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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Smart Sea >> Conservação Ambiental no MAR CATARINA

 PROGRAMA MANGUE LEGAL: O Mar que Nos Une e Faz Crescer

"O mar nos une, em todos os sentidos" – esta é a poderosa ideia central do consultor think tank da Economia do Mar, Álvaro ORNELAS. Integrar para crescer, olhando para o oceano não apenas como um recurso, mas como um elo vital. Com esta visão, três importantes entidades sem fins lucrativos de Santa Catarina uniram forças para potencializar a conservação dos manguezais do Estado: o Instituto Ambientalista Palhoça Menos Lixo (I.A.P.M.L), a Associação Educativa Shalom de Santa Catarina e a Associação dos Pescadores do Rio Imaruim.

A Força da União e o Valor Inestimável do Mangue

Os manguezais são verdadeiros berçários da vida marinha e guardiões silenciosos do nosso clima. A união dessas lideranças locais – Pescadores, Ambientais e Educadores – deu origem ao PROGRAMA MANGUE LEGAL. O objetivo é claro: implantar projetos inovadores, somando esforços para a conservação e o melhor uso dos recursos naturais por meio de soluções baseadas na natureza e na ciência cidadã.

O foco dos trabalhos é o Carbono Azul, o estoque de carbono armazenado e sequestrado por ecossistemas costeiros como os mangues e as ervas marinhas. Este é um meio econômico e eficaz de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, atraindo o interesse de comunidades científicas e políticas, além de abrir portas para mercados de carbono e financiamento climático. Preservar o manguezal é investir no futuro sustentável do planeta.

Como canta a poesia do oceano, a união é a onda que quebra na praia, que volta e avança com mais força:

"O mar é grande, mas não vive só, É a soma de cada gota que o faz mar. No fluxo e refluxo, um eterno nó: Na união de águas, a força do lugar."

Mangue Legal: Conservação com Ciência e Comunidade

Os manguezais de Santa Catarina receberão novas propostas de conservação por meio dos projetos estruturados pelo Programa. Essa ação conjunta visa aprimorar a gestão e garantir a perenidade deste ecossistema essencial.

Quem se beneficia com o Programa?

  • Gestores Públicos (Municipais e Governo do Estado): Ganham a perspectiva de gestão e operacionalização de um planejamento de conservação robusto, com duração de quatro anos.

  • Empresários Locais e Regionais: Têm a oportunidade de participar de uma ação socioambiental de impacto, viabilizando apoio ao movimento ESG (Ambiental, Social e Governança) com baixo custo.

  • Sociedade Civil Organizada: Sensibilizada e articulada, poderá direcionar seus recursos humanos e financeiros para uma ação de conservação ambiental consistente, criando também espaço para a educação ambiental.

  • Autarquias Governamentais: Terão a oportunidade de incluir em seus planejamentos anuais de investimentos ações focadas em resultados consistentes na conservação do mangue na Região Metropolitana de Florianópolis.

  • Comunidade Local: Incluindo os que vivem e convivem na orla do mangue, como quase 50% da população de Palhoça, e os moradores dos bairros de Joinville, Araquari e Itapoá, todos na Baía Babitonga.

O PROGRAMA MANGUE LEGAL prova que a integração de saberes e forças é o caminho para o crescimento, garantindo que o mar, que nos une geográfica e economicamente, continue a ser fonte de vida e prosperidade para todos.

Faça parte deste trabalho: doe e seja voluntário em nossas ações durante o ano.


segunda-feira, 17 de junho de 2024

Ictionfauna do Brasil com mais uma espécie.

 Ictiofauna da Amazônia ganha mais uma espécie de peixe - o SAURON. 

Amazônia Mato-Grossense e os livros de J.R.R. Tolkien se unem com o nome da nova espécie inspirada em sua obra - Senhor dos Anéis. 

Enquanto estudavam piranhas e pacus em um esforço para avaliar melhor a biodiversidade vital dos peixes nos rios da Amazônia Legal do Brasil, pesquisadores encontraram e identificaram uma nova espécie de pacu, um parente da piranha com uma dieta baseada em plantas e dentes parecidos com os de humanos.


Além de seus estranhos dentes perolados, a nova espécie possui marcantes marcas laranja e preta — incluindo uma ousada barra vertical preta que se estende pela sua lateral — que, segundo os pesquisadores, se assemelha ao símbolo do olho ardente do vilão Sauron da série de livros escritos por J.R.R. Tolkien, que depois foram adaptados ao cinema nos filmes “O Senhor dos Anéis"


IMAGEM 1: Mark Sabaj/Academy of Natural Sciences, Drexel U via CNN Newsource

IMAGEM 2:  Machado et al., 2024

FONTE: CNN Brasil


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Mar de Dentro - maior passivo econômico do RS


Bons Ventos para a Economia do Mar do MAR DE DENTRO  

Em 2017, estive a convite do SEBREA de Pelotas no encontro com autoridades e empresários dos municípios que formam, o Mar de Dentro, o maior ecossistema de negócios da Economia do  Mar no Brasil. 

Nossa associação, a ANCORA, já fez alguns importantes mapeamentos inicias para unir iniciativas governamentais, o conhecimento acadêmico com investidores internacionais e empreendimentos  econômicos muito além do melhor uso da orla, mas ampliar e qualificar de forma acelerada a "Essência Náutica" perdida desdes municípios que "têm ouro" nas mãos. 

Estamos disposto a colaborar para estes NOVOS NEGÓCIOS POSSÍVEIS no Rio Grande do Sul. 


A cidade de Rio Grande, está organizando um novo Plano Diretor em 2019, e nós estivemos no início do ano lá para colaborar com nossas experiência nos municípios de Santa Catarina e Mato Grosso que estão sendo, aos poucos, capacitados para receber mais investimentos relacionados ao comércio, aos serviço e ao turismo náutico. Já tivemos uma boa agenda qualitativa para entender melhor este potencial parado. Fizemos as seguintes ações: 

2017 - Junho. Pelotas|RS - 1º Encontro Regional da Economia do Mar, em Pelotas, organizado pelo SEBRAE Pelotas. 

2018 - Junho. Visita técnica aos sistema de transporte aquaviário  São José do Norte - Rio Grande.  

2018 - Agosto. Rio Grande|RS - Visita técnica ao CCMAR e Museus de Rio Grande. 

2019 - Março. Rio Grande|RS - Palestra sobre como o Plano Diretor pode dar mais segurança jurídicas a construção de estruturas de apoio ao comércio, serviços e turismo náutico em Rio Grande. 

2019 - Março. Pelotas|RS - Reunião sobre estruturas náuticas mais adequadas ao potencial náutico da  Praia do Laranjal. 

Muito bom ver que hoje, 4/11/2019, Hà um movimento positivo sobre aceleração da Economia do Mar, a Asso ANCORA garante o alinhamento entro o CONHECIMENTO TÉCNICO da academia com total FOCO NO MERCADO. 

Bons ventos vêem do Rio Grande Sul. 

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE
Tijucas Marine Center 
Website - www.TijucasMarineCenter.com.br 

Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  
Website - www.EconomiaDoMar.com.br 


Foto/Imagem:  Jornal do Comércio, 4 de Novembro de 2019. Porto Alegre, Rio Grande do Sul.  


segunda-feira, 1 de julho de 2019

Eco-labels para o Turismo Náutico.


Ecologia e boas práticas
Eco-certificações para a Praia do Ervivo-Praia Grande garantirão a conservação ambiental e o desenvolvimento tão desejados.

Álvaro Ornelas*

Quando uma comunidade deseja conservar o meio ambiente reflete um estado evoluído de cidadania, democracia e ao mesmo tempo promove a inclusão social de todos em seu território. Na Praia do Ervino-Praia Grande em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, agora em 2019, tem uma grande oportunidade de transformar todo o bairro em um exemplo de conservação, inclusão social e de geração de novos negócios no litoral de Santa Catarina por meio de um conjunto de Lei e atitudes que devem ser incluídas no novo Plano Diretor local.  

Para facilitar o entendimento do que pode ou não ser feito para a Praia do Ervino-Praia Grande, uma possibilidade real, seria trabalhar a comunidade local e o poder público de São Francisco do Sul para a adoção de boas práticas de uso de orla e desenvolvimento territorial.

Uma “eco-label” internacional pode ser ao mesmo tempo uma oportunidade para educar a comunidade e os visitantes no melhor uso das orlas e espaços públicos da Praia. Na prática o interesse é a educação-ambiental como forma de promover o turismo e o desenvolvimento das cadeias produtivas do turismo em um território.

Aqui em Santa Catarina, ajudei a implantação da Bandeira Azul na cidade de Governador Celso Ramos, na última temporada foi a cidade com maior número de Praias inscritas no programa europeu. Esta é uma das diversas “eco-labels” existes no mundo. Faz sentido à São Francisco do Sul e, em especial, à região do Parque do Acaraí mais a Praia do Ervino-Praia Grande, Canal do Linguado e Baía da Babitonga, sem falar nos arquipélagos e na orla em buscar critérios e reconhecimento nas diversas formas de conservar, que na prática é – buscar boas práticas de uso na orla e de toda a Praia do Ervino-Praia Grande.

A ONU e a OMT (Organização Mundial de Turismo) vêm na indústria de viagens e serviços  (no turismo de forma geral) uma grande oportunidade para gerar a PAZ e promover o BEM ESTAR SOCIAL desejado. Ou seja, o turismo, é, em sua essência, uma estratégia de ordenamento territorial e também é um agente de sustentabilidade plena (conservação, inclusão social e novos negócios). A Praia do Ervino-Praia Grande é um espaço que demanda excelente planejamento de longo prazo para que a qualidade de vida existente aqui hoje possa estar presente de forma similar em 2050 por exemplo. Temos que pensar a longo (e médio) prazo porque somos os responsáveis pelo nosso bairro, cidade, estado e País. Buscar por um “rótulo ecológico voluntário” é o desafio da Praia do Ervino-Praia Grande, atribuir às estâncias turísticas à beira mar que respeitem critérios relacionados com a gestão sustentável do território, entre outras coisas de pureza da água, limpeza das praias com o recolhimento adequado de resíduos, serviços eficientes para banhistas (novos negócios na orla) e adaptação para a acessibilidade na orla e inclusive ao mar (maior exemplo de cidadania, e mais oportunidade de negócios em serviços). Promover serviços de qualidade na orla, educar os usuários, re-invidicar ações adequadas do poder público, parecer trabalhoso e distrante de todos, na prática, é difícil, por isto se faz necessário gente do bem (sem vaidades pessoais) para atuarem como um “JURI-CONSELHO LOCAL” com sinergia para respeito aos critérios e a  legislação ambiental  já existentes no Brasil, em Santa Catarina e em São Francisco do Sul. Qual o primeiro grande passo é buscar que “território desejado” por todos? E consolidar as macro-diretrizes em um Plano Diretor que deverá ser respeitar e garantir a qualidade de vida de hoje para as próximas gerações. Estratégia já testadas e APROVADA em territórios semelhantes em Portugal (Parque Rio Formosa, Algarve) e na Itália (Cinque e Terre, Ligúria), que são cases de sucesso que transformaram áreas de insegurança jurídica e perigo ecológico em áreas de SUCESSO NO MERCADO TURÍSTICO por meio de certificações eco-labels ou eco-sociais, por exemplo, Patrinômino da Humanidade, Geo-Parques entre tantas várias outras certificações.

Ter o Parque Ecológico do Acaraí, uma orla de mar e o Canal do Linguado e a Baia Babitonga é , na prática, um grande oportunidade para que sejam buscadas certificações ecológicas para a Praia do Ervino-Praia Grande (as chamadas eco-labels). Assim todos que usarem ou frequentarem o Ervino, saberão o que podem e o que não devem fazer para respeitar quem vive e investe aqui. Teremos regras para viver, conviver e fazer negócios em nossa praia.

Queremos que mais pessoas naveguem por aqui, porém deve existir um código de conduta do capitão (ou velejador) da embarcação. Todos marinheiros sabem que não dá para jogar lixo no mar ou ao longo da costa; não dá para esvaziar as águas negras a bordo (esgoto) para o mar, águas costeiras e áreas sensíveis; não dá para jogar resíduos tóxicos ou perigosos no mar (óleo usado, ou baterias descartadas, tintas, solventes, detergentes, etc.). Todas as regras exigem também ORDEM PUBLICA, para criar espaços adequados para bom uso. Nas orlas a comunidade e Prefeitura local deve prover  recipientes apropriados para descartes diversos. Ainda fazer a coleta separada de resíduos (papel, vidro, etc.); usar produtos ecológicos para manutenção em geral. As autoridades são responsáveis ​​qualquer forma de poluição ou outras violações que prejudiquem o meio ambiente porém EU, VOÇÊ e o turista que visita a Praia do Ervino-Praia Grande deve estar ciente que aqui tem regras claras de viver e conviver com a natureza e respeitar a cidadania de todo.

Identificar, catalogar e transformar em espaço de educação e entretenimento espaços de orla e vegetação. Deixar claro o quê é proibido e o que pode ser feito. Mostrar quais regras devem ser obedecidas, respeitar os períodos de proibição de pesca ou caça; proteger e respeitar animais marinhos e plantas da orla e região; respeitar áreas vulneráveis ​​e áreas naturais protegidas; evitar danificar o leito do mar, particularmente na presença sítios arqueológicos subaquáticos, ou seja, de forma constante promover a consciência ambiental entre todos os que passam pelo mar, orla e parque. Outro desafio, que pode ser Lei no Plano Diretor é reduzir tanto quanto possível o uso de água, eletricidade e combustível nas novas construções, estudar e apontar onde se pode ser construído postos de abastecimentos terra-água, marinas, postos de salva-vidas, estacionamentos, bares, restaurantes e espaços para comércio e serviços turísticos. Há demanda por este ordenamento de forma legal.   

Enfim, pensar agora, nas melhores estratégias para a nossa Praia do Ervino-Praia Grande, como queremos que ela cresça e o que não podemos perder em qualquer tempo – a sua qualidade de vida. Temos a oportunidade agir agora! E garantir ações certeiras para resultados consistentes da conservação ambiental que tanto desejamos para São Francisco do Sul e para a “convidativa” Praia do Ervino-Praia Grande, seja de fato um grande novo destino turístico de orla da América Latina.

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.





*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócio em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Leia mais e estude as formas que você pode mudar o “SEU MUNDO”!

Consultora Internacional em gestão de orla e acessibilidade no mar – Paloma Arias Cabo Frio, Rio de Janeiro.

Sustentabilidade – Metas do Milênio

Campanha e desafio de uma comunidade de orla turística – banir o plástico na orla e no dia a dia

Case de destino turístico que ganha com Certificações Internacionais – Cinque Terre na Ligúria, Itália.

Case de parque ambiental de turismo  - Ria Formosa, no  Algarve em Portugal

Regras de uso da orla (praias turísticas)

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Guia de Navegação Recreacional em Áreas de Conservação Ambiental.

NAVEGAÇÃO DE RECREAÇÃO (TURISMO NÁUTICO) INCLUÍDA COMO ECOTURISMO EM 
ÁREAS DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL 
COM ESSÊNCIA NÁUTICA. 

Álvaro Ornelas*


A ideia de lançar um guia sobre a embarcação recreacional em Áreas de Conservação Ambiental foi apresentada pela ANCORA (Associação Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Mar do Brasil). Existe um enorme potencial de CONSERVAÇÃO com o melhor uso dos atrativos naturais , incluindo baías, costões, lagos naturais e artificiais e um enorme número de rios com potencial náutico. 

Nas Zonas de Conservação, com mais uso (com regras de uso e controle de fluxo) pode ser uma forma inteligente de conservação natural em orlas e da essência náutica dos territórios. 

A ANCORA, promoveu recentemente várias iniciativas destinadas a aumentar a conscientização dos barqueiros de recreio nas Áreas de Conservação na região sul do Brasil (RS, SC e PR). A ANCORA  apóia a criação de áreas marinhas protegidas e entende a importância de seu papel na conservação do meio marinho, lacustre e fluvial. 

No entanto, gostaríamos de salientar que as regras e diretrizes para a navegação nas muitas áreas protegidas diferem amplamente de área para área e em diferentes tipos de parques e pode ser confuso.

Existem regulamentos diferentes, dependendo de um determinado parque marinho ser estatal, federal ou municipal,  se for uma extensão submersa de um parque terrestre, se for um parque subaquático, se for um parque internacional, se for uma reserva natural - como no caso do Mar de Dentro no Rio Grande do Sul. 


Cruzeiros do Conhecimento do CCMAR de Rio Grande. 


O alcance da administração do estado para os governos locais e além, e os graus de proteção alocados a determinadas áreas, podem dificultar o uso correto desses importantes áreas de navegação. 

Estamos propondo um "Pacto de Navegação Sustentável" promovida pela ANCORA em conjunto com os municípios que desejam acelerar a sua "Essência Náutica" com base no conceito SMART SEA, a iniciativa inédita no Brasil, integra Associação Comercial de Punta de Este, ONGs internacionais e com o Departamento de Parques e Recreação dos Estados Unidos em Whashintog DC que forneceu a base para uma "reformulação" da Lei e métodos mais uniformes de melhor uso, Mais fácil de entender e SEGUIR. 

O guia será criado para que embarcações de recreio possam ter diretrizes para todas as áreas marinhas protegidas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nas primeira edição. Logo mais informações serão organizadas para que as os responsáveis pelas embarcações tenha tudo na "ponta do dedos". a Itália na ponta dos dedos.

O objetivo deste guia é ajudar os velejadores e condutores recreacionais a aproveitar essas importantes áreas protegidas, respeitando a vida selvagem e seu habitat natural.


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

Referências do Trabalho: 
OSN Consultoria, Florianópolis (SC)  
Universidade Federal do Rio Grande (RS)
Centro de Convivência Menos do Mar (CCMAR), Rio Grande (RS)
ICMBio de Pelotas 
Prefeitura de Pelotas 
Fundação de Turismo de Pelotas 
SEBRAE Pelotas 
Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  


Foto/Imagem:  Drº Lauro Barcellos, Acervo CCMAR, fevereiro de 2019.  



segunda-feira, 13 de maio de 2019

Importância do Turismo para o Brasil.

A Crescente Importância do Turismo 
como Atividade Econômica


Os deslocamentos, como necessidade temporária ou por lazer e entretenimento, sempre fizeram parte da história das civilizações. A partir de meados do século XIX, o turismo e a hotelaria foram sendo desenvolvidos, pouco a pouco, como atividades empresariais, mas foi no século XX que se constatou notável progresso tanto em termos quantitativos (número de viajantes, hotéis, agências, empregos diretos e indiretos etc.) quanto qualitativos (treinamento de pessoal,melhoramento da infra-estrutura etc.).

No Brasil, após uma fase de extração de riquezas (minerais e vegetais), o foco da atividade econômica dirigiu-se à agropecuária, perdurando ao longo de décadas. Posteriormente, desenvolveram-se as atividades industriais, ainda que de modo incipiente. Em meados do século XIX estavam aqui instaladas fábricas e oficinas dos ramos têxteis, vestuário, sabão, cerveja, fundição e vidros (dentre outros), ou seja, a estrutura industrial criada nesse período era dominada por indústrias leves. Na segunda metade da década de 1920, outros setores tradicionais (como alimentos, fabricação de chapéus e calçados) também se desenvolveram e, apenas a partir dessa época, iniciou-se a produção doméstica de cimento. A participação do café na pauta de exportação brasileira baixou de 71,7% para 47,1% no período 1935/1939, enquanto que a do algodão aumentou de 2,1% para 18,6%.
Tanto no primeiro governo Getulio Vargas (1930/1945) quanto no segundo (1951/1954) predominou o caráter industrializante de sua atuação e, pouco depois, Juscelino Kubitscheck (1956/1961) pôs em prática seu Plano de Metas – o objetivo de crescer “50 anos em 5” encontrou, nas metas quantitativas do plano, a referência para a adoção de medidas de incentivo ao investimento e o setor secundário da economia experimentou incrível impulso.

E muito se falou e se tratou das políticas agrícolas e industriais ao longo de todo o século.O setor serviços, que representa, atualmente, 57% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, parece ter sido relegado a um segundo plano, possivelmente por ser muito pulverizado e pouco compreendido.

No exterior, existem as denominações “tourism industry”, “hospitality industry” e “entertainment industry” e, em virtude de se tratarem de atividades diversas com interrelacionamentos com vários segmentos da economia, chegou-se a afirmar que o turismo seria uma “indústria sem chaminés”. 

Mas, segundo a classificação oficial brasileira, trata-se de atividade do setor terciário, mais precisamente do setor serviços. A relevância do turismo para a economia foi, primeiramente, ressaltada pelos países desenvolvidos, de economia de mercado; a seguir, os países socialistas, em geral, também perceberam o enorme potencial do setor, cujos efeitos multiplicadores estendem-se, em maior ou menor intensidade, a dezenas de ramos de atividade (constituíam-se exceção – e hoje não mais – a China e a Albânia).

No que concerne ao Brasil, a primeira menção legal à atividade turística consta em lei como:
> Decreto-Lei n° 406, de 4 de maio de 1938, que dispõe sobre a entrada de estrangeiros no território nacional; 
> Decreto-Lei de  n° 1915, de 27 de dezembro de 1939, criou uma divisão de turismo e o de n° 2.440, de 1940, tratou, exclusivamente, das empresas e agências de viagens e turismo, como estabelecimentos de assistências remuneradas aos viajantes, impondo a obrigatoriedade de registro prévio junto a órgãos de governo como condição para funcionamento; 

> Decreto-Lei n° 55, de 18 de novembro de 1966, definiu a política nacional de turismo, criou a Embratur e o CNTur (Conselho Nacional de Turismo);

> A Lei n° 6.513, de 20 de dezembro 1977, dispôs sobre a criação de áreas especiais e locais de interesse turístico, bem como sobre o inventário com finalidades turísticas dos bens de valor cultural e natural; 

> Decreto-Lei n° 2.294, 21 de novembro de 1986, tornou livres, no País, o exercício e a exploração de atividades e serviços turísticos, salvo quanto às obrigações tributárias e às normas municipais para a edificação de hotéis.

> A Lei n° 8.181, de 28 de março de 1991, atual regime jurídico da atividade turística, mudou o nome da Embratur (de Empresa Brasileira de Turismo para Instituto Brasileiro de Turismo), definindo sua competência. 

> A Medida Provisória n° 1.794-8, de 31 de dezembro de 1998, permitiu a criação do Ministério do Esporte e do Turismo, e, em 1 de janeiro de 2003, através da Medida Provisória n° 103, tal ministério foi desmembrado, sendo reconhecida, pelo governo federal, a atividade turística como importantíssimo fator de desenvolvimento econômico e social.


Este é um resumo da legislação turística brasileira, que abrange igualmente segmentos específicos, tais como meios de hospedagem, empresas organizadoras de eventos, agências de turismo, guias de turismo, bacharéis de turismo etc. Tal fato mostra que não apenas o setor empresarial procura “explorar” o turismo, mas também o governamental (agora elevado a nível de ministério) não só regula a atividade, elabora planos e programas, faz propaganda de destinos turísticos no país e no exterior, incentiva pesquisas, promove eventos nacionais e internacionais etc. Enfim, a atividade turística é reconhecida e valorizada como importante fator para o crescimento sustentado da economia.

Texto adaptado por Álvaro Ornelas, do texto original de Maresguia Neto. 

Turismo Náutico, mais negócios para o Brasil.

Turismo com foco no mercado. 

Álvaro Ornelas* 

Pela primeira vez no Brasil, o Plano Nacional de Turismo (PNT) está estruturado com total foco no mercado. Coloca a responsabilidade em Estados e principalmente nos municípios do Brasil para criar estratégias inteligentes para aumento do fluxo turístico continuo por todos os meses do ano em seus territórios. E, ao mesmo tempo, é uma forma (e oportunidade) de convidar o micro, pequeno e grandes empresários da cadeiras produtivas do turismo a proporem investimentos com base em estratégias em nichos de mercado específicos.  

O Plano Nacional de Turismo 2019-2022 lançado em Decreto Presidencial na segunda quinzena de Maio de 2019 é uma ótima notícia para o setor turístico no Brasil, em especial para Estados como Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul que detém conhecimento, investimetodores, potencial natural e humano para acelerar de forma exponecial sua performance no mercado turísticos Global. 

O PNT 2019-2022 está longe de ser um bom plano, mas pelo menos, aponta um macro-diretriz - foco no mercado. Ao mesmo tempo que parece natural e proposta é também uma posição clara e objetiva, coisa rara em ver em governos municipais e estadual, porém  não têm PLANO TURISTICO entendido e cooperado entre o poder público , os empresários e a entidades da sociedade organizada. A falta do planejamento integrada é a maior ameaça para constituir o "Destino Turístico Inteligente" largamento falado atualmente. 

A inteligência está em UNIR esforços diferentes em uma objetivo comum - tarefa difícil no turismo de forma geral. Diminuir as vaidades pessoais dos presidentes de associações turisticas, os interesses corporativistas de alguns empreendimentos e a falta de entendimento da classe políticas sobre o turismo são os desafios até 2022. 

Tenho usado por algum tempo a rash-tag #TURISMOsemCRISE em meus post, porque acredito que o turismo NUNCA ESTEVE em crise de mercado, a crise pior é a de EGOS. 

O que o novo PNT vem propor é a construção de PLANOS DE AÇÕES com #FOCOnoMERCADO  como um "norte turístico" para Prefeituras ineficientes e uma chance para que o empresário possa #pensarMELHOR sua estratégia de mercado e novos investimentos com a criação de  #açõesCERTEIRAS para gerar  #resultadosCONSISTENTES  e ao mesmo tempo uma oportunidade para acelerar nichos de mercados que pela ineficiência de gestão turística vem perdendo market-share em mercados globais, e em alguns casos, como no Turismo Náutico nem sequer apontam produtos a vendas nos principais operadores globais. 

Só no Estado de SANTA CATARINA há espaços para a instalação de grandes redes de "Alguéis de Barcos", porém se faz necessário uma legislação para que o segmento possa "existir" e atuar de forma competitiva no mercado global. Não estou falando só aluguéis de pequenas embarcações, as grandes são o que movimentam este sub-nicho de mercado (Economia do Mar> Turismo Náutico> Lazer Náutico> Serviços de aluguel > Super-Yachts), o entendimento desdas cadeias e suas características é que trabalhamos para INCLUIR e CONSOLIDAR um percentual desde mercado no litoral do Brasil. Depois vem a criação de roteiros e capacitação para que haja aumento da qualidade técnicas e a consequente QUALIDADE PERCEBIDA por serviços turístico, em especial em sub-segmentos, demandam mais esforços nas bases de cada cadeira de serviço. 

Em 2013, quando apresentei o conceito #SmartSEA como estratégia de rápido entendimento sobre o que PODE e o que DEVE ser trabalhafo primeiro para iniciar "NOVOS NEGÒCIOS" compatíveis com o potencial de cada nicho e sub-nicho de mercado. 

Outro exemplo vem do Estado de Mato Grosso, onde há o "maior CORREDOR DO ECOTURISMO" do mundo, uma produto que tem condições (potencial de mercado) para competir com os destinos como África do Sul, Tanzânia , Thailandia e Kênica no eco-turismo global. POrque não tem market-share? Porque não há PLANEJAMENTO ou estatratégias para "ver" o que pode ser feitos. Tem dinheiro, tem empresários TOP (acima da média), porém não conseguem formar uma INTELIGENCIA COLETIVA para que "norte turístico" do Estado de Mato Grosso seja compreencido. 

E por último, venho trabalhando o MAR DE DENTRO, no RIO GRANDE DO SUL. É uma Flórida (intercostal water) quando se fala em potencial náutico, o conceito SMART SEA está sendo introduzido para que os atores do turismo local e regional entendem forma de organizar melhor seu territórios em águas. Quando este municípios e região estiverem TRABALHANDO COM FOCO NO MERCADO do Turismo Náutico, certamente estarão entre os MAIORES DESTINOS de Turismo Náutico e ECOTURISMO do globol também. 

Espero que este novo PNT consiga UNIR esforços verdadeiras para que Santa Catarina seja um destinos turístico internacional na "potência máxima" ,que o Mato Grosso seja TOP5 destino de ecoturismo do globo e que "MAR DE DENTRO" do meu Rio Grande do Sul sejá o principal destino de turismo náutico da América Latina. Tudo isto é possível se as entidades deixarem seus egos de lado, se o empresário pensar grande juntos com as ações dos municípios - o turismo acontece no munícipios e na região de atuação. 

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE: