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segunda-feira, 18 de março de 2024

Ações Certeiras para Resultados Consistentes ao Mercado do Brasil.

 

GESTÂO | ESTRATÈGIA | NEGÓCIOS



Um pouco sobre nós  

A aprendizagem é um processo contínuo e criativo, somos uma empresa adaptável que se esforça para tirar partido da inovação, pensamento divergente com a gestão da interdependência das ideias.


Nossa Atuação 


OSN CONSULTORIA é uma empresa adaptável, que oferece um serviço profissional diversificável, carrega uma grande experiência em vários mercados e segmentos da indústria, comércio, serviços e turismo. 

Sempre empenhada em alcançar os resultados desejados, desafiando o status quo, proporcionando a responsabilidade e a transparência ao nosso portfólio.

Desde a ideia, sua execução e resultados, nós da OSN CONSULTORIA, mantemos vivo os princípios da cooperação e foco nos objetivos.

IDEIAS.

EXECUÇÃO.

RESULTADOS.

MERCADO IMOBILIÀRIO 
Da ideia aos Resultados


Nosso Estilo


A aprendizagem é um processo contínuo e criativo, somos uma empresa adaptável que se esforça para tirar partido da inovação, pensamento divergente com a gestão da interdependência das ideias desde a  execução aos resultados.

INTELIGENCIA EM PARCERIAS


Como tal, encorajamos colaborações, consultorias sinceras, fazendo compromissos coletivos, para construir o futuro desejado de forma cooperada. 


Trabalhamos por meio de ações certeiras para resultados consistentes! 


Missão | Visão | Valores  


Nossa missão é encorajar a aceleração econômica de territórios no Brasil, nas cidades onde atuamos, contribuindo para a conservação ambiental, cultural e da qualidade de vida, por meio da geração de emprego e renda. 


Nossa visão é a busca constante da excelência por meio de uma gestão com foco e comprometimento nos resultados.


Os valores que permeiam a empresa são: 


sustentabilidade plena -  inovação - conhecimento

ousadia - cooperação - transparência - credibilidade

comunicação clara - organização  -  diversidade  -  respeito 




fuTOURismo & Destinos e Territórios Inteligentes 

A OSN CONSULTORIA é uma empresa especializada em dar apoio à promoção e comercialização de produtos turísticos nos destinos e territórios com mais inteligência aplicada de forma estratégica, customizada e inovadora. 

Foi criada em 2010 para incentivar viajantes de todo o mundo a visitar os principais destinos turísticos do Brasil. A empresa trabalha com o marketing público-privado com objetivo de estreitar parcerias com o setor de viagens e turismo para maximizar os benefícios econômicos e sociais do turismo nas comunidades impactadas por esse importante vetor econômico do mundo moderno. 

Por meio de seus sites, a OSN CONSULTORIA inspira os viajantes a explorarem as possibilidades ilimitadas dos territórios regionais do Brasil.  



Revista Mar Catarina


Revista D.T.I Mato Grosso 


segunda-feira, 14 de novembro de 2022

TURISMO NÁUTICO. Aceleração Economica de Território.

 Entrevista com Álvaro Ornelas, consultor da OSN CONSULTORIA que voluntariamente COORDENA O GTT NAUTICO SC


                      

ORNELAS afirma que setor náutico de grandes embarcações não sofreu impacto com a crise, e as empresas poderia estar exportando barcos se tivessem mais design, gestão internacional e certificações de qualidade para vendas na Europa e Estados Unidos.

Foto: Marcos Horostecki/ND

Como o Grupo de Trabalho do Turismo Náutico está contribuindo com o Polo Náutico de Tijucas?
– Atualmente são várias frentes de trabalho para o fortalecimento da economia do mar de Santa Catarina, tendo Tijucas como um dos grandes potenciais reais de mercado para auxiliar a indústria, comércio, serviços e turismo náutico. O Grupo de Trabalho Náutico, que é um órgão da Secretaria de Estado de Turismo, está atuando no desenvolvimento do turismo e serviços relacionados à economia do mar, em conjunto com a Fecomércio, FIESC, e principalmente com o apoio do SEBRAE que viabiliza ações de benchmarking e auxiliar na organização  do setor.  
– Porque você acha que isso demorou tanto para acontecer em Tijucas?
Dentro do GT, Tijucas é o case que mais acelerou seu processo de desenvolvimento em toda a Santa Catarina.
-Mas esse potencial é de conhecimento geral bem antes da criação do GT…
Bem, mas foi só em 2013 que o município começou a atuar em conjunto com o governo do Estado nessa questão e começamos a vislumbrar o potencial de Tijucas, trabalhando de forma cooperada. Eu diria que o projeto acelerou muito desde que fomos chamados. Foi muito rápido, em menos de quatro anos houve uma mudança de comportamento e interesse na exploração do grande potencial que tem Tijucas nessa área.
-Pela sua experiência, o que vai acontecer primeiro no Polo Náutico?
O que acontece primeiro é a instalação do Tijucas Marine Center, que é um investimento 100% privado e que já começou a atrair empresas para Santa Catarina. Empresas do Rio de Janeiro, empresas de São Paulo que estão interessadas em um espaço com uma estrutura adequada para recebe-los e que a área localizada de frente para o mar tem plenas condições de oferecer.
E qual seria o potencial do Polo Náutico?
Acredito que Tijucas, nos próximos 20 anos, vai ser uma cidade que vai viver da economia do mar. Vai voltar a viver da economia do mar, porque tem espaço, está geograficamente posicionada entre mercados consumidores, como São Paulo, Porto Alegre e Buenos Aires e é também uma cidade em que os terrenos disponíveis são acessíveis do ponto de vista financeiro, comparado à região metropolitana da Capital e a região do Vale do Itajaí. Então, o potencial das áreas existentes aqui chama a atenção de todo o mercado do mar.
-O problema da boca da barra não prejudica esses investimentos?
Esse problema pode se alimentar e ganhar realmente um valor de mercado, para sensibilizar autoridades para a necessidade de investimento que ele exige. Porque até 2013, fazer os molhes na boca da barra era a única solução, o que é uma inverdade. O potencial da cidade é tão grande, que existe outras alternativas, que já são realidade e que não dependem da solução do problema para atrair um investimento da ordem, por exemplo, de R$ 70 milhões, que é o que vai garantir o Tijucas Marine Center. A estratégia da cidade para o mar é mais importante que a solução da boca da barra.
-E essa estratégia está consolidada?
Sim, porque a cidade procurou o GT Náutico para isso, em 2013. Em 2014 aprovou uma lei de incentivo municipal para atrair empresas. Em 2015 organizou a participação da cidade numa feira internacional. Foi até a Itália mostrar para os italianos que tem o potencial e 2016 tem um investimento privado confirmado que se chama Tijucas Marine Center. Cada ano um passo certo para um resultado consistente. Esse é o principal ganho. A boca da barra continua sendo um problema, mas com esses investimentos a solução dele fica bem mais próxima.
-Sabemos que o mercado náutico é um mercado de capital intensivo, que precisa de grande circulação de dinheiro. Essa situação do País, com a crise, o que ela impacta nesse projeto?
Na náutica, as embarcações de 40 pés em diante nunca sofreram com crise alguma no Brasil. Nunca vão sofrer. Assim como todo o mercado de alto luxo e alto padrão. Nenhuma das marcas de carros, por exemplo, como a Land Rover, sofreu com a crise. Esse segmento é fiel e tem clientes no Brasil de alto padrão que vão continuar comprando. O Brasil não faliu, o Brasil está em crise, é diferente. Claro que tudo abaixo disso não está acontecendo. Aquelas embarcações menores, de 30 pés, 20 pés, as de lazer, essas estão em situação complicada, porque o cidadão não vai deixar de financiar um carro novo para comprar um barco, porque não está sobrando dinheiro. Nós temos um segmento em Santa Catarina que são os estaleiros que produzem as embarcações de lazer, para a pesca e para mergulho, que custam o valor de um carro. Esse segmento sim foi afetado, mas nós acreditamos que logo sairá da crise também.
-Como fica a pesca nesse contexto, já que Tijucas tem uma relação muito forte com ela?
Eu vejo nesse primeiro momento que o potencial de Tijucas inclui as pessoas que residem na cidade e que estão envolvidas no setor, inclusive quem já está no mercado da pesca. Essa cidade respira náutica. Ela já foi náutica no passado e por alguma estratégia do passado ela deixou de ser. De cada dez tijuquenses, oito já estiveram dentro do mar ou conhecem as condições do mar. Isso é matéria prima. Não tem lugar nenhum no planeta que possua esse tipo de mão de obra. O que precisamos é capacita-los, para que eles estejam adaptados às novas tecnologias. Por isso a gente acredita que, talvez no ano que vem já venham os primeiros cursos, em parceria entre o Senai e o governo do Estado.
-Esse núcleo pode vir a ajudar também para que a região se beneficie de alguma forma pelo transporte marítimo?
O Polo Náutico de Tijucas tem tudo para contribuir com isso. Estamos trabalhando inclusive no processo de atrair cruzeiros para a Baía de Tijucas e para a Baia Norte e Baia Sul da região metropolitana. Mas tudo isso está alicerçado em uma carta náutica. E a última de Tijucas é de 1957. Isso custa R$ 800 mil e demora 60 dias para ficar pronto. É como se fosse fazer um asfalto e hoje não temos isso. E isso impacta no transporte aquaviário, importa no setor náutico, na maricultura e na segurança de quem navega. Perdemos muito com isso e estamos trabalhando para que isso aconteça e, no futuro, por exemplo, o polo náutico de Tijucas possa ser usado não só para desembarque de cruzeiros, mas para a manutenção de todas as embarcações que circulam pela região.

Cliente:  Secretaria de Turismo de Santa Catarina | GTT NAUTICO SC
Evento:  Entrevista N                    Data: 25.08.2016


quinta-feira, 14 de novembro de 2019

10 anos do European Boating Industry.


10 anos de trabalho de integração do European Boating Industry. 

Álvaro Ornelas*

Sustentabilidade econômica, proteção ambiental e inovação da indústria: uma visão para o futuro da indústria europeia de embarcações de recreio European Boating Industry (EBI)**, a voz da indústria de barcos de recreio comemorou seu aniversário de 10 anos no início de novembro. 

10 anos de EBI, Bruxelas, Novembro de 2019. 

Membros do Parlamento Europeu, Comissão Europeia e líderes do setor europeu de barcos recreativos se reuniram em Bruxelas para discussões de alto nível, estabelecendo uma visão para a próxima década. Reforçar o mercado único da UE, desescalar a guerra comercial UE-EUA, harmonizar qualificações, enfrentar os desafios ambientais e fortalecer a excelência industrial europeia são as principais prioridades.

O evento de alto nível que comemora o aniversário da fundação da Indústria Náutica Europeia (EBI) em 2009 ocorreu na Representação da Região de Nouvelle-Aquitaine na UE. A indústria náutica de recreio é central para o desenvolvimento de muitas regiões marítimas e costeiras.

Ao abrir o aniversário, o presidente da EBI, Jean-Pierre Goudant, comentou: “Nosso aniversário é um ótimo momento para recordar as realizações da EBI e celebrar dez anos de advocacia em nosso setor. É também uma oportunidade de enfatizar a importância do nosso setor como ator econômico para a UE. Nossos membros, muitos deles PME, fornecem dezenas de milhares de empregos e costumam ser a espinha dorsal das comunidades e economias locais. Como EBI, trabalharemos para fortalecê-los e a nosso setor por meio de uma abordagem verdadeiramente européia, em estreita colaboração com as instituições da UE e nossas partes interessadas. ”

Tiziana Beghin (membro do Parlamento Europeu) abriu o evento com uma declaração introdutória destacando o impacto positivo da indústria de barcos de recreio na Europa e na Itália, bem como a sua relevância para as instituições da UE. Moderado pela proeminente jornalista Jennifer Baker, o debate reuniu Felix Leinemann (Comissão Europeia, DG Assuntos Marítimos e Pescas), Mirna Cieniewicz (Groupe Beneteau), Bogusław Liberadzki (membro do Parlamento Europeu), Sebastian Nietupski (POLBOAT) e Dra. Anne -Cécile Dragon (Escritório Europeu de Políticas da WWF).

Os tópicos que ocuparam o centro do palco foram a desescalada da guerra comercial entre a UE e os EUA, prejudicando o setor, fortalecendo o mercado único da UE para a indústria náutica, a harmonização de qualificações para enfrentar as habilidades e a escassez de mão-de-obra, a economia circular e o desenvolvimento de um meio ambiente. indústria amigável.

Após o evento, o secretário-geral do EBI, Philip Easthill, comentou: “Estamos comprometidos em fortalecer nosso trabalho com as instituições da UE, nossos membros e partes interessadas, a fim de contribuir para desafios comuns em nível europeu. Esperamos avançar nas discussões sobre comércio, meio ambiente, economia circular, habilidades e mercado único em nossa segunda década. Conseguir a sustentabilidade econômica e ambiental correta é crucial para o nosso setor crescer, gerar empregos e se desenvolver. Oceanos e mares limpos e saudáveis ​​são a força vital de nossa indústria. ”, as citações durante o evento foram:  

Felix Leinemann (Chefe de Unidade, DG Assuntos Marítimos e Pescas da Comissão Européia) - “No contexto do Acordo Verde da Europa, precisaremos equilibrar o crescimento do turismo náutico com a sustentabilidade. Aprecio o compromisso do EBI de trabalhar com a Comissão em vários elementos de sustentabilidade: mudança climática, economia circular, respeito ao meio ambiente e, especialmente, nossa cooperação no desenvolvimento de um conceito europeu para a reciclagem de embarcações de recreio em fim de vida ”

Tiziana Beghin (membro do Parlamento Europeu) - “A indústria de barcos de recreio é uma atividade econômica essencial e empregadora para muitas regiões da Europa, incluindo a região da Ligúria de onde eu venho. A chave para a indústria é a sua orientação para as exportações, onde a UE possui uma relação comercial extremamente positiva. É crucial para nós, como formuladores de políticas, apoiar esse desenvolvimento e garantir que as empresas européias possam continuar a crescer removendo tarifas e barreiras comerciais. ”

Sebastian Nietupski (Presidente, POLBOAT) - “Um dos principais desafios para a nossa indústria é que os clientes estão ficando mais velhos e as gerações mais jovens têm uma abordagem diferente. Como está acontecendo com carros, motos e casas, o compartilhamento está se tornando a nova norma e o mesmo se aplica a passeios de barco. A economia compartilhada tem o benefício de tornar o barco ainda mais acessível, mas força os produtores a adaptar sua estratégia de uma maneira nova e mais ampla. Um barco não será apenas um barco - será um pacote de serviço completo, incluindo financiamento e manutenção. Esta mudança de produto para serviço será crucial para a UE levar em consideração ao analisar sua futura política industrial e ampliar o mercado único. ”

Mirna Cieniewicz (Diretora, Groupe Beneteau) - “Ser sustentável não é mais uma questão, é apenas como chegar lá. Avaliação do ciclo de vida, design ecológico, processos e materiais avançados de produção são todas as áreas a serem investigadas. Precisamos de mais disso juntamente com o apoio das instituições da UE para garantir que sejam realizados progressos em todo o mercado único dos barcos e seus equipamentos. Tendo contribuído para a criação da Indústria Náutica Européia como primeiro Secretário-Geral de todos os dez anos atrás e agora trabalhando para o maior construtor de barcos da Europa, o Groupe Beneteau, tenho o prazer de participar dessas discussões em nível europeu no EBI ”

Bogusław Liberadzki (membro do Parlamento Europeu) - “A indústria náutica tem um impacto econômico positivo para a Europa, como já vi claramente no exemplo da Polônia, meu país. Enquanto deputado ao Parlamento Europeu, a minha visão para os próximos anos é apoiar e desenvolver a indústria náutica e garantir que ela possa prosperar e crescer em toda a Europa. Garantir a coerência entre a sustentabilidade e fornecer a base para o crescimento é dever do Parlamento Europeu e de todas as instituições da UE ”

Dra. Anne-Cécile Dragon (diretora de políticas, WWF UE) - “Os próximos anos são cruciais para proteger nosso oceano e a base de recursos da qual depende um crescimento azul sustentável. Políticas marítimas integradas, fluxos financeiros e de investimentos sustentáveis, bem como o Planejamento Espacial Marinho baseado em ecossistemas são meios importantes para garantir um desenvolvimento ambientalmente sustentável da economia azul. O WWF espera trabalhar com as instituições e partes interessadas da UE, como a Indústria Náutica Européia, para tornar isso uma realidade ”

Piero Formenti (ex-presidente da EBI e vice-presidente da UCINA) - “Na minha qualidade de ex-presidente da EBI - Indústria Náutica Europeia, foi para mim uma grande honra e um verdadeiro prazer poder participar da as comemorações do 10º aniversário da fundação da nossa Associação Europeia. A Associação já se tornou uma entidade bem estabelecida e é considerada a voz oficial da indústria europeia de barcos no Parlamento Europeu e na Comissão Europeia em Bruxelas.
Gostaria de estender uma palavra especial de gratidão à deputada Tiziana Beghin por seu discurso de abertura nesta conferência e por seu forte apoio aos assuntos institucionais da nossa Associação. Gostaria também de felicitar sinceramente o atual Presidente Jean-Pierre Goudant e o Secretário-Geral pela excelente organização deste evento ”.
O Conceito SMART SEA, se trabalha de forma coerente com o mercado pode acelerar o potencial econômico existente na "Essência Náutica" do Brasil (mar, rio e lagos), há muito a crescer. 


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 


Ornelas*


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  



** Sobre o EBI: 
Um pouco sobre  a entidade da Indústria Náutica Européia (EBI). P European Boating Industria (EBI) representa a indústria náutica de recreio na Europa. Abrange todos os setores relacionados, como construção de barcos, fabricação de equipamentos, marinas e prestadores de serviços. O setor é um colaborador significativo da economia europeia, representando 32.000 empresas que empregam mais de 280.000 pessoas diretamente. A grande maioria do setor é composta por pequenas e médias empresas (PME). É um dos principais contribuintes para o turismo e tem uma perspectiva comercial global. A EBI é uma parte interessada estabelecida a nível da UE, defendendo e promovendo os interesses dos seus membros em questões-chave que vão desde a legislação do mercado único a políticas de crescimento, turismo e comércio da Economia do Azul. 
Mais informações aqui: europeanboatingindustry.eu

FONTE
Assessoria de Comunicação da European Boating Industry
Assessoria de Comunicação da Confederação da Industria Náutica Italiana - UCINA
Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  


Foto/Imagem:  UCINA, 14 de Novembro de 2019. 

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Guia de Navegação Recreacional em Áreas de Conservação Ambiental.

NAVEGAÇÃO DE RECREAÇÃO (TURISMO NÁUTICO) INCLUÍDA COMO ECOTURISMO EM 
ÁREAS DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL 
COM ESSÊNCIA NÁUTICA. 

Álvaro Ornelas*


A ideia de lançar um guia sobre a embarcação recreacional em Áreas de Conservação Ambiental foi apresentada pela ANCORA (Associação Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Mar do Brasil). Existe um enorme potencial de CONSERVAÇÃO com o melhor uso dos atrativos naturais , incluindo baías, costões, lagos naturais e artificiais e um enorme número de rios com potencial náutico. 

Nas Zonas de Conservação, com mais uso (com regras de uso e controle de fluxo) pode ser uma forma inteligente de conservação natural em orlas e da essência náutica dos territórios. 

A ANCORA, promoveu recentemente várias iniciativas destinadas a aumentar a conscientização dos barqueiros de recreio nas Áreas de Conservação na região sul do Brasil (RS, SC e PR). A ANCORA  apóia a criação de áreas marinhas protegidas e entende a importância de seu papel na conservação do meio marinho, lacustre e fluvial. 

No entanto, gostaríamos de salientar que as regras e diretrizes para a navegação nas muitas áreas protegidas diferem amplamente de área para área e em diferentes tipos de parques e pode ser confuso.

Existem regulamentos diferentes, dependendo de um determinado parque marinho ser estatal, federal ou municipal,  se for uma extensão submersa de um parque terrestre, se for um parque subaquático, se for um parque internacional, se for uma reserva natural - como no caso do Mar de Dentro no Rio Grande do Sul. 


Cruzeiros do Conhecimento do CCMAR de Rio Grande. 


O alcance da administração do estado para os governos locais e além, e os graus de proteção alocados a determinadas áreas, podem dificultar o uso correto desses importantes áreas de navegação. 

Estamos propondo um "Pacto de Navegação Sustentável" promovida pela ANCORA em conjunto com os municípios que desejam acelerar a sua "Essência Náutica" com base no conceito SMART SEA, a iniciativa inédita no Brasil, integra Associação Comercial de Punta de Este, ONGs internacionais e com o Departamento de Parques e Recreação dos Estados Unidos em Whashintog DC que forneceu a base para uma "reformulação" da Lei e métodos mais uniformes de melhor uso, Mais fácil de entender e SEGUIR. 

O guia será criado para que embarcações de recreio possam ter diretrizes para todas as áreas marinhas protegidas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nas primeira edição. Logo mais informações serão organizadas para que as os responsáveis pelas embarcações tenha tudo na "ponta do dedos". a Itália na ponta dos dedos.

O objetivo deste guia é ajudar os velejadores e condutores recreacionais a aproveitar essas importantes áreas protegidas, respeitando a vida selvagem e seu habitat natural.


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

Referências do Trabalho: 
OSN Consultoria, Florianópolis (SC)  
Universidade Federal do Rio Grande (RS)
Centro de Convivência Menos do Mar (CCMAR), Rio Grande (RS)
ICMBio de Pelotas 
Prefeitura de Pelotas 
Fundação de Turismo de Pelotas 
SEBRAE Pelotas 
Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  


Foto/Imagem:  Drº Lauro Barcellos, Acervo CCMAR, fevereiro de 2019.  



segunda-feira, 13 de maio de 2019

Importância do Turismo para o Brasil.

A Crescente Importância do Turismo 
como Atividade Econômica


Os deslocamentos, como necessidade temporária ou por lazer e entretenimento, sempre fizeram parte da história das civilizações. A partir de meados do século XIX, o turismo e a hotelaria foram sendo desenvolvidos, pouco a pouco, como atividades empresariais, mas foi no século XX que se constatou notável progresso tanto em termos quantitativos (número de viajantes, hotéis, agências, empregos diretos e indiretos etc.) quanto qualitativos (treinamento de pessoal,melhoramento da infra-estrutura etc.).

No Brasil, após uma fase de extração de riquezas (minerais e vegetais), o foco da atividade econômica dirigiu-se à agropecuária, perdurando ao longo de décadas. Posteriormente, desenvolveram-se as atividades industriais, ainda que de modo incipiente. Em meados do século XIX estavam aqui instaladas fábricas e oficinas dos ramos têxteis, vestuário, sabão, cerveja, fundição e vidros (dentre outros), ou seja, a estrutura industrial criada nesse período era dominada por indústrias leves. Na segunda metade da década de 1920, outros setores tradicionais (como alimentos, fabricação de chapéus e calçados) também se desenvolveram e, apenas a partir dessa época, iniciou-se a produção doméstica de cimento. A participação do café na pauta de exportação brasileira baixou de 71,7% para 47,1% no período 1935/1939, enquanto que a do algodão aumentou de 2,1% para 18,6%.
Tanto no primeiro governo Getulio Vargas (1930/1945) quanto no segundo (1951/1954) predominou o caráter industrializante de sua atuação e, pouco depois, Juscelino Kubitscheck (1956/1961) pôs em prática seu Plano de Metas – o objetivo de crescer “50 anos em 5” encontrou, nas metas quantitativas do plano, a referência para a adoção de medidas de incentivo ao investimento e o setor secundário da economia experimentou incrível impulso.

E muito se falou e se tratou das políticas agrícolas e industriais ao longo de todo o século.O setor serviços, que representa, atualmente, 57% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, parece ter sido relegado a um segundo plano, possivelmente por ser muito pulverizado e pouco compreendido.

No exterior, existem as denominações “tourism industry”, “hospitality industry” e “entertainment industry” e, em virtude de se tratarem de atividades diversas com interrelacionamentos com vários segmentos da economia, chegou-se a afirmar que o turismo seria uma “indústria sem chaminés”. 

Mas, segundo a classificação oficial brasileira, trata-se de atividade do setor terciário, mais precisamente do setor serviços. A relevância do turismo para a economia foi, primeiramente, ressaltada pelos países desenvolvidos, de economia de mercado; a seguir, os países socialistas, em geral, também perceberam o enorme potencial do setor, cujos efeitos multiplicadores estendem-se, em maior ou menor intensidade, a dezenas de ramos de atividade (constituíam-se exceção – e hoje não mais – a China e a Albânia).

No que concerne ao Brasil, a primeira menção legal à atividade turística consta em lei como:
> Decreto-Lei n° 406, de 4 de maio de 1938, que dispõe sobre a entrada de estrangeiros no território nacional; 
> Decreto-Lei de  n° 1915, de 27 de dezembro de 1939, criou uma divisão de turismo e o de n° 2.440, de 1940, tratou, exclusivamente, das empresas e agências de viagens e turismo, como estabelecimentos de assistências remuneradas aos viajantes, impondo a obrigatoriedade de registro prévio junto a órgãos de governo como condição para funcionamento; 

> Decreto-Lei n° 55, de 18 de novembro de 1966, definiu a política nacional de turismo, criou a Embratur e o CNTur (Conselho Nacional de Turismo);

> A Lei n° 6.513, de 20 de dezembro 1977, dispôs sobre a criação de áreas especiais e locais de interesse turístico, bem como sobre o inventário com finalidades turísticas dos bens de valor cultural e natural; 

> Decreto-Lei n° 2.294, 21 de novembro de 1986, tornou livres, no País, o exercício e a exploração de atividades e serviços turísticos, salvo quanto às obrigações tributárias e às normas municipais para a edificação de hotéis.

> A Lei n° 8.181, de 28 de março de 1991, atual regime jurídico da atividade turística, mudou o nome da Embratur (de Empresa Brasileira de Turismo para Instituto Brasileiro de Turismo), definindo sua competência. 

> A Medida Provisória n° 1.794-8, de 31 de dezembro de 1998, permitiu a criação do Ministério do Esporte e do Turismo, e, em 1 de janeiro de 2003, através da Medida Provisória n° 103, tal ministério foi desmembrado, sendo reconhecida, pelo governo federal, a atividade turística como importantíssimo fator de desenvolvimento econômico e social.


Este é um resumo da legislação turística brasileira, que abrange igualmente segmentos específicos, tais como meios de hospedagem, empresas organizadoras de eventos, agências de turismo, guias de turismo, bacharéis de turismo etc. Tal fato mostra que não apenas o setor empresarial procura “explorar” o turismo, mas também o governamental (agora elevado a nível de ministério) não só regula a atividade, elabora planos e programas, faz propaganda de destinos turísticos no país e no exterior, incentiva pesquisas, promove eventos nacionais e internacionais etc. Enfim, a atividade turística é reconhecida e valorizada como importante fator para o crescimento sustentado da economia.

Texto adaptado por Álvaro Ornelas, do texto original de Maresguia Neto. 

Turismo Náutico, mais negócios para o Brasil.

Turismo com foco no mercado. 

Álvaro Ornelas* 

Pela primeira vez no Brasil, o Plano Nacional de Turismo (PNT) está estruturado com total foco no mercado. Coloca a responsabilidade em Estados e principalmente nos municípios do Brasil para criar estratégias inteligentes para aumento do fluxo turístico continuo por todos os meses do ano em seus territórios. E, ao mesmo tempo, é uma forma (e oportunidade) de convidar o micro, pequeno e grandes empresários da cadeiras produtivas do turismo a proporem investimentos com base em estratégias em nichos de mercado específicos.  

O Plano Nacional de Turismo 2019-2022 lançado em Decreto Presidencial na segunda quinzena de Maio de 2019 é uma ótima notícia para o setor turístico no Brasil, em especial para Estados como Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul que detém conhecimento, investimetodores, potencial natural e humano para acelerar de forma exponecial sua performance no mercado turísticos Global. 

O PNT 2019-2022 está longe de ser um bom plano, mas pelo menos, aponta um macro-diretriz - foco no mercado. Ao mesmo tempo que parece natural e proposta é também uma posição clara e objetiva, coisa rara em ver em governos municipais e estadual, porém  não têm PLANO TURISTICO entendido e cooperado entre o poder público , os empresários e a entidades da sociedade organizada. A falta do planejamento integrada é a maior ameaça para constituir o "Destino Turístico Inteligente" largamento falado atualmente. 

A inteligência está em UNIR esforços diferentes em uma objetivo comum - tarefa difícil no turismo de forma geral. Diminuir as vaidades pessoais dos presidentes de associações turisticas, os interesses corporativistas de alguns empreendimentos e a falta de entendimento da classe políticas sobre o turismo são os desafios até 2022. 

Tenho usado por algum tempo a rash-tag #TURISMOsemCRISE em meus post, porque acredito que o turismo NUNCA ESTEVE em crise de mercado, a crise pior é a de EGOS. 

O que o novo PNT vem propor é a construção de PLANOS DE AÇÕES com #FOCOnoMERCADO  como um "norte turístico" para Prefeituras ineficientes e uma chance para que o empresário possa #pensarMELHOR sua estratégia de mercado e novos investimentos com a criação de  #açõesCERTEIRAS para gerar  #resultadosCONSISTENTES  e ao mesmo tempo uma oportunidade para acelerar nichos de mercados que pela ineficiência de gestão turística vem perdendo market-share em mercados globais, e em alguns casos, como no Turismo Náutico nem sequer apontam produtos a vendas nos principais operadores globais. 

Só no Estado de SANTA CATARINA há espaços para a instalação de grandes redes de "Alguéis de Barcos", porém se faz necessário uma legislação para que o segmento possa "existir" e atuar de forma competitiva no mercado global. Não estou falando só aluguéis de pequenas embarcações, as grandes são o que movimentam este sub-nicho de mercado (Economia do Mar> Turismo Náutico> Lazer Náutico> Serviços de aluguel > Super-Yachts), o entendimento desdas cadeias e suas características é que trabalhamos para INCLUIR e CONSOLIDAR um percentual desde mercado no litoral do Brasil. Depois vem a criação de roteiros e capacitação para que haja aumento da qualidade técnicas e a consequente QUALIDADE PERCEBIDA por serviços turístico, em especial em sub-segmentos, demandam mais esforços nas bases de cada cadeira de serviço. 

Em 2013, quando apresentei o conceito #SmartSEA como estratégia de rápido entendimento sobre o que PODE e o que DEVE ser trabalhafo primeiro para iniciar "NOVOS NEGÒCIOS" compatíveis com o potencial de cada nicho e sub-nicho de mercado. 

Outro exemplo vem do Estado de Mato Grosso, onde há o "maior CORREDOR DO ECOTURISMO" do mundo, uma produto que tem condições (potencial de mercado) para competir com os destinos como África do Sul, Tanzânia , Thailandia e Kênica no eco-turismo global. POrque não tem market-share? Porque não há PLANEJAMENTO ou estatratégias para "ver" o que pode ser feitos. Tem dinheiro, tem empresários TOP (acima da média), porém não conseguem formar uma INTELIGENCIA COLETIVA para que "norte turístico" do Estado de Mato Grosso seja compreencido. 

E por último, venho trabalhando o MAR DE DENTRO, no RIO GRANDE DO SUL. É uma Flórida (intercostal water) quando se fala em potencial náutico, o conceito SMART SEA está sendo introduzido para que os atores do turismo local e regional entendem forma de organizar melhor seu territórios em águas. Quando este municípios e região estiverem TRABALHANDO COM FOCO NO MERCADO do Turismo Náutico, certamente estarão entre os MAIORES DESTINOS de Turismo Náutico e ECOTURISMO do globol também. 

Espero que este novo PNT consiga UNIR esforços verdadeiras para que Santa Catarina seja um destinos turístico internacional na "potência máxima" ,que o Mato Grosso seja TOP5 destino de ecoturismo do globo e que "MAR DE DENTRO" do meu Rio Grande do Sul sejá o principal destino de turismo náutico da América Latina. Tudo isto é possível se as entidades deixarem seus egos de lado, se o empresário pensar grande juntos com as ações dos municípios - o turismo acontece no munícipios e na região de atuação. 

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

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