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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Arquitetura do mar - Solitude Resort,


HOTEL FLUTUANTE

O projeto é reflexo do amplo entendimento global sobre o conceito SMART SEA que se consolida como base na ampliação dos usos do mar para a sociedade sustentável do presente e do futuro.


Um grande desafio para a arquitetura do mar,  pensar e projetar um resort sustentável no lago de Mulshi, na região de Pune na Índia (além de um como um projeto de design de tese).

Conceito e Design:
O objetivo deste resort é permitir que os visitantes se afastem do estilo de vida movimentado, agitado e frustrante da cidade e estejam em paz em torno do elemento natural mais sereno – a água, ou seja a busca pela essência náutica.

A forma da estrutura flutuante central é inspirada em uma "concha de tartaruga", que protege a vida dentro de si. Essa estrutura principal em particular mantém os serviços necessários e cuida das casas flutuantes destacáveis ​​ao redor.

A estrutura também abriga "cabanas flutuantes e restaurantes subaquáticos", além de poucos quartos, academia e um templo de água, um espaço calmo e sereno localizado no coração da estrutura para experimentar o som da água e o efeito da luz e das sombras. O fornecimento de paisagem flutuante em torno da estrutura incentiva a interação com a água do lago. Os chalés flutuantes podem se destacar usando um pequeno motor digitalmente controlado na parte de trás e podem ser levados ao redor do lago ou podem ser anexados aos decks flutuantes ancorados no chão.


Ainda está projetada uma área comercial que foi “inspirada” na cidade de Veneza, onde é possível pegar um barco tradicional e entrar em pequenos canais de água acolhedores.

Painéis solares foram fornecidos a todas as unidades e à estrutura principal, que atende às necessidades de energia. Junto com essa energia extra, é produzido separadamente no site, com as fazendas solares da tata. O esgoto é tratado em terra com método sustentável de estação de tratamento de raiz e os resíduos são usados ​​para compostagem que se torna útil para a agricultura como fertilizante.

O criador deste projeto é meu amigo e parceiro sobre a Economia do Mar e do conceito SMART SEA, o arquiteto SHekhar Shinde, um eterno aprendiz que logo terá projetos no Brasil.

Para quem tiver interesse abaixo os contatos dele:
Pune Índia / Dubai Emirados Árabes Unidos
Índia: # +917588168228 (Número Atual)
Dubai: # + 971-0508738317
www.s2astudio.in

Ideias inspiradoras para uma nova fase de aceleração econômica para o Brasil, pensar “fora da casa” e dentro da água é ao mesmo tempo desafiador e um enorme potencial econômico a sr descoberto em nosso País.

Conheça mais o design e ideia inovadora desde promissor arquiteto globalizado. 





Suce$$o sempre, 

Ornelas. 

#SmartSEA #EssênciaNAUTICA #ECONOMIAdoMAR #ANCORA #ANCORAdaECONOMIAdoMAR #TURISMOinteligente  #maisNEGOCIOS

*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi o coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

Referências Bibliográficas:
> Conceito Smart Sea da OSN CONSULTORIA, 2013. 
https://www.economiadomar.com.br/smart-sea

> Studio 2 - Arq  Shekhar Shinde
www.s2astudio.in  


Imagens:
> Projeto SOLITUDE Floating Hotel, Arquiteto Shekhar Shinde 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Segmentos e Mercados do Turismo


SERVIÇO TURÍSTICOS

Cristine Fabbris, Esp.[1]
Álvaro Ornelas de Souza Neto, Esp.[2]


Hotelaria, Gastronomia e Serviços de Apoio ao  Turismo.

O fenômeno do turismo ganha força e atenção de todos pelo potencial que tem de gerar riqueza, gerar vagas de emprego e distribuir a renda gerada. O fluxo de turistas em determinado destino abre espaço para novos investimentos que possam atender, com qualidade, as necessidades dos visitantes. E abre vagas diretas de emprego, pois a indústria de viagens e turismo tem por base o atendimento do homem pelo homem. Entre todos os serviços que se aplicam diretamente a esta indústria os mais relevante estão vinculados as necessidades básicas do ser humano: comer, dormir e se locomover. Os demais serviços vão surgindo de acordo com o tipo turista e o tipo de turismo que cada mercado atrai. Dentro dos serviços turísticos destacamos: hotelaria, gastronomia, locação de veículos, agentes receptivos, operadores de serviços, agentes de viagens, empresas especializadas em sistemas de suporte e controle, enfim, a indústria de viagens e turismo absorve muitas vagas de emprego e é responsável pelo crescimento de muitas cidades, estados e países que vêem no turismo uma boa oportunidade em suas economias.  Outra característica relevante da indústria de viagens e turismo é que a qualidade na prestação de serviço está vinculada a percepção do usuário e não a qualificação técnica do prestador de serviço. Este setor é valorizado pelos comentários de revistas especializadas e pelo famoso boca a boca.

O que é HOTELARIA?  Engloba todos os meios de hospedagem, ou seja, tudo que o turista necessita para dormir confortavelmente de acordo com o seu estilo de vida ou propósito de sua viagem.  Existem vários tipos de hospedagem e cada tipo apresenta uma estrutura e serviços diferenciados. Basicamente a hotelaria trabalha com três segmentos distintos: o executivo, o turista comum e lazer total. Os tipos de hospedagem mais conhecidos são:   
Hotéis Executivos – geralmente localizado próximo aos setores comerciais de cidades e mantém um serviço de assistência ao executivo como uma estrutura de escritório, salas de reuniões ou espaço para happy-hours. Ex.: os hotéis da Rede Íbis.
Hotéis Turísticos – São hotéis grandes com muitos quartos e quase todos com o mesmo padrão. São confortáveis e focados para atender grupos grandes de excursionistas. Ex.: Hotel Pensylvania em Nova York. 
Hotel Design – São hotéis que primam pelo design e pela estética. Apresentam serviços como mordomos para quarto, lençóis e “mimos” bem caros. Ex.: O Hotel Unique em São Paulo.  
Resort – São hotéis que apresentam estrutura para atividades em família. Você encontra tudo para passar o dia inteiro sem sair da propriedade. Ex.: Costão do Santinho Resort em Florianópolis.
Acomodações (Lodge) – São acomodações alternativas. Como hotéis de selva, pousadas exóticas ou com algum tema específico. Além do Albergues da Juventude que são conhecidos como Hostel  . Ex.: Hotel Ariarú Jungle Tower há uma hora  do cais de Manaus no Amazonas.
Camping – Local com infra-estrutura mínima e com segurança para armar uma barraca e estacionar o carro. Existem banheiros coletivos, estrutura para lavar roupa e, em alguns, estrutura para cozinhar. 

Existem ainda hotéis que se tornaram referência na industria de viagens e turismo global, como os hotéis: The Waldorf Astoria na Park Ave em New York, o Ritz na Place Vendome em Paris, The Peninsula me Hong Kong, o Alvear em Buenos Aires e o mais recente o Burj Al Arb em Dubai.

O que é gastronomia? A palavra gastronomia tem origem no grego antigo e quer dizer o conhecimento do estômago. Na indústria de viagens é um serviço básico e fundamental para o turista. O conhecimento técnico que abrange a culinária, bebidas e todos os aspectos culturais relevantes a determinado prato.
Um turista pode ser pegado pela boca. Existem restaurantes que são tão famosos quando o destino na cidade. Como é o caso do Restaurante Madalozzo em Curitiba, que mantém o Record mundial de maior restaurante do mundo. Ou o Restaurante La Tour em Paris o mais antigo da cidade e o mais caro também. Ou Ainda o primeiro Café do Mundo, que é o Café _____ na Praça de São Marcos em Veneza na Itália. A gastronomia complementa as experiências turísticas e necessita de muito treinamento e qualificação, pois o produto final é feito e entregue na mesma hora.

O que são considerados de apoio ao turístico? Todos os serviços que estão disponíveis para atender as diversas demandas dos variados tipos de turistas. Um Shopping Center atende aos turistas que procuram comprar. Um salão de beleza pode, em determinados momentos, atender a turistas. Empresas que alugam lanchas, carros, helicóptero, bicicleta dão apoio ao turismo. Danceterias e boates também atendem ao turista. Assim quase todos os serviços que uma cidade apresenta podem dar apoio à indústria de viagens e turismo. 

 Referencial Bibliográfico

IGNARRA, Luiz Renato. Fundamentos do Turismo. 2ª Ed. São Paulo: Pioneira Thomson Leraning, 2003.

GOELDNER, Charles e outros. Turismo: Princípios, Práticas e Filosofia. 8ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.





[1] Especialista em Empreendedorismo no Turismo pela ENE/UFSC (1999); Bacharel em Turismo pela Escola Superior de Turismo e Hotelaria - ESTH (1999); Coordenadora dos Cursos de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Gestão de Eventos da ASSESC.
[2] Especialista em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa (2001); Professor titular do Curso de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e consultor em projetos de infra-estrutura turística.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sebrae no Mar



SEBRAE no mar. 

Álvaro Ornelas* 

A necessidade de assumir em definitivo o Setor Náutico Catarinense como estratégia relevante para o desenvolvimento econômico e inclusão social por meio da geração de emprego fica evidente em estudos e quando comparamos Santa Catarina ao mercado da náutica global. 

As análises e criteriosa pesquisa secundário serviram de base para a construção de uma grande e projeto para auxiliar os micro e pequenos empresários do segmento náutico catarinense no processo de aumento da competitividade de micro e pequenos empresários da náutica. 

O projeto elaborado pela ONS CONSULTORIA foi, por mim, apresentado ao amigo e turismólogo Wilson Sanches, na época responsável pela Coordenadoria da Grande Florianópolis. Por ter um perfil empreendedor e com ampla visão de negócios, fui contratado para dar início à viagens de benchmarking em países que utilizam o mar como estratégia de mercado, para melhor auxiliar os atores do setor náutico estadual, no processo de aumento da competitividade da indústria fomentadora, dos serviços e do comércio náutico, assim nasceu o embrião que veio a gerar o Projeto Pólo Náutico Indústria e Turismo do SEBRAE/SC, que uniu dois dos clusters da Economia do Mar. O projeto catarinense serviu de inspiração para projetos relacionados a náutica nos Estados do Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Assim foi ampliado o conceito SMART SEA e mais ações foram desenvolvidas para tentar compreender e gerar negócios relacionados à Economia do Mar. 


Benchmarking SEBRAE SC empresários do setor náutico. 
Gênova Boat Show, 2015

 Entender o mercado da náutica de forma sistêmica foi o alicerce para fundamentar ações e propostas. As diversas viagens técnicas de benchmarking realizadas pelo SEBRAE SC e organizadas pela OSN CONSULTORIA identificaram oportunidades de melhoria e de inovação quase que imediatas para o Estado de Santa Catarina. Os destinos escolhidos foram os Polo Náuticos mais impactantes no mercado global: A Região da Ligúria (a Rivieira Italiana) e a região sul da Flórida. 

O potencial do Turismo Náutico em Santa Catarina foi também relacionando à cultura e ao legado dos colonizadores portugueses, que fizeram dos Portos de São Francisco (3ª cidade mais antiga do Brasil), Laguna e na capital (Ribeirão da Ilha), pontos estratégicos para o desenvolvimento econômico de nosso estado, porém no processo de ocupação e transformação do território, o mar ficou em segundo plano, Santa Catarina, literalmente deu “as costas” para seus rios e o litoral. O saber e o fazer das pessoas de "essência náutica" entraram nas análises como variável principal, porque, ao contrário da indústria tradicional, a INDÚSTRIA NÁUTICA depende da "cultura do mar" para fornecer produtos de alto valor agregado. É uma indústria particular que demanda estratégia para internacionalizar o seu produto. Os gestores (fundadores e CEOs) de estaleiros de Santa Catarina (e do Brasil), não têm visão sistêmica integrada do mercado náutico. 

Nas primeiras viagens de benchmarking internacionais, fomos com empresários que ainda não haviam conhecidos os boat shows selecionados, vistamos marinas, estaleiros, canteiro naval, instalações de inteligência espacial que usam o mar e plataformas, enfim, o SEBREA SC mergulhou no mundo da Economia do Mar. 

A “redescoberta” de outras dimensões e variáveis da Economia do Mar fez com que os trabalhos tradicionais fossem "adequados" as complexas cadeias para entender o Turismo Náutico, os Serviços Náuticos e o Comércio Náutico. 

Outra reflexão importante, resultado das visitas de benchmarking é que o setor náutico é uma relevante estratégia para manter o fluxo turístico contínuo o ano inteiro, seja por meio de eventos, da pesca esportiva, da comercialização de embarcações e simplesmente a prestação de serviços de manutenção naval.

Um enorme potencial foi identificado, de forma prática, pelo SEBRAE SC por meio dos serviços da OSN CONSULTORIA, e os dados e informações levantados estão disponibilizados para auxiliar as lideranças do setor, na tomada de decisões de impacto para aproveitar as possibilidades que o mar pode prover à economia do Estado.

Devido a complexidade e o fato de ser novo este entendimento, o projeto  e o investimento pode se tornar "um bom projeto" porém sem impacto algum porque não há ambiente "tão inovador" interna e externa que suporte a continuidade. Mais um case de empreendedorismo interno que "foi para gaveta". Lamentável porque há demanda por estratégias mais inteligentes neste sentido. 


 SEBRAE SC com Consultores e Empresários, Gênova - 2015.
Missão Técnica - Benchmarking Genova Boat Show. 
Promoção do mergulho da Baia Tijucas e Passeios de Escuna na Baia Norte 
Santa Catarina - Brasil 




odo o conhecimento gerado por meio daqueles JOBS da OSN CONSULTORIA continua ajudando municípios a integrarem-se mais o mar, e procura ajudar empresários parceiros em verem oportunidades durante a "crise". 

Há espaço para inovar e vender mesmo "em crise" porque a náutica é global, a náutica catarinense só será global, quando a mentalidade for global e sem medo do que ainda não está formatado. 

Como meu amigo do SEBRAE SC, Wilson Sanches sempre fala: "para sair da curva demanda coragem...". Sejamos corajosos e vamos aproveitar o que existe para criar empregos e incluir as pessoas ao mercado da náutica. 

Santa Catarina tem condições reais de crescimento por meio da ampliação do uso de seu litoral e tem em seu DNA o empreendedorismo em sua cultura de essência náutica e certamente, quando chegar a hora, sempre pode-se contar com todas as equipes do SEBRAE de Santa Catarina para crescer e empreender.

Aos meus amigos e parceiros, desejo sempre, 

Suce$$o! 


Ornelas. 

#ECONOMIAdoMAR #EssênciaNÁUTICA #SmartSEA #ANCORA
#ANCORAdaECONOMIAdoMAR #BrasilNáutico2030 #MarCatarina2030

*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional  de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócio em empreendimentos com marinas no Brasil e criou e organizou o  Complexo Náutico TMC.  

** FOTOS: Acervo da OSN CONSULTORIA e relatórios de viagem técnicas do SEBRAE SC.