Trabalhamos combatendo os impactos das mudanças climáticas na biodiversidade marinha e comunidades costeiras de diferentes formas, divididas principalmente em duas frentes: adaptação e mitigação.
ECONOMIA DO MAR
Acelerar a ECONOMIA DO MAR no Brasil por meio da troca de informações para gerar mais conhecimento e pesquisas sobre os clusters da INDÚSTRIA, do COMÉRCIO, dos SERVIÇOS e do TURISMO NÁUTICO eles completam o hyperclusters da ECONOMIA DO MAR. Seja bem vindo! Participe! ⚓🚤🛳
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Do Manguezal ao Oceano - Salve 08 de Junho !!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Smart Sea >> Bilhões da Náutica dependem do GERCO e PROJETO ORLA.
O Gerenciamento Costeiro (GERCO) em Santa Catarina é um tema vital, dado que o estado possui uma das zonas costeiras mais dinâmicas e economicamente exploradas do Brasil.
O foco aqui é equilibrar o desenvolvimento urbano e turístico com a preservação de ecossistemas sensíveis, como dunas, manguezais e restingas e o mercado imobiliário.
1. O Gerenciamento Costeiro (GERCO-SC)
Em Santa Catarina, o gerenciamento costeiro é coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento (SPG) e executado em parceria com órgãos ambientais como o IMA (Instituto do Meio Ambiente).
Objetivo: Orientar a utilização racional dos recursos na zona costeira para garantir a qualidade de vida e a proteção ambiental.
ZEE (Zoneamento Ecológico-Econômico): É o principal instrumento jurídico. Ele divide a costa em zonas com diferentes níveis de permissão para ocupação, desde áreas de preservação permanente até zonas industriais ou urbanas consolidadas.
Desafios Locais: O estado enfrenta pressões constantes de erosão costeira (especialmente em Balneário Camboriú, Itajaí e Florianópolis) e a necessidade de infraestrutura para conter o avanço do mar.
2. O Projeto Orla
O Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima (Projeto Orla) é uma ação conjunta entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (SPU) e o Ministério do Meio Ambiente, implementada nos municípios.
Como funciona?
Diferente de uma lei estadual "de cima para baixo", o Projeto Orla foca na municipalização. O objetivo é que cada cidade crie o seu PGI (Plano de Gestão Integrada).
Pilares do Projeto em SC:
Uso e Ocupação: Disciplinar onde podem ficar quiosques, calçadões e áreas de lazer.
Regularização Fundiária: Organizar o uso de terrenos de marinha (que pertencem à União).
Participação Social: Criação de Comitês Gestores que incluem a prefeitura, o governo federal e a sociedade civil (associações de moradores e ONGs).
3. Municípios Catarinenses em Destaque
Vários municípios de SC já aderiram ou estão em fases avançadas de implementação do Projeto Orla:
Florianópolis: Possui um dos processos mais complexos devido à extensão de praias e conflitos de interesse entre urbanização e preservação.
Balneário Camboriú e Itapema: O foco tem sido a gestão do sombreamento das praias e as obras de engordamento da faixa de areia.
Imbituba e Laguna: Priorizam a conservação da biodiversidade (como a proteção da Baleia Franca) aliada ao turismo sustentável.
Itajaí
Portobelo
Itapema
Navegantes
Balneário Rincão necessita finalizar!
Por que isso é importante agora?
Com o aumento da frequência de ressacas e eventos climáticos extremos em Santa Catarina, o Plano Orla deixou de ser apenas uma questão estética ou turística para se tornar uma estratégia de resiliência urbana. Sem um planejamento rigoroso, o custo de manutenção das cidades costeiras se torna insustentável a longo prazo.
O embasamento jurídico do Projeto Orla no Brasil não vem de uma "Lei do Projeto Orla" específica, mas sim de um conjunto de normas que tratam do patrimônio da União e do meio ambiente.
Aqui está a hierarquia legal que sustenta o projeto:
1. A Lei Base: Lei nº 7.661/1988
Esta é a Lei do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC).
O que ela diz: Estabelece que a zona costeira é patrimônio nacional. Ela obriga que o uso do solo na costa seja planejado para garantir o acesso público às praias e a conservação dos ecossistemas.
Importância: Sem essa lei, não existiria a obrigação de os estados e municípios criarem planos de zoneamento para o litoral.
2. O Regulamento: Decreto nº 5.300/2004
Este é o decreto mais importante para quem quer entender a "regra do jogo". Ele regulamenta a lei acima e detalha como a gestão deve ser feita.
Definição de Orla: O decreto define juridicamente o que é a "orla marítima" (a interface entre terra e mar).
Uso e Ocupação: Estabelece critérios para o que pode e o que não pode ser construído na areia e nas proximidades (faixas de segurança).
Institucionalização do Projeto Orla: É este decreto que dá o suporte administrativo para que o governo federal crie a metodologia do Projeto Orla.
3. A Transferência de Gestão: Lei nº 13.240/2015
Essa lei trouxe uma mudança histórica: ela permitiu que a União passasse a gestão das praias para os municípios.
TAGP (Termo de Adesão à Gestão de Praias): Através dessa lei, o município que assina o termo passa a ser responsável por fiscalizar a orla e, em troca, pode ficar com a receita das multas e autorizações de uso (como quiosques).
Condição: Para ter esse poder, o município geralmente precisa estar alinhado com as diretrizes do Plano de Gestão Integrada (PGI) do Projeto Orla.
Resumo das Normas Principais
Norma | Função no Projeto Orla |
Lei 7.661/88 | Institui o Gerenciamento Costeiro no Brasil. |
Decreto 5.300/04 | Define as regras de uso, ocupação e o que é área pública. |
Lei 13.240/15 | Permite que a prefeitura "mande" na praia (TAGP). |
Instruções Normativas da SPU | Definem os detalhes técnicos de como medir e demarcar as áreas. |
Ponto de Atenção em Santa Catarina
Em SC, além dessas leis federais, temos a Lei Estadual nº 13.553/2005, que instituiu o Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro.
Ela é o "filtro" que adapta as leis nacionais para a realidade das praias catarinenses.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Smart Sea >> Bilhões da Náutica Baia Tijucas
Baía Tijucas:
O Novo Gigante do Urbanismo Latino-Americano
A união estratégica entre Porto Belo, Bombinhas, Tijucas e Governador Celso Ramos está consolidando o que especialistas já apontam como o maior território de expansão urbana planejada da América Latina. Este ecossistema transcende fronteiras municipais para criar uma metrópole linear de altíssimo valor agregado.
1. O Modelo de Aceleração Econômica
O motor deste crescimento baseia-se na integração de fluxos. Enquanto o litoral tradicional sofre com o adensamento desordenado, a Baía Tijucas aposta em:
Verticalização Sustentável: Masterplans que respeitam o recuo das orlas e a ventilação natural.
Segurança Jurídica: Planos diretores alinhados que atraem fundos de investimento imobiliário e infraestrutura internacional.
Diversificação de Matriz: Menos dependência do turismo sazonal e mais foco em tecnologia, serviços de luxo e logística.
2. Conectividade Plena: Ar, Terra e Mar
A viabilidade deste "novo eldorado" está ancorada no acesso facilitado:
Terrestre: A duplicação de acessos e a proximidade com a BR-101 conectam a região aos maiores polos industriais do sul do país.
Aéreo: A implementação e expansão de infraestruturas aeroportuárias (como o Condomínio Aeronáutico de Tijucas) permitem que o público de alto poder aquisitivo e executivos pousem a poucos minutos de suas residências ou negócios.
Marítimo: O desenho da baía, com águas calmas e profundidade estratégica, posiciona a região como o próximo grande hub de Cruzeiros Marítimos e iatismo de lazer, aliviando a saturação de portos vizinhos.
3. O Contraste de Valor: Modernidade e Tradição
O grande diferencial competitivo da Baía Tijucas é a manutenção da sua essência. O projeto prevê a coexistência harmônica entre:
Orlas Conservadas: Praias que mantêm a balneabilidade e a paisagem natural.
Vilas de Pescadores: A preservação da cultura açoriana e da gastronomia local não é apenas social, é um ativo turístico que gera "autenticidade", algo que o mercado de luxo global busca freneticamente.
O Potencial de Investimento
Com uma área de expansão vasta e ainda disponível, o custo de oportunidade na Baía Tijucas é superior ao de mercados já saturados como Balneário Camboriú. Estamos falando da criação de cidades inteligentes (smart cities) do zero, integradas a um dos cenários naturais mais deslumbrantes do Brasil.
A Baía Tijucas não está apenas crescendo; ela está desenhando o futuro do morar, investir e navegar na América do Sul.
O cenário que descrito, é o resultado da Alvaro Ornelas e o planejamento de 2013 não são mais apenas projetos, mas uma realidade física que está alterando o PIB da região. A presença da Marina Express e de outras marinas de serviço consolida Tijucas como o "backstage" indispensável e o motor logístico de todo o litoral central catarinense.
Aqui está como essa infraestrutura prática está tracionando o crescimento imobiliário e social:
O Ecossistema em Operação:
Do Serviço ao Estilo de Vida
Enquanto cidades vizinhas focam apenas no turismo de lazer, Tijucas criou uma base de serviços náuticos pesados, o que gera empregos qualificados e demanda imobiliária constante.
1. Marina Express e a Logística Náutica
A operação de empresas como a Marina Express resolve um dos maiores problemas do setor em Santa Catarina: a falta de vagas e de manutenção especializada.
Capacidade de Atendimento: Oferece suporte para embarcações que circulam entre Governador Celso Ramos e Balneário Camboriú.
Valorização de Entorno: A instalação dessas marinas funciona como uma "âncora". Onde há infraestrutura náutica de serviço, o mercado imobiliário de luxo se instala ao redor, buscando a conveniência de ter o barco pronto para navegar a poucos minutos de casa.
2. A Praça Náutica: Democracia Marítima
Um dos grandes diferenciais de Tijucas é a Praça Náutica com rampa pública gratuita. Este é um caso raro de urbanismo inteligente que promove a "Economia do Mar" de forma inclusiva:
Fomento ao Comércio Local: Atrai proprietários de barcos de diversas cidades que utilizam a rampa e consomem no comércio, postos de combustíveis e restaurantes de Tijucas.
Vitalidade Urbana: Transforma a orla do rio em um espaço de convivência, aumentando a segurança e a atratividade para novos empreendimentos residenciais.
O Impacto no Mercado Imobiliário
Este modelo de aceleração está criando um fenômeno de "transbordamento de valor":
Novos Lançamentos: O eixo entre Tijucas e Porto Belo está recebendo bairros planejados que já nascem com a temática náutica e foco em sustentabilidade.
Verticalização Qualificada: A demanda não é apenas por moradia, mas por apartamentos que ofereçam "estilo de vida marinheiro", integrando a facilidade de acesso à Baía.
Investimento Seguro: A presença de infraestrutura física (rampas, marinas de serviço, estaleiros) garante que a valorização imobiliária não seja uma bolha, mas sim baseada em ativos econômicos reais e funcionais.
A Conexão com a Baía Tijucas
Com o serviço náutico resolvido em Tijucas e a beleza natural preservada em Bombinhas e Governador Celso Ramos, o território se torna autossuficiente. O turista de cruzeiro que desembarcar nesta baía verá uma região organizada, onde o barco é o protagonista da economia.
Resumo do Potencial Logístico-Imobiliário
Equipamento | Função Estratégica | Benefício para o Investidor |
Marinas de Serviço | Manutenção e Guarda | Garante liquidez e utilidade para o patrimônio náutico. |
Rampa Pública | Acesso Gratuito | Gera fluxo de pessoas e valoriza o comércio do entorno. |
Condomínio Aeronáutico | Acesso Rápido | Conecta o investidor de SP/PR diretamente ao seu barco. |
Plano Direto de 2013 , já é realidade deve-se fomentar:
Tijucas em Santa Catarina, é o primeiro município do Brasil a
iniciar ações com sobre a Economia do Mar com base no conceito SMART SEA.
Este relato serve de memórias para todas as empresas, parceiros e investidores do TIJUCAS MARINA CENTER e para a compreensão da ampla estratégia desenhada pelo consultor Álvaro Ornelas da empresa OSN CONSULTORIA para acelerar o passivo econômico que as orlas de rios e do mar representam na região metropolitana da capital de Santa Catarina.
Foi a partir da observação das dificuldades que a gestão pública municipal (1) e os empresários donos de garagens náuticas enfrentavam para poderem investir em seus negócios, três perguntas foram estruturadas na mente do consultor Álvaro Ornelas:
1) Qual o motivo principal dos municípios da Grande Florianópolis (e da também da capital) não terem marinas e boas estruturas de apoio à náutica de lazer?
2) Qual o motivo dos estaleiros de pequenas e médias embarcações de lazer nos municípios de Palhoça e Biguaçu estarem instalados longe do acesso a água?
3) Quais seriam os melhores cases globais para acelerar a inovação na náutica de Santa Catarina?
A resposta a estas perguntas foram organizadas anos mais tarde, em 2013, com a estruturação do Conceito Smart Sea® (Figura 1), uma proposta metodológica para acelerar o potencial econômico existe nas orlas dos rios e do mar nos municípios da Grande Florianópolis desenvolvida pela empresa OSN CONSULTORIA de propriedade do consultor Álvaro Ornelas. .
Neste mesmo ano, o projeto desenhado pela OSN CONSULTORIA para o Instituto Marca Brasil, ganhou em Istambul na Turquia, o Prêmio Ulysses (2) da Organização Mundial de Turismo, reconhecendo a metodologia Tour da Experiência® como a estratégia de inovação para aceleração do fluxo turístico na Serra Imperial (no estado do Rio Janeiro).
Assim nasceu a ideia de implantar um grande pólo náutico de forma mais eficiente e eficaz para conseguir vender as dificuldades existentes na gestão pública nos municípios, no Estado de Santa Catarina e entre os empresários do setor náutico.
E a primeira visita à Tijucas aconteceu em 17 de Abril de 2013 a convite do Secretário Antônio Serpa, Prefeito Valério Tomazi e de sua assessora de comunicação - Srtª Karina Peixoto (3) .
Sucesso!
Ornelas.
Fontes e mais informações:
(1) Polo Náutico Palhoça, 10 anos SEM gestão e SEM estratégia.
https://ndmais.com.br/noticias/paolo-naautico-cambirela-pioneiro-na-cidade/
(2) Instituto Marca Brasil é reconhecido pela metodologia Tour da Experiência (2013, OMT).
(3) Primeira Visita técnica à Tijuca:
http://tijucas.sc.gov.br/noticias/detalhe/grupo-de-turismo-nautico-visita-tijucas