesse período era dominada por indústrias leves. Na segunda metade da década de 1920, outros setores tradicionais (como alimentos, fabricação de chapéus e calçados) também se desenvolveram e, apenas a partir dessa época, iniciou-se a produção doméstica de cimento. A participação do café na pauta de exportação brasileira baixou de 71,7% para 47,1% no período 1935/1939, enquanto que a do algodão aumentou de 2,1% para 18,6%.
Tanto no primeiro governo Getulio Vargas (1930/1945) quanto no segundo (1951/1954) predominou o caráter industrializante de sua atuação e, pouco depois, Juscelino Kubitscheck (1956/1961) pôs em prática seu Plano de Metas – o objetivo de crescer “50 anos em 5” encontrou, nas metas quantitativas do plano, a referência para a adoção de medidas de incentivo ao investimento e o setor secundário da economia experimentou incrível impulso.

E muito se falou e se tratou das políticas agrícolas e industriais ao longo de todo o século.O setor serviços, que representa, atualmente, 57% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, parece ter sido relegado a um segundo plano, possivelmente por ser muito pulverizado e pouco compreendido.

No exterior, existem as denominações “tourism industry”, “hospitality industry” e “entertainment industry” e, em virtude de se tratarem de atividades diversas com interrelacionamentos com vários segmentos da economia, chegou-se a afirmar que o turismo seria uma “indústria sem chaminés”. 

Mas, segundo a classificação oficial brasileira, trata-se de atividade do setor terciário, mais precisamente do setor serviços. A relevância do turismo para a economia foi, primeiramente, ressaltada pelos países desenvolvidos, de economia de mercado; a seguir, os países socialistas, em geral, também perceberam o enorme potencial do setor, cujos efeitos multiplicadores estendem-se, em maior ou menor intensidade, a dezenas de ramos de atividade (constituíam-se exceção – e hoje não mais – a China e a Albânia).

No que concerne ao Brasil, a primeira menção legal à atividade turística consta em lei como:
> Decreto-Lei n° 406, de 4 de maio de 1938, que dispõe sobre a entrada de estrangeiros no território nacional; 
> Decreto-Lei de  n° 1915, de 27 de dezembro de 1939, criou uma divisão de turismo e o de n° 2.440, de 1940, tratou, exclusivamente, das empresas e agências de viagens e turismo, como estabelecimentos de assistências remuneradas aos viajantes, impondo a obrigatoriedade de registro prévio junto a órgãos de governo como condição para funcionamento; 

> Decreto-Lei n° 55, de 18 de novembro de 1966, definiu a política nacional de turismo, criou a Embratur e o CNTur (Conselho Nacional de Turismo);

> A Lei n° 6.513, de 20 de dezembro 1977, dispôs sobre a criação de áreas especiais e locais de interesse turístico, bem como sobre o inventário com finalidades turísticas dos bens de valor cultural e natural; 

> Decreto-Lei n° 2.294, 21 de novembro de 1986, tornou livres, no País, o exercício e a exploração de atividades e serviços turísticos, salvo quanto às obrigações tributárias e às normas municipais para a edificação de hotéis.

> A Lei n° 8.181, de 28 de março de 1991, atual regime jurídico da atividade turística, mudou o nome da Embratur (de Empresa Brasileira de Turismo para Instituto Brasileiro de Turismo), definindo sua competência. 

> A Medida Provisória n° 1.794-8, de 31 de dezembro de 1998, permitiu a criação do Ministério do Esporte e do Turismo, e, em 1 de janeiro de 2003, através da Medida Provisória n° 103, tal ministério foi desmembrado, sendo reconhecida, pelo governo federal, a atividade turística como importantíssimo fator de desenvolvimento econômico e social.


Este é um resumo da legislação turística brasileira, que abrange igualmente segmentos específicos, tais como meios de hospedagem, empresas organizadoras de eventos, agências de turismo, guias de turismo, bacharéis de turismo etc. Tal fato mostra que não apenas o setor empresarial procura “explorar” o turismo, mas também o governamental (agora elevado a nível de ministério) não só regula a atividade, elabora planos e programas, faz propaganda de destinos turísticos no país e no exterior, incentiva pesquisas, promove eventos nacionais e internacionais etc. Enfim, a atividade turística é reconhecida e valorizada como importante fator para o crescimento sustentado da economia.

Texto adaptado por Álvaro Ornelas, do texto original de Maresguia Neto. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

A cidade Hospitaleira


A CIDADE HOSPITALEIRA

Cristine Fabbris, Esp.[1]
Álvaro Ornelas de Souza Neto, Esp.[2]

Planejamento, sensibilização e infra-estrutura turística.  

O que é Hospitalidade?
Hospitalidade é a prática em demonstrar acolhida, cordialidade, respeito e amizade para um hóspede. Ela está presente em sua casa quando chega um visitante ou está em ação no contato do hóspede em um hotel e em todos os momentos do visitante/turista estiver na cidade. A hospitalidade é vivenciada a todo instante no dia-a-dia de uma cidade: no banco, no restaurante ou mesmo em um parque. A cada momento em que há uma relação de convívio, existem elementos da hospitalidade presentes até mesmo em uma ligação telefônica. A hospitalidade está alicerçada na educação e cordialidade de uma pessoa ou cidade.
“Pode-se pensar a hospitalidade em dois eixos: cultural e social. O eixo cultural compreende: recepcionar ou receber pessoas; hospedar, alimentar, entreter. O eixo social compreende as categorias: doméstica; pública; comercial; virtual.” (DENCKER & BUENO, 2003, p.15-17) 
“Tratar da arte de acolher e de hospedar é tratar da essência dos negócios da Hotelaria e dos restaurantes da era moderna e, em grande parte, da história da humanidade, já que, como pondera Seydoux, a história da hospitalidade é a história dos homens, dos seus reencontros, dos seus diálogos e de tudo o que eles criaram, no transcorrer dos séculos, para facilitar sua aproximação. Ou, ainda, segundo Derrida, não existe nem cultura nem laços sociais sem o princípio da hospitalid“Hospitalidade, do ponto de vista analítico-operacional, pode ser definida como o ato humano, exercido em contexto doméstico, público ou profissional, de recepcionar, hospedar, alimentar e entreter pessoas temporariamente deslocadas de seu habitat”. (DENCKER & BUENO, 2003, p.19)
ade”. (CASTELLI, 2005, p.XII)

“O acolhimento hoteleiro, enfatiza Gouirand, além de caracterizar-se como ato permanente, deve ser exercido por todos os profissionais integrantes da empresa”. (CASTELLI, 2005, p.142) 
“No contexto hoteleiro, mesmo os clientes habituais necessitam novamente ser introduzidos ou acolhidos, quando da sua chegada”. (CASTELLI, 2005, p.146)




 
Hospitalidade 
“A hospitalidade passou a representar, para muitos profissionais da hotelaria moderna, a atenção dispensada às pessoas durante a sua estada no hotel(...) Nesse caso, é preciso ter cuidado de não reduzi-la a um mero ato mecânico”. (CASTELLI, 2005, p.183) 
“... a substituição da designação hotelaria por hospitalidade não pode ser decorativa nem mero impulso pela novidade ou em razão de dificuldades lingüísticas” (DENCKER & BUENO, 2003, p. 8)

O que é Turismo?
Turismo é o ato voluntário de sair de seu local de residência para conhecer e vivenciar experiências diferenciadas do seu dia-a-dia. Também é uma atividade econômica muito importante, pois gera inúmeras vagas de empregos diretos e indiretos, gera impostos e renda para a população e qualifica a prestação de serviço local. Socialmente falando, o turismo aproxima as pessoas e gera relações e laços de hospitalidade entre o turista e o morador da localidade.
Culturalmente falando, o turismo ajuda a preservar a cultura e a história de localidades, proporcionando ao turista vivenciar experiências diferenciadas das vividas por ele corriqueiramente.

Para que tenhamos um conceito mais aprofundado do que é turismo, Vicente de Andrade coloca que é “o conjunto de serviços que tem por objetivo o planejamento, a promoção e a execução de viagens, e os serviços de recepção, hospedagem e atendimento aos indivíduos e aos grupos, fora de suas residências habituais”.

E quem faz turismo é o que?
Turista!  O turista é o agente da ação do turismo; é o visitante temporário que permanece, pelo menos, vinte e quatro horas no local visitado, cuja finalidade de viagem pode ser classificada por diversas motivações tais como: participação em eventos, compras, lazer, saúde, conhecer novos lugares e culturas, entre muitas outras motivações.

E quem é o excursionista?
É o visitante que permanece no local visitado por menos de vinte e quatro horas. Interage com a comunidade e os atrativos locais igualmente ao turista, mas não dorme na localidade visitada.

E o que compõe a atividade turística?
A atividade turística é composta por todos aos atrativos naturais, culturais e históricos de uma localidade. Os hotéis, restaurantes, bares, shopping centres, casas noturnas, aeroportos, rodoviárias, museus, locais históricos e o comércio em geral também fazem parte desta atividade.

O que são os recursos turísticos?
São os atrativos que formam a matéria-prima do “produto turístico”.




E o que são os atrativos turísticos?
São os atributos naturais e culturais que uma localidade possui. Recentemente surge o conceito dos atrativos artificiais, ou seja, os fabricados pelo homem como, por exemplo, a Disneylândia.

E o que é o produto turístico?
É a somatórios do atrativo turístico + os serviços turísticos/ ou facilidades + a infra-estrutura básica + o conjunto de serviços urbanos de apoio ao turismo.

E os serviços turísticos são o que?
São os meios de hospedagem, os serviços de alimentação, de entretenimento, de informações turísticas e de agenciamento, os transportes turísticos, a locação de veículos e embarcações, os espaços de eventos e empresas organizadoras de eventos.


 Referencial Bibliográfico
IGNARRA, Luiz Renato. Fundamentos do Turismo. 2ª Ed. São Paulo: Pioneira Thomson Leraning, 2003.

DIAS, Celia Maria do Moraes (Org.). Hospitalidade: reflexões e perspectivas. Barueri: Manole, 2002.


[1] Especialista em Empreendedorismo no Turismo pela ENE/UFSC (1999); Bacharel em Turismo pela Escola Superior de Turismo e Hotelaria - ESTH (1999); Coordenadora dos Cursos de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Gestão de Eventos da ASSESC.
[2] Especialista em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa (2001); Professor titular do Curso de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e consultor em projetos de infra-estrutura turística.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Visita ao Porto de Roma.

Inaugurado em junho de 2001, o Porto de Roma e imediatamente a partir do centro de Fiume Tevere.



Distante apenas 10 minutos de carro do aeroporto internacional de Fiumicino - Leonardo da Vinci e o esplêndido rovine de Ostia Antica, na zona pascaliana da dell 'idroscalo di Ostia. A posição é estratégica também para os colégios com o centro da cidade de Roma, acessível a uma linha ferroviária metropolitana da Roma-Lido.



O complemento representa um moderno concelho de porto turístico, integrado à estrutura em uma grande gama de serviços de 'égua' e 'terra', oportunità ricettive sia to livello di business che by tempo livre.

Cinema no Porto di Roma, 2018. 


A estrutura de rede realizável em uma superfície de cerca de 200.000 metros quadrados, interativamente servida por WiFi, inclui:

›833 post-barca com a possibilidade de exibir mega-iate até 65 metros de altura;

›80 pontos de venda para atividades comerciais e de histórico, apartamentos e serviços de mergulho central;

›Cerca de 1.200 metros da avenida (com pista ciclável) com o sul do país em Óstia;

›Mais de 10.000 m2 de exposição;

›Um aparelho de 750 sedas (ao ar livre);

›2300 posti auto su parcheggi interni ed esterni;

›Cantão naval projetado com Travel Lift de 400 Toneladas;

›Serviços e locais de trabalho do exército - Guardia de Finanza, Carabinieri, Polizia e Capitaneria de Porto e também in Ufficio Postale.

Espaço para promoção de produtos.
Mercedes-Benz, 2018.

 Espaço de capacitação e parcerias. 
Policia Metropolina do Lazio, 2018. 

Fonte: Porto Turístico di Roma
Imagens/Fotos: Assessoria de Comunicação do Porto di Roma. 


segunda-feira, 13 de março de 2017

O Agente de Viagens no Mercado Digital


O AGENTE DE VIAGENS AINDA TEM LUGAR NO MERCADO.

Álvaro Ornelas [1]


RESUMO
Nossa civilização está em fase de transição entre a economia baseada na produção e serviços e
a economia de experiências. Devido a este fato o valor de um pacote turístico hoje esta atrelado a fatores muito mais importantes que prover bons serviços e produtos. O viajante atual, considerado “cidadão do mundo”, está mais interessado em experiências. Exigindo da cadeia de viagens mais criatividade e diversidade de roteiros no mercado. Com este cenário o simples fato de comprar o pacote de experiências se tornou muito importante para o cliente (turista). Ele necessita ter acesso a informações mais detalhadas de roteiros. Acesso imediato a todas as informações, principalmente aquelas relacionadas ao objetivo principal da proposta. Com este novo panorama mercadológico o papel do agente de viagens mais uma vez será vital para o auxilio na escolha de destinos turísticos, porém a postura e treinamento terá que demonstrar alto grau de conhecimento técnico, operacionalidade e informação subjetiva. Para tal é necessário a ampla utilização da tecnologia disponível no dia-a-dia e um alto nível de percepção desta época/fase de transição. Neste artigo procuramos demonstrar nossa preocupação com a falta de treinamento por parte dos agentes de viagens e das operadoras de turismo no mercado brasileiro atualmente e procuramos alertar para esta nova tendência de mercado. O Brasil não pode correr o risco de mais uma vez ficar para trás na área de prestação de serviços. Podemos colocar o país em evidência nesta nova tendência da economia que surge.  

Palavras-Chaves: transição, economia da experiência, treinamento, tecnologia, agente de viagens.

Introdução.
Nas últimas quatro décadas vimos a maneira de viver e conviver no mundo mudar de maneira tão rápida que muitos países não tiveram tempo perceber as mudanças e nem mesmo de se adaptar-se  a ela. Na década de 90 foi uma década marcante para a economia mundial e por conseqüência no turismo e o que ele representa para a nova sociedade do século XXI. Mais que uma economia ele representa uma forma de conquista. Representa a forma de expressão de idéias e ideais de indivíduos. Mas para que o Brasil possa usufruir dos benefícios que o turismo pode prover. Tem que estar preparado e consciente de todos os aspectos de nosso tempo. Por exemplo, consciente que a economia de manufatura de produtos foi a locomotiva das décadas de 50 e 60. Que serviços foi a locomotiva econômica nas décadas de 70. Que novas idéias e criatividade foi a locomotiva da década de 80. E que a globalização com auxilio da tecnologia foi o grande sucesso e legado da década de 90 para o Século XXI. Em 40 anos nossa civilização mudou e evoluímos (DEMASSI: 1997) como nunca aconteceu antes. No século XXI vê-se que outro elemento vem ganhando força como locomotiva de crescimento - a experiência - vem sendo a locomotiva de várias empresas e países que perceberam primeiro esta nova mudança em nossa civilização (Joseph Pine III, 1998) . A era da experiência já iniciou. E os prestadores de serviço no Brasil já sabem disto? E as empresas envolvidas com a cadeia de viagem que atuam no mercado brasileiro já sabem disto?  

 Características do produto turístico.  
Com base na economia de experiência o perfil do produto turístico muda e por conseqüência o comportamento profissional do agente de viagem tem que acompanhar esta nova fase do turismo inserido em desejos de experiência por parte do cliente.
Já foram tratados por diversos autores as características básicas do produto turístico. Porém vem se notando que o termo pacotes de turismo vem sendo moldados de forma mais individual e com uma proposta a mais – experiência.
Os aspectos básicos dos pacotes turísticos tradicionais ganham uma proporção de mais destaque quando se projeta um “consumo” de pacote turístico com base em experiências (Bogdanovych, A. et AL, 2004) – Pacotes de Viagem de Experiência:  
O produto turístico é imaterial (BENI  2003), ou seja, intangível. Nem um dos componentes que formam o produto turístico por ser tocado ou visto;
 O vendedor e o comprador de um pacote turístico mantém seu vínculo com base no potencial individual de expressão/comunicação e de interpretação (Ornelas, 2008);
As informações corretas e precisas são premissas básicas na prestação de qualquer serviço e ganha força no pacote de viagem de experiência;
A capacidade de empatia por parte de agente de viagem deve ser muito alta quando se trata de atendimento ou elaboração de um roteiro de experiência / proposta de aventura.  (Ornelas,2008);
A informação correta e coerente aliada ao preço e ao atendimento recebido (interpretação de suas expectativas) traduz a maneira que o turismo está se organizado em mercados maiores.
O saldo final de uma prestação de serviço que envolve a venda e a compra de produtos intangíveis é a satisfação do cliente (BENI  2003) pelo simples fato de ter seu desejo realizado.
Como se trata de desejos pessoais e que refletem a personalidade de cada um o agente de viagem deve procurar entender esta nova perspectiva do seu cliente. Que demanda inúmeras informações que devem estar disponível em fácil acesso e forma objetivas (Bogdanovych, A. et AL 2004).

Para manter o potencial competitivo e qualidade em viagem de experiências o agente de viagem deve observar:

Ø  É muito pouco provável que um agente de viagem que não conheça o destino consiga passar detalhes da viagem de experiência que sejam relevantes ao cliente/turista (Jackson, 1997);
Ø   A qualidade das informações são percebidas pelos cliente/turista como verdadeiras ou falsas dentro de suas pesquisas individuais;
Ø  O cliente/turista que procura informações utiliza em larga escala informações em “chat” de resenhas e opiniões, conversa com pessoas que já visitaram o destino e procuram uma série de guias e livros sobre o local objeto de seu desejo;
Ø  A descrição do destino ou produto é sempre subjetiva (na visão de alguém) e sempre está relacionada com a experiência  (Gee et. al, 1997).
Ø  Em  poucas áreas da economia se faz tanta co-relação entre diferentes produtos e serviços como na economia de prestação de serviços (Edgell 1990, p.7).

Além dos aspectos acima deve-se entender qual a real motivação de viagem que o turista tem. Na era da economia da experiência as novidades de mercado devem ser correspondidas as imagens mentais criadas pelos indivíduos (PINE II 1998), ou seja, a imagem que o destino vende a cada individuo é interpretada de maneira singular.  Com isto em mente o agente de viagem deve ter consciência que cada pacote de viagem deve ser comercializado de maneira exclusiva. O grande paradoxo da prestação de serviço de serviço está no atendimento exclusivo de massas. Como pode isto ser colocado em prática?

As Conseqüências Para Os Agentes de Viagem.

Sabendo que a motivação de uma viagem pode ser o simples fato de ter uma foto tirada com uma paisagem determinada. Cabe aos agentes orientar onde e como se faz para tirar a mesma foto. Claro que outros elementos estão em questão neste exemplo, como o local de destino está organizado para receber e fornecer a mesma foto ao cidadão viajante. Este exemplo simplório por muitas vezes é ignorado como uma estratégia de marketing porém é assimilada como tal por um percentual de pessoas ávidas por  novidades. Mas outros elementos atraem a atenção do turista e inclui: aparência física de uma população, gastronomia local, geografia de uma região, clima. Imagem pessoal criada que poder sentir a experiência de estar em um lugar com as características desejáveis.

Após a escolha do destino o individuo vai procurar informações “on-line”. O acesso a diversas informações de forma rápida através da internet e a interação entre indivíduos através da tecnologia é a característica mais marcante neste inicio de século. E assim formam uma poderosa ferramenta de investigação -  precisa e eficaz.

Este fato coloca o agente de viagem como um simples realizador de tarefas e não mais o detentor das informações vitais para a exploração do destino. Nota-se nos agentes de viagem do Brasil uma postura antiga. Ao prestar um atendimento mecânico com base em treinamentos aquém da real necessidade do mercado. Para o novo perfil de turista , com base na experiência, se faz necessário um amplo conhecimento dos destinos comercializados e não só treinamento como ter passado a experiência ora em venda. O agente de viagem vai ter que investir em viagens para poder saber e entender as expectativas do cliente com novo perfil.

A internet com todos seus acessos on-line não está conseguindo transpor a necessidade de informações e a segurança desejada. O agente de viagem tem neste novo nicho a possibilidade de voltar a ser a fonte de informações mais confiável porém tem que se readaptar ao novo perfil.


Processos de Mudanças.

O agente de viagem vem sofrendo mudanças drásticas do mercado. Mas muitoas ainda não perceberam a real tendência, E ainda persistem em ter atitudes comerciais ultrapassadas ou colocar-se como vitimas de situação mercadológica. As mudanças nos últimos 20 anos do mercado Brasileiro tiveram impacto direto no perfil do agente de viagens. Na década em 80 e 90 vivia-se uma fase de “abertura global” era o incício da globalização. Hoje a globalização já esta consolidada e passa por outra etapa e manutenção da individualidade em um mundo globalizado. E este etapa tem impacto direto no ser humano, ou seja, o cliente, o turista. O resultado é a mudança de perfil. O mesmo destino pode ser visitados muitas vezes porém com propósitos distintos, ou seja, com pacotes diferenciados por segmentos mercadológicos.

As grandes empresas vêm sinalizando o mercado que o público consumidor de pacotes turísticos mudou. A viagem de excursão já não atrai todos os turistas. Principalmente aqueles que viajam mais. A sensação de ter tudo certo e organizado não atrai o  novo aventureiro.

O grande desafio da prestação de serviço é de entender que no mesma comunidade existem pessoas que convergem em pensamento e modo de vida. Entender que a segmentação de mercado é a saída básica para a sobrevivência da agencia. Mas como ser bom vendedor e tornar-se refencia de confiança de o mercado está fragmentado.

O agente não necessita ser bom em tudo. Será mais comum visualizar empresas especializadas em pacotes e produtos específicos em nichos muito específicos.

-          BIBLIOGRAFIA:


Pine, B.J. II & Gilmore, J. Welcome to the experience economy.  Harvard Business, Review:1998. 97–105.

Bogdanovych, A. Berger, H. Simoff, S. and Sierra, C (2004) E-Commerce Environments as 3D Electronic Institutions. Proceedings of EC2004 conference, Lisbon, Portugal: 237-242.

Edgell, D. L. (1990) International Tourism Policy. Van Nostrand Reinhold. New York.

PETERS,Tom. O Círculo da Inovação. São Paulo: Harbras Bussiness, 1998.369p.

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DE MASSI, Domenico. A Economia do Ócio.  1ª Edição – São Paulo: 1997. Editora Campus



[1] Especialista em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa (2001); Professor titular do Curso de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e consultor em projetos de infra-estrutura turística.