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sábado, 23 de abril de 2022

O Mar e a Orla.

FUTOURISMO | Qual é o futuro das orlas do Brasil? 


A pergunta acima não tem resposta certa. Pode ser dimencionada para a sua cidade, bairro ou ruas frente mar sem fórmulas, mas baseada na cooperação em redes de apoio à conservação ambiental e melhor uso de orlas. 

Desafio do Brasil é realizar o seu gerencimento costeiro de forma sincronizada entre os saberes e fazeres das pessoas (social), com a conservação ambiental e com a inclusão de empresas e iniciativa privadas no contexto. 

Suce$$o! 


Ornelas. 

#ECONOMIAdoMAR #EssênciaNÁUTICA #SmartSEA #FUTOURISM #TurismoNáutico #ORLAS #OrlasBrasil #TURISMOdeSOLePRAIA  

*Ornelas é um thinktank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócio em marinas no Brasil e idealizou e iniciou o Complexo Náutico TMC.  

** Artigo publicado na Revista VIP SHORE, Novembro de 2017, Santa Catarina.  





quarta-feira, 9 de março de 2022

Planejamento com foco no mercado.

Da série histórico de suce$$os...   

Entrevista com Álvaro Ornelas, consultor da OSN CONSULTORIA que voluntariamente COORDENA O GTT NAUTICO SC

                      

ORNELAS afirma que setor náutico de grandes embarcações não sofreu impacto com a crise, e as empresas poderia estar exportando barcos se tivessem mais design, gestão internacional e certificações de qualidade para vendas na Europa e Estados Unidos.

Foto: Marcos Horostecki/ND

Como o Grupo de Trabalho do Turismo Náutico está contribuindo com o Polo Náutico de Tijucas?
– Atualmente são várias frentes de trabalho para o fortalecimento da economia do mar de Santa Catarina, tendo Tijucas como um dos grandes potenciais reais de mercado para auxiliar a indústria, comércio, serviços e turismo náutico. O Grupo de Trabalho Náutico, que é um órgão da Secretaria de Estado de Turismo, está atuando no desenvolvimento do turismo e serviços relacionados à economia do mar, em conjunto com a Fecomércio, FIESC, e principalmente com o apoio do SEBRAE que viabiliza ações de benchmarking e auxiliar na organização  do setor.  
– Porque você acha que isso demorou tanto para acontecer em Tijucas?
Dentro do GT, Tijucas é o case que mais acelerou seu processo de desenvolvimento em toda a Santa Catarina.
-Mas esse potencial é de conhecimento geral bem antes da criação do GT…
Bem, mas foi só em 2013 que o município começou a atuar em conjunto com o governo do Estado nessa questão e começamos a vislumbrar o potencial de Tijucas, trabalhando de forma cooperada. Eu diria que o projeto acelerou muito desde que fomos chamados. Foi muito rápido, em menos de quatro anos houve uma mudança de comportamento e interesse na exploração do grande potencial que tem Tijucas nessa área.
-Pela sua experiência, o que vai acontecer primeiro no Polo Náutico?
O que acontece primeiro é a instalação do Tijucas Marine Center, que é um investimento 100% privado e que já começou a atrair empresas para Santa Catarina. Empresas do Rio de Janeiro, empresas de São Paulo que estão interessadas em um espaço com uma estrutura adequada para recebe-los e que a área localizada de frente para o mar tem plenas condições de oferecer.
E qual seria o potencial do Polo Náutico?
Acredito que Tijucas, nos próximos 20 anos, vai ser uma cidade que vai viver da economia do mar. Vai voltar a viver da economia do mar, porque tem espaço, está geograficamente posicionada entre mercados consumidores, como São Paulo, Porto Alegre e Buenos Aires e é também uma cidade em que os terrenos disponíveis são acessíveis do ponto de vista financeiro, comparado à região metropolitana da Capital e a região do Vale do Itajaí. Então, o potencial das áreas existentes aqui chama a atenção de todo o mercado do mar.
-O problema da boca da barra não prejudica esses investimentos?
Esse problema pode se alimentar e ganhar realmente um valor de mercado, para sensibilizar autoridades para a necessidade de investimento que ele exige. Porque até 2013, fazer os molhes na boca da barra era a única solução, o que é uma inverdade. O potencial da cidade é tão grande, que existe outras alternativas, que já são realidade e que não dependem da solução do problema para atrair um investimento da ordem, por exemplo, de R$ 70 milhões, que é o que vai garantir o Tijucas Marine Center. A estratégia da cidade para o mar é mais importante que a solução da boca da barra.
-E essa estratégia está consolidada?
Sim, porque a cidade procurou o GT Náutico para isso, em 2013. Em 2014 aprovou uma lei de incentivo municipal para atrair empresas. Em 2015 organizou a participação da cidade numa feira internacional. Foi até a Itália mostrar para os italianos que tem o potencial e 2016 tem um investimento privado confirmado que se chama Tijucas Marine Center. Cada ano um passo certo para um resultado consistente. Esse é o principal ganho. A boca da barra continua sendo um problema, mas com esses investimentos a solução dele fica bem mais próxima.
-Sabemos que o mercado náutico é um mercado de capital intensivo, que precisa de grande circulação de dinheiro. Essa situação do País, com a crise, o que ela impacta nesse projeto?
Na náutica, as embarcações de 40 pés em diante nunca sofreram com crise alguma no Brasil. Nunca vão sofrer. Assim como todo o mercado de alto luxo e alto padrão. Nenhuma das marcas de carros, por exemplo, como a Land Rover, sofreu com a crise. Esse segmento é fiel e tem clientes no Brasil de alto padrão que vão continuar comprando. O Brasil não faliu, o Brasil está em crise, é diferente. Claro que tudo abaixo disso não está acontecendo. Aquelas embarcações menores, de 30 pés, 20 pés, as de lazer, essas estão em situação complicada, porque o cidadão não vai deixar de financiar um carro novo para comprar um barco, porque não está sobrando dinheiro. Nós temos um segmento em Santa Catarina que são os estaleiros que produzem as embarcações de lazer, para a pesca e para mergulho, que custam o valor de um carro. Esse segmento sim foi afetado, mas nós acreditamos que logo sairá da crise também.
-Como fica a pesca nesse contexto, já que Tijucas tem uma relação muito forte com ela?
Eu vejo nesse primeiro momento que o potencial de Tijucas inclui as pessoas que residem na cidade e que estão envolvidas no setor, inclusive quem já está no mercado da pesca. Essa cidade respira náutica. Ela já foi náutica no passado e por alguma estratégia do passado ela deixou de ser. De cada dez tijuquenses, oito já estiveram dentro do mar ou conhecem as condições do mar. Isso é matéria prima. Não tem lugar nenhum no planeta que possua esse tipo de mão de obra. O que precisamos é capacita-los, para que eles estejam adaptados às novas tecnologias. Por isso a gente acredita que, talvez no ano que vem já venham os primeiros cursos, em parceria entre o Senai e o governo do Estado.
-Esse núcleo pode vir a ajudar também para que a região se beneficie de alguma forma pelo transporte marítimo?
O Polo Náutico de Tijucas tem tudo para contribuir com isso. Estamos trabalhando inclusive no processo de atrair cruzeiros para a Baía de Tijucas e para a Baia Norte e Baia Sul da região metropolitana. Mas tudo isso está alicerçado em uma carta náutica. E a última de Tijucas é de 1957. Isso custa R$ 800 mil e demora 60 dias para ficar pronto. É como se fosse fazer um asfalto e hoje não temos isso. E isso impacta no transporte aquaviário, importa no setor náutico, na maricultura e na segurança de quem navega. Perdemos muito com isso e estamos trabalhando para que isso aconteça e, no futuro, por exemplo, o polo náutico de Tijucas possa ser usado não só para desembarque de cruzeiros, mas para a manutenção de todas as embarcações que circulam pela região.

Cliente:  Secretaria de Turismo de Santa Catarina | GTT NAUTICO SC
Evento:  Entrevista N                    Data: 25.08.2016


segunda-feira, 4 de maio de 2020

Início da Bandeira Azul em Santa Catarina.

Dá série recordar é viver... 
Florianópolis recebe Seminário de Sustentabilidade Náutica
Por  Adilson Pacheco  - 22 de maio de 2015




Foto: Adilson Pacheco, Regata News.


O I Seminário Sustentabilidade Náutica – Praias e Marinas e o VIII Workshop Anual do Programa Bandeira Azul foi realizados nos dias 21 e 22 de maio, em Florianópolis. O propósito dos dois eventos foi discutir alternativas para promover a sustentabilidade por meio da melhoria na qualidade dos serviços, bem como as boas práticas de conservação ambiental. A realização é do Instituto Ambientes em Rede, com apoio da Associação de Garagens Náuticas e do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. 

O consultor da OSN CONSULTORIA que como pro-bono atual como coordenador executivo do GTT Náutico SC, Álvaro Ornelas, falou sobre as novas tendências do turismo no mundo todo e a importância de inovar e oferecer serviços de qualidade aos visitantes. “Os destinos turísticos – e isso vale para todos os segmentos do turismo náutico – precisam se posicionar no mercado. Destinos de mergulho, por exemplo, devem focar na promoção dos atrativos e características positivas para conquistar novos visitantes. Hoje o turismo está ligado diretamente aos valores e às experiências humanas”, enfatizou.



A coordenadora Nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, falou sobre os requisitos necessários para a obtenção do selo internacional, que pode ser conquistado por praias e marinas. “A Bandeira Azul comprova que o município ou o empreendimento está comprometido com a preservação dos recursos naturais e promove a interação sustentável com o meio ambiente”, explicou. Outro destaques da programação de quinta foi a palestra da espanhola Paloma Arias, que trabalhou durante 20 anos na entidade que desenvolve o programa Bandeira Azul na Espanha, a Asociación de Educación Ambiental y del Consumidor.



E o presidente do GTT Náutico SC, Leandro Ferrari destacou uma das principais iniciativas que contam com a parceria do GTT: o Projeto Limpeza dos Mares. “Em três edições retiramos cerca de quatro toneladas de lixo do fundo do mar. Essa iniciativa demonstra que o setor náutico está preocupado com a conservação do meio ambiente e sustentabilidade. Ninguém quer navegar em mar sujo”, afirmou.    


  
Ainda durante a manhã de quinta, O Seminário e o Workshop foi realizado no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), localizado na Rua Eduardo Gonçalves D’Avila, 303 – Itacorubi, Florianópolis.



Fonte: https://regatanews.com.br/2015/05/22/florianopolis-recebe-seminario-sustentabilidade-nautica/

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

NY redescobre sua essência náutica.

Os nova-iorquinos estão redescobrindo sua essência náutica. Como isto começou? 


                                                 Projeto +POOL de NYC. Piscina pública no East River. 

Primeiro com a melhorias na qualidade da água foi o fator que mais incentivaram um número crescente de nadadores de Nova York a buscar nos rios e praias mais lazer, espaços de esporte e claro, navegar/velejar. E depois usar o rio para mais entretenimento e negócios. 
  
Mais o um mês de Setembro com calor intenso, sob  minha cabeça na beira de uma pequena lancha em NYC. Verifico o encaixe dos meus protetores de ouvido de cera, coloco minha tampa de silicone e pulo. A água escorre dos meus óculos de proteção quando me afasto para revelar uma visão que poucos nadadores apreciam. Não sou profissional, mas agora posso dizer: nadei em Nova York. 

Ao norte, o centro de Manhattan se ergue como uma floresta acima da Ilha do Governador. Um pouco mais de um quilômetro a oeste, a figura verdigris de Lady Liberty tem vista sobre uma dúzia de rotas de balsa. "Pronto quando você estiver", grita meu guia local do turismo náutico em plena NOVA YORK. 
Foto: Divulgação do Turismo Náutico pelo NYC Convention& Visitors Bureau

Não tinha ideia de quanto tempo levará para nossa travessia, de Red Hook, no Brooklyn, até a famosa placa da Pepsi-Cola em Queens, a uma distância de pouco mais de 10 quilômetros. Não consigo nadar tudo isto, mesmo da lancha acompanhando grupo, começo a perceber a "Essência Náutica" e todos os aspectos do conceito SMART SEA se aplicam também a Big Apple !!! Ao descobrir isto meu olhar se intensificou mais ainda para descobrir todos os usos das águas de NYC que se aplicam ao SMART SEA, achei 45 negócios em menos de 10Km de travessia. 

Foto: Ornelas, setembro, 2019. 

Ira até o East River, sob as pontes Brooklyn, Manhattan e Williamsburg, seguindo a costa leste de Manhattan por cerca de 80 quadra. 

Depois de entrar em um piscina glacial na Patagônia Chilena, velejar entre as ilhas gregas e visitar as orlas mais famosas do mundo, na Ásia, Pacífico e Caribe. Nunca me ocorreu  - Nova York, uma cidade que visitei mais do que qualquer outra. "Acho que a maioria das pessoas aqui nem pensa no fato de estarem cercadas por água, mas há um grupo crescente de pessoas que sabem e fazem uso dela", disse-me meu piloto, que era mergulhador e hoje opera uma empresa de charters em Nova Jérsey e Nova York. Me disse que toda sexta-feira, uma gangue robusta de “mergulhadores” se reúne ali à sombra das montanhas-russas precárias. 

Eventos  náuticos de vela, caiaque, jet-ski e travessias a nado, tem uma extensa programação nas "águas de NYC". Segundo a IWSA (em livre tradução do inglês, Associação Internacional de Natação no Inverno), há muitos eventos de nado livre, e competições nas águas de NYC, em 2020.

 O Projeto +POOL, totalmente "financiado" por meio de "vaquinha" entre empresas locais, pessoas físicas com apoio da Prefeitura é mais uma oportunidade de negócios para a Beira Mar Norte de Florianópolis, para o Rio Guaíba em Porto Alegre, para Joinville na Baia Babitonga, para SINOP no Rio Teles Pires, para Pelotas na sua Laranjal. Uma ideia, com infinidades de possibilidades reais de negócios em 2020 no nosso Brasil. Me fez lembrar a piscina que vi na Dinamarca no ano passado. 



Nesta viagem, vim a negócios, em apenas um dia de lazer na "Big Apple", me deu energia para continuar a jornada, e crer que em 2020 a Essência Náutica das cidades no Brasil deverá ser debatida e uma constante.

Agora durante meu trabalho de consultoria nas cidades do Brasil e do Uruguai onde tenho falado e auxiliado o despertar do potencial náutico deles para o mercado globo, posso incluir NOVA YORK como exemplo, a menos provável das cidades, também é náutica e a cada dia faz sua essências náutica mais SMART SEA !!! 


Suce$$o sempre, 

Ornelas. 

#BONSventos #2020anoINOVADOR 


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi o coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

#NYCdica: 

Caiaque gratuito, não esqueça de dar gorjetas sempre. 
Endereços: Manhattan Community Boathouse: Pier 96 e 72nd St
                   Long Island City Community Boathouse: 46-01 5th St.
                   Brooklyn Bridge Park Boathouse: 334 Furman St.
                   North Brooklyn Boat Club: 49 Ash Street at McGuinness Blvd


Referências Bibliográficas:
> Guia NYC on line, acessado em Setembro de 2019. www.novayork.nyc/caiaque-gratuito-em-nyc/
> Internacional Winter Swimming Association, iwsa.world/


Imagens:
> Acervo Álvaro Ornelas, viagem NYC Setembro 2019.
> NYC Convention & Visitor Bureau. 




sexta-feira, 17 de agosto de 2018

TMC no Mato Grosso


EXPRESS: 

Em Agosto de 2018, o fundador e coordenador do Tijucas Marine Center, Álvaro Ornelas em parceria com o Escritório Deraldo Campos Arquitetuta e Urbanismo, foi mostrar nosso potencial imobiliário e náutico a partir do empreendimento Tijucas Marine Center no município de Tijucas em Santa Catarina. 

#EssenciaNAUTICA #SmartSEA #ECONOMIAdoMAR 
#POLOnáuticoTIJUCAS #TMC #TijucasMarineCenter 
#maisCONSERVAÇÃO #maisINCLUSÃOsocial #maisEMPREGOS #maisNEGÓCIOS 

                            

















quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Marine Express virá para Santa Catarina,

Confirmado durante oo Boat Show 2016, em São Paulo, que a empresa MARINE EXPRESS será a âncora do novo empreendimento TIJUCAS MARINE CENTER - TMC, o maior ecossistema de negócios náuticos que está sendo criada no POLO NÁUTICO do município. 

Da esquerda para a direita: 
Eduardo, presidente da OSN Brasil, 
Jean Di Sieno, vereador de Tijucas (SC), 
Paulo Teixeira, proprietário da Tijucas Empreendimento, 
Fabrízio Sestini, presidente da Marine Express, 
Almir Ornelas, diretor geral Tijucas Marine Center, e 
Paulo Frohlich, proprietário da área de Tijucas Empreendimento Imobiliário.


A Marine Express, principal representante de marcas líderes mundiais fornecedoras de equipamentos náuticos, terá filial na Tijucas Marine Center, um empreendimento voltado exclusivamente para o setor náutico do Estado de Santa Catarina e o primeiro investimento direto e totalmente privado captado pelo Polo Náutico da cidade de Tijucas iniciado pela Prefeitura Municipal com apoio da Associação Náutica ACATMAR e SEBRAE, em 2015. “A primeira área do empreendimento foi adquirida pela Marine Express, tirei foto apertando a mão, porque nós acabamos de fechar o negócio”, disse o presidente da Marine Express, Fabrizio Sestini. 








sexta-feira, 22 de maio de 2015

SMART-SEA: Bandeira Azul nas orlas de Santa Catarina.

Florianópolis recebe Seminário de Sustentabilidade Náutica
Por  Adilson Pacheco  - 22 de maio de 2015




Foto: Adilson Pacheco, Regata News.


O I Seminário Sustentabilidade Náutica – Praias e Marinas e o VIII Workshop Anual do Programa Bandeira Azul foi realizados nos dias 21 e 22 de maio, em Florianópolis. O propósito dos dois eventos foi discutir alternativas para promover a sustentabilidade por meio da melhoria na qualidade dos serviços, bem como as boas práticas de conservação ambiental. A realização é do Instituto Ambientes em Rede, com apoio da Associação de Garagens Náuticas e do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. 

O consultor da OSN CONSULTORIA que como pro-bono atual como coordenador executivo do GTT Náutico SC, Álvaro Ornelas, falou sobre as novas tendências do turismo no mundo todo e a importância de inovar e oferecer serviços de qualidade aos visitantes. “Os destinos turísticos – e isso vale para todos os segmentos do turismo náutico – precisam se posicionar no mercado. Destinos de mergulho, por exemplo, devem focar na promoção dos atrativos e características positivas para conquistar novos visitantes. Hoje o turismo está ligado diretamente aos valores e às experiências humanas”, enfatizou.



A coordenadora Nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, falou sobre os requisitos necessários para a obtenção do selo internacional, que pode ser conquistado por praias e marinas. “A Bandeira Azul comprova que o município ou o empreendimento está comprometido com a preservação dos recursos naturais e promove a interação sustentável com o meio ambiente”, explicou. Outro destaques da programação de quinta foi a palestra da espanhola Paloma Arias, que trabalhou durante 20 anos na entidade que desenvolve o programa Bandeira Azul na Espanha, a Asociación de Educación Ambiental y del Consumidor.



E o presidente do GTT Náutico SC, Leandro Ferrari destacou uma das principais iniciativas que contam com a parceria do GTT: o Projeto Limpeza dos Mares. “Em três edições retiramos cerca de quatro toneladas de lixo do fundo do mar. Essa iniciativa demonstra que o setor náutico está preocupado com a conservação do meio ambiente e sustentabilidade. Ninguém quer navegar em mar sujo”, afirmou.    


 
Ainda durante a manhã de quinta, O Seminário e o Workshop foi realizado no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), localizado na Rua Eduardo Gonçalves D’Avila, 303 – Itacorubi, Florianópolis.



Fonte: https://regatanews.com.br/2015/05/22/florianopolis-recebe-seminario-sustentabilidade-nautica/