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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Smart Sea >> Bilhões da Náutica Baia Tijucas

 

Baía Tijucas: 

O Novo Gigante do Urbanismo Latino-Americano

A união estratégica entre Porto Belo, Bombinhas, Tijucas e Governador Celso Ramos está consolidando o que especialistas já apontam como o maior território de expansão urbana planejada da América Latina. Este ecossistema transcende fronteiras municipais para criar uma metrópole linear de altíssimo valor agregado.

1. O Modelo de Aceleração Econômica

O motor deste crescimento baseia-se na integração de fluxos. Enquanto o litoral tradicional sofre com o adensamento desordenado, a Baía Tijucas aposta em:

  • Verticalização Sustentável: Masterplans que respeitam o recuo das orlas e a ventilação natural.

  • Segurança Jurídica: Planos diretores alinhados que atraem fundos de investimento imobiliário e infraestrutura internacional.

  • Diversificação de Matriz: Menos dependência do turismo sazonal e mais foco em tecnologia, serviços de luxo e logística.

2. Conectividade Plena: Ar, Terra e Mar

A viabilidade deste "novo eldorado" está ancorada no acesso facilitado:

  • Terrestre: A duplicação de acessos e a proximidade com a BR-101 conectam a região aos maiores polos industriais do sul do país.

  • Aéreo: A implementação e expansão de infraestruturas aeroportuárias (como o Condomínio Aeronáutico de Tijucas) permitem que o público de alto poder aquisitivo e executivos pousem a poucos minutos de suas residências ou negócios.

  • Marítimo: O desenho da baía, com águas calmas e profundidade estratégica, posiciona a região como o próximo grande hub de Cruzeiros Marítimos e iatismo de lazer, aliviando a saturação de portos vizinhos.



3. O Contraste de Valor: Modernidade e Tradição

O grande diferencial competitivo da Baía Tijucas é a manutenção da sua essência. O projeto prevê a coexistência harmônica entre:

  • Orlas Conservadas: Praias que mantêm a balneabilidade e a paisagem natural.

  • Vilas de Pescadores: A preservação da cultura açoriana e da gastronomia local não é apenas social, é um ativo turístico que gera "autenticidade", algo que o mercado de luxo global busca freneticamente.

O Potencial de Investimento

Com uma área de expansão vasta e ainda disponível, o custo de oportunidade na Baía Tijucas é superior ao de mercados já saturados como Balneário Camboriú. Estamos falando da criação de cidades inteligentes (smart cities) do zero, integradas a um dos cenários naturais mais deslumbrantes do Brasil.

A Baía Tijucas não está apenas crescendo; ela está desenhando o futuro do morar, investir e navegar na América do Sul.


O cenário que descrito, é o resultado da Alvaro Ornelas e o planejamento de 2013 não são mais apenas projetos, mas uma realidade física que está alterando o PIB da região. A presença da Marina Express e de outras marinas de serviço consolida Tijucas como o "backstage" indispensável e o motor logístico de todo o litoral central catarinense.

Aqui está como essa infraestrutura prática está tracionando o crescimento imobiliário e social:


O Ecossistema em Operação: 

Do Serviço ao Estilo de Vida


Enquanto cidades vizinhas focam apenas no turismo de lazer, Tijucas criou uma base de serviços náuticos pesados, o que gera empregos qualificados e demanda imobiliária constante.

1. Marina Express e a Logística Náutica

A operação de empresas como a Marina Express resolve um dos maiores problemas do setor em Santa Catarina: a falta de vagas e de manutenção especializada.

  • Capacidade de Atendimento: Oferece suporte para embarcações que circulam entre Governador Celso Ramos e Balneário Camboriú.

  • Valorização de Entorno: A instalação dessas marinas funciona como uma "âncora". Onde há infraestrutura náutica de serviço, o mercado imobiliário de luxo se instala ao redor, buscando a conveniência de ter o barco pronto para navegar a poucos minutos de casa.

2. A Praça Náutica: Democracia Marítima

Um dos grandes diferenciais de Tijucas é a Praça Náutica com rampa pública gratuita. Este é um caso raro de urbanismo inteligente que promove a "Economia do Mar" de forma inclusiva:

  • Fomento ao Comércio Local: Atrai proprietários de barcos de diversas cidades que utilizam a rampa e consomem no comércio, postos de combustíveis e restaurantes de Tijucas.

  • Vitalidade Urbana: Transforma a orla do rio em um espaço de convivência, aumentando a segurança e a atratividade para novos empreendimentos residenciais.


O Impacto no Mercado Imobiliário

Este modelo de aceleração está criando um fenômeno de "transbordamento de valor":

  1. Novos Lançamentos: O eixo entre Tijucas e Porto Belo está recebendo bairros planejados que já nascem com a temática náutica e foco em sustentabilidade.

  2. Verticalização Qualificada: A demanda não é apenas por moradia, mas por apartamentos que ofereçam "estilo de vida marinheiro", integrando a facilidade de acesso à Baía.

  3. Investimento Seguro: A presença de infraestrutura física (rampas, marinas de serviço, estaleiros) garante que a valorização imobiliária não seja uma bolha, mas sim baseada em ativos econômicos reais e funcionais.

A Conexão com a Baía Tijucas

Com o serviço náutico resolvido em Tijucas e a beleza natural preservada em Bombinhas e Governador Celso Ramos, o território se torna autossuficiente. O turista de cruzeiro que desembarcar nesta baía verá uma região organizada, onde o barco é o protagonista da economia.


Resumo do Potencial Logístico-Imobiliário

Equipamento

Função Estratégica

Benefício para o Investidor

Marinas de Serviço

Manutenção e Guarda

Garante liquidez e utilidade para o patrimônio náutico.

Rampa Pública

Acesso Gratuito

Gera fluxo de pessoas e valoriza o comércio do entorno.

Condomínio Aeronáutico

Acesso Rápido

Conecta o investidor de SP/PR diretamente ao seu barco.



Plano Direto de 2013 , já é realidade deve-se fomentar: 


Tijucas em Santa Catarina, é o primeiro município do Brasil a 

iniciar ações com sobre a Economia do Mar com base no conceito SMART SEA. 


Este relato serve de memórias para todas as empresas, parceiros e investidores do TIJUCAS MARINA CENTER e para a compreensão da ampla estratégia desenhada pelo consultor Álvaro Ornelas da empresa OSN CONSULTORIA para acelerar o passivo econômico que as orlas de rios e do mar representam na região metropolitana da capital de Santa Catarina.


Foi a partir da observação das dificuldades que a gestão pública municipal (1) e os empresários donos de garagens náuticas enfrentavam para poderem investir em seus negócios, três perguntas foram estruturadas na mente do consultor Álvaro Ornelas:


1)      Qual o motivo principal dos municípios da Grande Florianópolis (e da também da capital) não terem marinas e boas estruturas de apoio à náutica de lazer?


2)      Qual o motivo dos estaleiros de pequenas e médias embarcações de lazer nos  municípios de Palhoça e Biguaçu estarem instalados longe do acesso a água?


3)  Quais seriam os melhores cases globais para acelerar a inovação na náutica de Santa Catarina?


A resposta a estas perguntas foram organizadas anos mais tarde, em 2013, com a estruturação do Conceito Smart Sea® (Figura 1), uma proposta metodológica para acelerar o potencial econômico existe nas orlas dos rios e do mar nos municípios da Grande Florianópolis desenvolvida pela empresa OSN CONSULTORIA de propriedade do consultor Álvaro Ornelas. .


Neste mesmo ano, o projeto desenhado pela OSN CONSULTORIA para o Instituto Marca Brasil, ganhou em Istambul na Turquia, o Prêmio Ulysses (2) da Organização Mundial de Turismo, reconhecendo a metodologia Tour da Experiência® como a estratégia de inovação para aceleração do fluxo turístico na Serra Imperial (no estado do Rio Janeiro).


Assim nasceu a ideia de implantar um grande pólo náutico de forma mais eficiente e eficaz para conseguir vender as dificuldades existentes na gestão pública nos municípios, no Estado de Santa Catarina e entre os empresários do setor náutico. 


E a primeira visita à Tijucas aconteceu em 17 de Abril de 2013 a convite do Secretário Antônio Serpa, Prefeito Valério Tomazi e de sua assessora de comunicação - Srtª Karina Peixoto (3)  .


Sucesso!


Ornelas. 


Fontes e mais informações: 


(1)   Polo Náutico Palhoça, 10 anos SEM gestão e SEM estratégia.

 https://ndmais.com.br/noticias/paolo-naautico-cambirela-pioneiro-na-cidade/


(2)   Instituto Marca Brasil é reconhecido pela metodologia Tour da Experiência (2013, OMT).

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/servicos/instituto-marca-brasil-ganha-premio-ulysses-da-omt/

(3)   Primeira Visita técnica à Tijuca:

http://tijucas.sc.gov.br/noticias/detalhe/grupo-de-turismo-nautico-visita-tijucas


segunda-feira, 7 de setembro de 2020

SMART SEA: Monitorfish.

Continuando a série tecnologia que fazem um SMART SEA, vamos apresentar empresas inovadora que procuram espaço para criar parcerias para entender melhor o mercado Brasileiro e assim criar espaços para ampliação do mercado náutico nacional, por meio da inovação já existentes em mercado mais evoluídos. 

A empresa de hoje é a  MONITORFISH.

A empresa desenvolveu um sistema inteligente de monitoramento do bem-estar dos peixes, "plug-and-play", baseado em nuvem. 

Oferece análise em tempo real de parâmetros críticos de crescimento de peixes em relação aos parâmetros da água para detectar qualquer desenvolvimento anormal entre os peixes e sugere ações recomendadas ao criador de peixes. 

A sua tecnologia garante o bem-estar saudável dos peixes, otimizando os custos operacionais da piscicultura.

A ANCORA DA ECONOMIA DO MAR acredita que seu custo e benefício para acelerar a competitividade e qualidade das fazendas de psicultura de lagos, rios e no mar, com a criação da maricultura. 



Só a qualidade de monitoramento visual surpreende, veja o vídeo que demonstra a qualidade dos serviços ofertados pela MONITORFISH da Alemanha para o Brasil, conheça mais:  

Qualidade de água - análise visual da criação: 




Sistema atualizado com dados na nuvem: 




Pitch comercial da empresa: 






Conheça mais no website: http://monitorfish.com/about-us/ 

Representante no Brasil, Eng William G Burato, contato +39 366 301 4948, Alemanha. 


quarta-feira, 10 de junho de 2020

Entrevista com o CEO da Azimut Brasil.

Brasil e América Latina, os melhores 
mercados para a náutica global. 


"O mercado náutico de Santa Catarina é um 
dos melhores do mundo"
Kátia Borges

Formado em administração de empresas na Itália e vindo de experiências no setor automotivo, o italiano Davide Breviglieri, 49, mora há 15 no Brasil e atua há cinco no mercado náutico, como CEO da Azimut Yachts, braço brasileiro do poderoso grupo italiano Azimut Benetti, maior fabricante de iates de alto luxo do planeta. Localizado na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o estaleiro da empresa  já produziu ao menos um grande sucesso nacional,   que  está sendo exportado para os Estados Unidos e países da América do Sul, o Azimut 42, que custa cerca de 700 mil dólares - o modelo de partida - e  tem como diferencial uma área para  churrasco no mar, instalada  na popa, que abriga frigobar, máquina de gelo e chopeira. Na contramão da crise, a Azimut teve um crescimento acima do esperado no ano passado, com faturamento de mais de 700 milhões de euros. O executivo esteve recentemente em Salvador para participar da  primeira edição do Aperitivo Azimut, "tentativa de aproximação maior com os clientes da Bahia", considerado um estado estratégico para a empresa, por conta de seu potencial marítimo. Conversamos com Davide na sede  da Marina Yachts,  representante oficial da marca no estado. Entre outras coisas, o executivo explica as  razões que levam o mercado de alto luxo a manter-se alheio à crise e qual o perfil dos consumidores "diferenciados".
O senhor já disse que a Bahia é  estratégica para a Azimut. Em termos de potencial náutico, como a situaria em relação a outros estados do país?       
Por sua situação territorial, a Bahia é um estado que  tem  um potencial náutico imenso e sempre foi  foco de interesse para nós. Mas apenas agora, a partir do fortalecimento da parceria com a Bahia Marina, conseguimos consolidar  um projeto de relevo. Infelizmente,  o mercado náutico não tem hoje   estatísticas oficiais que permitam situar a Bahia em relação a outros estados. Mas nossas pesquisas indicam   uma potencialidade de compra de  10% dos iates de luxo que pertencem à família Azimut. E este é um potencial que, do nosso ponto de vista, deverá crescer ainda mais expressivamente.

Sem estatísticas oficiais, como o interesse dos baianos pelos iates de alto luxo da  Azimut pode ser traduzido?           
Nossa aposta  na Bahia é grande e as perspectivas são bastante positivas. Apostamos em  um crescimento acima de dois dígitos por ano, o que, para nós, seria natural, dentro do projeto que estamos consolidando no país. Começamos a fabricação de barcos em 2011 e, hoje, já fizemos 35 embarcações. Então, dentro das nossas expectativas, da Bahia, esperamos entre 10% e 15% ao ano. 

Quais as novidades que a Azimut  traz ao mercado náutico do estado?          
Bom, somos o primeiro grupo no mundo em termos de proposta náutica de altíssimo nível e de altíssimo luxo. Então, na Bahia, a proposta é a mesma do nosso projeto no Brasil: oferecer uma experiência náutica que não se compara a nenhuma outra no país ou no mundo.

Está prevista a realização de um   curso específico para formação de tripulantes de embarcações de esporte e lazer em Salvador. Em sua opinião, há uma lacuna específica, nesse sentido, em relação ao Nordeste ou à Bahia?
Não, na verdade, há uma lacuna geral.  E a qualificação é um dos aspectos mais importantes do mercado náutico de luxo hoje no país. No ano passado, fizemos uma primeira edição, e o sucesso foi imenso. O que acontece é que o desenvolvimento do mundo náutico brasileiro é muito recente -  cerca de 15 anos - e os barcos têm hoje a bordo uma tecnologia extremamente sofisticada e que precisa ser utilizada com propriedade. Além disso, houve um crescimento no tamanho e na complexidade das embarcações, e a maioria dos marinheiros, embora experiente e com uma longa história no mercado e no mar, nem sempre acompanhou essas mudanças.

A  Azimut Yachts do Brasil teve um crescimento de mais de 15% no ano passado. Como a empresa conseguiu se manter ilesa em meio à crise econômica mundial?
Acredito que há dois cenários hoje que podemos considerar como elementos de análise. Um deles é o mercado interno de luxo. Este é, com certeza, um mercado diferenciado. Sentimos, logicamente, o momento que atravessa o país, mas o sentimos  de uma forma um pouco diferente, porque nossos clientes estão fora da média. Outro aspecto, o segundo aspecto, é que nosso projeto se confirmou de modo tão sólido, tão consistente,  que estamos agora preenchendo espaços que outros estaleiros internacionais não conseguiram manter. Temos uma vantagem gigantesca sobre eles, que é vender um produto com qualidade e características internacionais, mas com preços mais competitivos, pois o  custeio e as condições são made in Brasil. Alguns estaleiros concorrentes não tiveram a mesma sorte. Todas essas condições criaram um ambiente extremamente favorável para nós. E há ainda a exportação de barcos fabricados em nosso estaleiro, em Santa Catarina, que está sendo ampliada. Começamos pela América Latina e, no ano passado, exportamos o primeiro barco  para os Estados Unidos, que é considerado um mercado mais maduro, mais resistente a embarcações externas, mas que também é o maior mercado náutico do planeta, aquele que mais consome iates de luxo. Entrar nesse mercado foi  um grande desafio para nós. E estamos levando para lá o mesmo barco que produzimos e vendemos aqui.  

Qual a projeção de expansão do mercado náutico internacional  para 2016?
Como disse, o mercado náutico vai bem, apesar da crise. Especialmente os Estados Unidos e mesmo a Europa. Temos hoje apenas dois mercados na contramão dessa tendência positiva, que são os emergentes, Rússia e  China.   O que acontece, no caso específico da China, é que os chineses com alto poder aquisitivo não gostam de água. Quando decidem comprar um iate é por conta apenas do status, não por  amor ao mar. De todo modo, no ano passado, o mercado náutico mundial cresceu  entre 4% e 5%. A expectativa é de que esse ritmo seja mantido.

Quais os mercados náuticos internacionais com maior potencial hoje?         
A América Latina é, com certeza, nosso maior foco hoje.  E, pensando nesse mercado, criamos kits para o Azimut 42, que, no Brasil, são muito amados e que chamamos de "kits gourmet". Eles ficam na popa do barco e têm churrasqueira, chopeira e máquina de gelo. Mas, em termos de mercado náutico, de modo geral, eu destacaria Colômbia, Uruguai, Paraguai, México, Venezuela. Estes são países com grande vocação náutica. E mesmo a Argentina, hoje em crise,  tem uma história náutica ainda superior à do Brasil

Quem são os consumidores dos iates de alto luxo hoje no país?         
Os nossos clientes são pessoas que,  em geral,  já têm um envolvimento com o mercado náutico. Pessoas que já conhecem barco, que têm uma cultura de mar, que investem em uma cultura náutica bastante aprofundada. Não são novos-ricos, como muitos podem imaginar,  mas  pessoas que estão em evidência, que são bem-sucedidas e competentes em suas áreas e que, por conta disso, buscam um produto único, de padrão internacional. São empresários, artistas, gente que, por conhecer o mercado, busca o que há de melhor nesse mercado.

Qual o custo médio de um barco da Azimut hoje no mercado nacional?       
Hoje produzimos seis tipos de barco. Nosso portfólio de proposta econômica é em dólares, pois a maioria dos componentes usados em nossos barcos é importada. O preço de uma embarcação produzida pela Azimut  varia hoje entre 650 mil  e cinco milhões e meio de dólares. Os tamanhos também são variáveis, indo de 42 a 83 pés.

Uma característica específica do mercado brasileiro de iates de alto luxo é que os clientes têm procurado barcos com  dimensões cada vez maiores.
Sim, é verdade. A dimensão dos barcos no Brasil cresce um pouco mais do que no resto do mundo. E essa é uma lógica que talvez possa ser explicada a partir de vários elementos. Mas creio que a exigência por tamanhos cada vez maiores corresponda mesmo ao sonho dos clientes, que vem se concretizando, e isso - o tamanho do barco -  passa a ser parte de um projeto maior de lazer, que envolve a família, os amigos.

O senhor está há 15 anos no país. O que o atraiu e o fez ficar no Brasil?        
O Brasil é um desafio. Um país belíssimo e  que nos estimula, nos desafia o tempo todo. Além disso, fiquei apaixonado pelo mercado náutico  - embora ainda não tenha meu próprio barco (risos).


FONTE/Source: 
Jornal A Tarde em 07/03/2016 às 12:48. 
https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/1750863-o-mercado-nautico-e-um-dos-melhores-do-mundo

IMAGEM: Jornal A Tarde   

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Início da Bandeira Azul em Santa Catarina.

Dá série recordar é viver... 
Florianópolis recebe Seminário de Sustentabilidade Náutica
Por  Adilson Pacheco  - 22 de maio de 2015




Foto: Adilson Pacheco, Regata News.


O I Seminário Sustentabilidade Náutica – Praias e Marinas e o VIII Workshop Anual do Programa Bandeira Azul foi realizados nos dias 21 e 22 de maio, em Florianópolis. O propósito dos dois eventos foi discutir alternativas para promover a sustentabilidade por meio da melhoria na qualidade dos serviços, bem como as boas práticas de conservação ambiental. A realização é do Instituto Ambientes em Rede, com apoio da Associação de Garagens Náuticas e do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. 

O consultor da OSN CONSULTORIA que como pro-bono atual como coordenador executivo do GTT Náutico SC, Álvaro Ornelas, falou sobre as novas tendências do turismo no mundo todo e a importância de inovar e oferecer serviços de qualidade aos visitantes. “Os destinos turísticos – e isso vale para todos os segmentos do turismo náutico – precisam se posicionar no mercado. Destinos de mergulho, por exemplo, devem focar na promoção dos atrativos e características positivas para conquistar novos visitantes. Hoje o turismo está ligado diretamente aos valores e às experiências humanas”, enfatizou.



A coordenadora Nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, falou sobre os requisitos necessários para a obtenção do selo internacional, que pode ser conquistado por praias e marinas. “A Bandeira Azul comprova que o município ou o empreendimento está comprometido com a preservação dos recursos naturais e promove a interação sustentável com o meio ambiente”, explicou. Outro destaques da programação de quinta foi a palestra da espanhola Paloma Arias, que trabalhou durante 20 anos na entidade que desenvolve o programa Bandeira Azul na Espanha, a Asociación de Educación Ambiental y del Consumidor.



E o presidente do GTT Náutico SC, Leandro Ferrari destacou uma das principais iniciativas que contam com a parceria do GTT: o Projeto Limpeza dos Mares. “Em três edições retiramos cerca de quatro toneladas de lixo do fundo do mar. Essa iniciativa demonstra que o setor náutico está preocupado com a conservação do meio ambiente e sustentabilidade. Ninguém quer navegar em mar sujo”, afirmou.    


  
Ainda durante a manhã de quinta, O Seminário e o Workshop foi realizado no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), localizado na Rua Eduardo Gonçalves D’Avila, 303 – Itacorubi, Florianópolis.



Fonte: https://regatanews.com.br/2015/05/22/florianopolis-recebe-seminario-sustentabilidade-nautica/