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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Mais futuro para a Economia do Mar

"Há mais  futuro que passado", quando li isto em um outdoor em minha viagem ao Chile, me fez lembrar do nosso potencial de aceleração da Economia do Mar no Brasil. Há mais futuro! 


Setor de Marina na região metropolitana de San Diego (2017), na Califórnia Estados Unidos. 

Exemplo que poderia se tornar o "aterro da Beira Mar Sul (acesso ao aeroporto) da Capital de Santa Catarina - uma ideia apresentada pelo "mestre/navegador/empresário/escritor" Amir Klink em 2009.  



Marina Serenity (2014), área metropolitana de Sanya, provìncia de Hainan na China. 

Este modelo serviu de modelo de negócios para a Marina Tijucas, dentro do Complexo TMC, desenvolvido pela empresa OSN CONSULTORIA em conjunto com o Arq Paulo Herwig. 


Proposta do Escritório DORINE, Arq Paulo Herwig para a Marina Tijucas (2018).

Ainda em Tijucas há uma SEGUNDA MARINA em estudos a Marina Rio Tijucas, para compor o Pólo Náutico Tijucas, ao lado do Shopping Iguatemi Tijucas. 

Marina Rio Tijucas (2017), projeto Squalo Marinas do Rio de Janeiro.

Comprovando que há MAIS FUTURO para a Economia do Mar do Brasil, para produzir mais embarcações, construir mais marina, gerar mais empregos de qualidade e criar NOVOS e MUITAS novas vagas de emprego. 

Podemo ter uma dúzia destas no Brasil em apenas 5 anos. Aqui é possível !!! 

"Somos do Tamanho de Nossos Sonhos." , fala o peota, e eu, ouso completar: "E de nossa capacidade de planejar, articular e viabilizar ideia". A ANCORA nasceu com este propósito - cooperar em redes para acelerar a Economia do Mar no Brasil. 

Que nosso sonhado futuro (que foi planejado e trabalhado no passado e presente) nos traga uma Economia do Mar com +indústria náutica, +comércio, +serviço e  +turismo náutico. 

Suce$$o sempre, 

Ornelas. 

#BONSventos


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi o coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE: 
OSN Consultoria, Florianópolis, SC, Brasil. 
Squalo Engenharia Náutica, Rio de Janeiro 
Dorine Desing Náutico e Engenharia, Balnéário Camboriú. 

Foto/Imagem: 
Agência de Promoção Internacional da Província de Hainan - China. 
Pinterest do Convention e Visitors da California, Estados Unidos. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Náutica SC acelerada ...


Mais uma prova que o conceitos SMART SEA, pode acelerar a Economia do Mar do Brasil. 

Fonte: Jornal Diário Catarinense, NSC, 19/11/2019. 



Sobre a MARINA de Florianópolis. Problemas de gestão e alinhamento com investidores. 

https://www.nsctotal.com.br/colunistas/dagmara-spautz/marina-da-beira-mar-norte-em-florianopolis-sera-a-maior-de-santa-catarina



O Conceito SMART SEA, se trabalha de forma coerente com o mercado pode acelerar o potencial econômico existente na "Essência Náutica" do Brasil (mar, rio e lagos), há muito a crescer. 


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 


Ornelas*


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Agt. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  





segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Mar de Dentro - maior passivo econômico do RS


Bons Ventos para a Economia do Mar do MAR DE DENTRO  

Em 2017, estive a convite do SEBREA de Pelotas no encontro com autoridades e empresários dos municípios que formam, o Mar de Dentro, o maior ecossistema de negócios da Economia do  Mar no Brasil. 

Nossa associação, a ANCORA, já fez alguns importantes mapeamentos inicias para unir iniciativas governamentais, o conhecimento acadêmico com investidores internacionais e empreendimentos  econômicos muito além do melhor uso da orla, mas ampliar e qualificar de forma acelerada a "Essência Náutica" perdida desdes municípios que "têm ouro" nas mãos. 

Estamos disposto a colaborar para estes NOVOS NEGÓCIOS POSSÍVEIS no Rio Grande do Sul. 


A cidade de Rio Grande, está organizando um novo Plano Diretor em 2019, e nós estivemos no início do ano lá para colaborar com nossas experiência nos municípios de Santa Catarina e Mato Grosso que estão sendo, aos poucos, capacitados para receber mais investimentos relacionados ao comércio, aos serviço e ao turismo náutico. Já tivemos uma boa agenda qualitativa para entender melhor este potencial parado. Fizemos as seguintes ações: 

2017 - Junho. Pelotas|RS - 1º Encontro Regional da Economia do Mar, em Pelotas, organizado pelo SEBRAE Pelotas. 

2018 - Junho. Visita técnica aos sistema de transporte aquaviário  São José do Norte - Rio Grande.  

2018 - Agosto. Rio Grande|RS - Visita técnica ao CCMAR e Museus de Rio Grande. 

2019 - Março. Rio Grande|RS - Palestra sobre como o Plano Diretor pode dar mais segurança jurídicas a construção de estruturas de apoio ao comércio, serviços e turismo náutico em Rio Grande. 

2019 - Março. Pelotas|RS - Reunião sobre estruturas náuticas mais adequadas ao potencial náutico da  Praia do Laranjal. 

Muito bom ver que hoje, 4/11/2019, Hà um movimento positivo sobre aceleração da Economia do Mar, a Asso ANCORA garante o alinhamento entro o CONHECIMENTO TÉCNICO da academia com total FOCO NO MERCADO. 

Bons ventos vêem do Rio Grande Sul. 

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE: 
Tijucas Marine Center 
Website - www.TijucasMarineCenter.com.br 

Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  
Website - www.EconomiaDoMar.com.br 


Foto/Imagem:  Jornal do Comércio, 4 de Novembro de 2019. Porto Alegre, Rio Grande do Sul.  


sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Experiência Incrível: Costa Amalfi com o Royal Clipper,

Royal Clipper, melhor forma de visitar e surpreender-se na Sicília & Costa Amalfi 



Álvaro ORNELAS*


Desde 1991 operando no mercado, a Star Clippers oferece aos "cruzeiristas/velejadores" a oportunidade de vislumbrar uma época passada de velejar em navios altos. Um ano depois, o Star Flyer de três mastros foi acompanhado pelo navio irmão Star Clipper, ambos em operação no Caribe e no Mediterrâneo. 

Na virada do milênio, essa impressionante frota foi adicionada pelo Royal Clipper, de cinco mastros - o maior veleiro construído desde o navio alemão de 1902, Preussen. Neste que iniciei um dos melhores cruzeiros que já fiz, a convite da Star Clippers de Londres. 

A rota é algo único e a empresa consegue surpreender a cada dia. Confira abaixo o roteiro de 7 noites a bordo do ROYAL CLIPPER. Caro? Não. O preço é muito justo. Comprando com antecedência cabine "deluxe" (com varada), a tabela começa por Us$ 3.700 (por pessoa). 


O navio de 300 passageiros foi projetado como uma réplica do France II, um casco de cinco mastros que navegou como parte da marinha mercante francesa em 1911. Atualmente, ela está em construção no estaleiro Brodosplit em Split, Croácia, com o início dos trabalhos. em 2015. Este é um estaleiro especializado na construção de navios de nicho menores ao longo dos anos.

NOVIDADE DA STAR CLIPPER: 

Esta notícia foi confirmada pelo fundador e CEO da Star Clippers, Mikael Krafft, que falou com o Seatrade Cruise 2019, no início desde ano, a qual estive presente. “Haverá algum atraso na construção. Vale a pena dedicar um tempo extra e acredito que a qualidade resultante da construção será excelente quando o Flying Clipper for entregue em 2019. "

O Flying Clipper é, sem dúvida, o projeto mais ambicioso da linha até hoje. Ela apresentará 150 cabines, incluindo 34 cabines com varanda e quatro suítes para proprietários; um restaurante de dois andares; uma plataforma para esportes aquáticos; uma piscina de mergulho de 18 pés, com dois decks e mais duas piscinas no deck superior. Ela operará cruzeiros no Mediterrâneo durante o verão e será transferida para o Caribe no inverno. Vamos aguardar mais este novidade. 

O mercado de cruzeiro no mundo aumentou em 14% (CLIA, 2018) de forma geral. 


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE: 
Assessoria da Star Clippers, Londres. 
Assessoria de comunicação do Seatrade 2019, Flórida, USA.  


Foto/Imagem:  Acervo da Star Clipper, 2019. 

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Eco-labels para o Turismo Náutico.


Ecologia e boas práticas
Eco-certificações para a Praia do Ervivo-Praia Grande garantirão a conservação ambiental e o desenvolvimento tão desejados.

Álvaro Ornelas*

Quando uma comunidade deseja conservar o meio ambiente reflete um estado evoluído de cidadania, democracia e ao mesmo tempo promove a inclusão social de todos em seu território. Na Praia do Ervino-Praia Grande em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, agora em 2019, tem uma grande oportunidade de transformar todo o bairro em um exemplo de conservação, inclusão social e de geração de novos negócios no litoral de Santa Catarina por meio de um conjunto de Lei e atitudes que devem ser incluídas no novo Plano Diretor local.  

Para facilitar o entendimento do que pode ou não ser feito para a Praia do Ervino-Praia Grande, uma possibilidade real, seria trabalhar a comunidade local e o poder público de São Francisco do Sul para a adoção de boas práticas de uso de orla e desenvolvimento territorial.

Uma “eco-label” internacional pode ser ao mesmo tempo uma oportunidade para educar a comunidade e os visitantes no melhor uso das orlas e espaços públicos da Praia. Na prática o interesse é a educação-ambiental como forma de promover o turismo e o desenvolvimento das cadeias produtivas do turismo em um território.

Aqui em Santa Catarina, ajudei a implantação da Bandeira Azul na cidade de Governador Celso Ramos, na última temporada foi a cidade com maior número de Praias inscritas no programa europeu. Esta é uma das diversas “eco-labels” existes no mundo. Faz sentido à São Francisco do Sul e, em especial, à região do Parque do Acaraí mais a Praia do Ervino-Praia Grande, Canal do Linguado e Baía da Babitonga, sem falar nos arquipélagos e na orla em buscar critérios e reconhecimento nas diversas formas de conservar, que na prática é – buscar boas práticas de uso na orla e de toda a Praia do Ervino-Praia Grande.

A ONU e a OMT (Organização Mundial de Turismo) vêm na indústria de viagens e serviços  (no turismo de forma geral) uma grande oportunidade para gerar a PAZ e promover o BEM ESTAR SOCIAL desejado. Ou seja, o turismo, é, em sua essência, uma estratégia de ordenamento territorial e também é um agente de sustentabilidade plena (conservação, inclusão social e novos negócios). A Praia do Ervino-Praia Grande é um espaço que demanda excelente planejamento de longo prazo para que a qualidade de vida existente aqui hoje possa estar presente de forma similar em 2050 por exemplo. Temos que pensar a longo (e médio) prazo porque somos os responsáveis pelo nosso bairro, cidade, estado e País. Buscar por um “rótulo ecológico voluntário” é o desafio da Praia do Ervino-Praia Grande, atribuir às estâncias turísticas à beira mar que respeitem critérios relacionados com a gestão sustentável do território, entre outras coisas de pureza da água, limpeza das praias com o recolhimento adequado de resíduos, serviços eficientes para banhistas (novos negócios na orla) e adaptação para a acessibilidade na orla e inclusive ao mar (maior exemplo de cidadania, e mais oportunidade de negócios em serviços). Promover serviços de qualidade na orla, educar os usuários, re-invidicar ações adequadas do poder público, parecer trabalhoso e distrante de todos, na prática, é difícil, por isto se faz necessário gente do bem (sem vaidades pessoais) para atuarem como um “JURI-CONSELHO LOCAL” com sinergia para respeito aos critérios e a  legislação ambiental  já existentes no Brasil, em Santa Catarina e em São Francisco do Sul. Qual o primeiro grande passo é buscar que “território desejado” por todos? E consolidar as macro-diretrizes em um Plano Diretor que deverá ser respeitar e garantir a qualidade de vida de hoje para as próximas gerações. Estratégia já testadas e APROVADA em territórios semelhantes em Portugal (Parque Rio Formosa, Algarve) e na Itália (Cinque e Terre, Ligúria), que são cases de sucesso que transformaram áreas de insegurança jurídica e perigo ecológico em áreas de SUCESSO NO MERCADO TURÍSTICO por meio de certificações eco-labels ou eco-sociais, por exemplo, Patrinômino da Humanidade, Geo-Parques entre tantas várias outras certificações.

Ter o Parque Ecológico do Acaraí, uma orla de mar e o Canal do Linguado e a Baia Babitonga é , na prática, um grande oportunidade para que sejam buscadas certificações ecológicas para a Praia do Ervino-Praia Grande (as chamadas eco-labels). Assim todos que usarem ou frequentarem o Ervino, saberão o que podem e o que não devem fazer para respeitar quem vive e investe aqui. Teremos regras para viver, conviver e fazer negócios em nossa praia.

Queremos que mais pessoas naveguem por aqui, porém deve existir um código de conduta do capitão (ou velejador) da embarcação. Todos marinheiros sabem que não dá para jogar lixo no mar ou ao longo da costa; não dá para esvaziar as águas negras a bordo (esgoto) para o mar, águas costeiras e áreas sensíveis; não dá para jogar resíduos tóxicos ou perigosos no mar (óleo usado, ou baterias descartadas, tintas, solventes, detergentes, etc.). Todas as regras exigem também ORDEM PUBLICA, para criar espaços adequados para bom uso. Nas orlas a comunidade e Prefeitura local deve prover  recipientes apropriados para descartes diversos. Ainda fazer a coleta separada de resíduos (papel, vidro, etc.); usar produtos ecológicos para manutenção em geral. As autoridades são responsáveis ​​qualquer forma de poluição ou outras violações que prejudiquem o meio ambiente porém EU, VOÇÊ e o turista que visita a Praia do Ervino-Praia Grande deve estar ciente que aqui tem regras claras de viver e conviver com a natureza e respeitar a cidadania de todo.

Identificar, catalogar e transformar em espaço de educação e entretenimento espaços de orla e vegetação. Deixar claro o quê é proibido e o que pode ser feito. Mostrar quais regras devem ser obedecidas, respeitar os períodos de proibição de pesca ou caça; proteger e respeitar animais marinhos e plantas da orla e região; respeitar áreas vulneráveis ​​e áreas naturais protegidas; evitar danificar o leito do mar, particularmente na presença sítios arqueológicos subaquáticos, ou seja, de forma constante promover a consciência ambiental entre todos os que passam pelo mar, orla e parque. Outro desafio, que pode ser Lei no Plano Diretor é reduzir tanto quanto possível o uso de água, eletricidade e combustível nas novas construções, estudar e apontar onde se pode ser construído postos de abastecimentos terra-água, marinas, postos de salva-vidas, estacionamentos, bares, restaurantes e espaços para comércio e serviços turísticos. Há demanda por este ordenamento de forma legal.   

Enfim, pensar agora, nas melhores estratégias para a nossa Praia do Ervino-Praia Grande, como queremos que ela cresça e o que não podemos perder em qualquer tempo – a sua qualidade de vida. Temos a oportunidade agir agora! E garantir ações certeiras para resultados consistentes da conservação ambiental que tanto desejamos para São Francisco do Sul e para a “convidativa” Praia do Ervino-Praia Grande, seja de fato um grande novo destino turístico de orla da América Latina.

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.





*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócio em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Leia mais e estude as formas que você pode mudar o “SEU MUNDO”!

Consultora Internacional em gestão de orla e acessibilidade no mar – Paloma Arias Cabo Frio, Rio de Janeiro.

Sustentabilidade – Metas do Milênio

Campanha e desafio de uma comunidade de orla turística – banir o plástico na orla e no dia a dia

Case de destino turístico que ganha com Certificações Internacionais – Cinque Terre na Ligúria, Itália.

Case de parque ambiental de turismo  - Ria Formosa, no  Algarve em Portugal

Regras de uso da orla (praias turísticas)

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Frente Parlamentar cria a LEI DAS MARINAS.

Projeto de lei

Outro tema da reunião foi a proposta de autoria de Dep Gabriel Ribeiro que institui a política estadual para o setor náutico. O PL 138/2017 está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sob a relatoria do presidente do colegiado, o deputado Jean Kuhlmann (PSD). Ribeiro pediu celeridade na tramitação da proposta na CCJ.
“É uma proposta bem ampla e abrangente, importante justamente para atrair os investimentos que os municípios tanto procuram”, disse.
Presente à reunião, Kuhlmann afirmou que analisa o projeto com cautela, já que surgiram questionamentos de órgãos e entidades ambientais, como o prazo de validade das licenças ambientais, além de pontos que estariam em desconformidade com a legislação federal.
“Não adianta apresentarmos um relatório sem ouvir todas as partes envolvidas. Isso é para evitar que essa lei seja questionada lá na frente e possa causar mais problemas do que benefícios para o setor”, ponderou o relator.
O deputado João Amin (PP) também participou da reunião. Ele criticou principalmente as dificuldades para a viabilização de investimentos náuticos na Ilha de Santa Catarina.
Por: Marcelo Espinoza Agência AL | Fotos: Miriam Zomer/Agência AL

terça-feira, 29 de maio de 2018

ANCORA da Economia do Mar.

Essência Náu​tica 2050
#ThinkTankdaECONOMIAdoMAR



A ANCORA é uma da entidade "Think Tank" da Economia do Mar no Brasil e atua por meio do seu planejamento estratégico de longo prazo visando atingir resultados consistentes no mercado por meio de ações certeiras para a construção do BRASIL NÁUTICO 2050, macro-estratégia de gestão da entidade para o NOVO BRASIL.  

Com base no conceito SMART SEA, apresentado em 2013, pela empresa OSN CONSULTORIA durante elaborção do PLANO MAR CATARINA2030. Assim a ANCORA criou estratégias de aceleração do maior passsivo econômico do Brasil - o mar e suas águas do interior. Sendo ela a entidade que propoem-se intergar de forma representativa e organizada empresas de essência náutica, governos e sociedade civil para ampliar entendimento da construção do moderno hypercluster da Economia do Mar no Brasil com foco na indústria, no comércio, nos serviços e no turismo náutico. 

Acreditamos que o nosso maior valor é o respeito aos saberes e fazeres locais provido pelas "pessoas náuticas do Brasil" além da valorização de boas práticas em conservação e preservação das orlas do mar, dos rios e dos lagos em todo território nacional. 

Somos uma entidade "Think Tank" porque PENSAMOS, ORGANIZAMOS e FAZEMOS a gestão da Economia do Mar no Brasil de forma cooperarada entre empresários, oceanógrafos, universidades, agentes de turismo e diversos parceiros nacionais e internacionais que apostam neste potencial econômico ainda existente no Brasil. 

Sempre com foco no mercado, buscamos acelerar os negócios náuticos entre Brasil e a América Latina além dos Estados Unidos e países Europeus.  

Fonte: website www.economiadomar.com.br