segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Estação Náutica, certificação inédita na América Latina.

   
O mar que une Brasil e Uruguai. 



Álvaro Ornelas* 



A ANCORA** organizou o Projeto Estação Náutica no Brasil e Uruguai. É uma certificação com padrões internacionais de navegação e serviços.  

"As Estações Náuticas são, maioritariamente, destinos de costa e do turismo náutico. É uma excelente oportunidade para reorientar alguns destinos de sol e praia", falou o Phd Prof Lauro Barcelos do CCMAR de Rio Grande no RS.  

A certificação internacional - Estação Náutica, serve para agregar um conjunto de entidades locais e regionais identificadas com um território, envolvendo as administrações locais, entidades regionais e locais de turismo, clubes náuticos, marinas, portos de recreio, operadores marítimo-turísticos, empresas de meio de hospedagem e restaurantes com serviços especiais, entre outros, devidamente organizados em rede e seguindo um protocolo de ação por todos validado, respeitando os critérios da certificação Estação Náutica.  

Uma Estação Náutica constitui assim uma plataforma de interação com o objetivo de promover a cooperação em um território com relevância náutica entre municípios, empresas de serviços náuticos e as empresas turísticas, entre o setor público e o setor privado.

Segundo a ANCORA, fundamentalmente constitue um modelo que apresenta um conjunto de virtualidades para as organizações dos atores locais na formatação de uma expeirência náutica criada como expeirência no mar e atenda as demandas globais em serviços e entretenimento. 

É também mais uma forma de promoção turística e apoio à comercialização da oferta turistica existente. 

Outra estratégia é incentivar universidades parceira na elobaração de dissertações e tese sobre a relevâcia de certificações internacionais segundo previsto no conceito SMART SEA que foi desenvolvido em 2013 e e usado como base do planejamento estatégico da ANCORA e as Certificação Estação Náutica será a forma realizar ações certeiras para resultados consistentes ao mercado da náutica Brasileira alinhadas com a náutica global.  

A estratégia impacta também como mais um esforço em garantir a continuidade de fluxo turistico o ano inteiro. Assim a Estação Náutica gerante a realização de eventos esportivos no mar ou rios. Outro aspecto imortante é que o mar atrai um aumento nos gastos por visitante porque os serviços e compra produtos náuticos envolvido pelo esporte náutico, mergulho ou a navegação. 

Ao certificar um território como ESTACAO NÁUTICA a rede mundial de operadores e prestaççoes de serviços de navegadores globais de yachts, superyachts a motor e também os grandões da vela. Eles terão vário pontos no Brasil e no Uruguai para suas viagens de circunavegação na "Rota Fim do Mundo". 

Os parceiros midiáticos da ANCORA para o projeto  se encontram na Inglaterra, Itália, França, Uruguai e Argentina, no Brasil , será lançada uma publicação especial para auxiliar no marketing e na expsansão da informação. 

O mar nos une, para o Verão 2021-2022 teremos duas estações em Santa Catarina, duas Estações no Rio Grande do Sul, uma no Paraná e duas no Mato Grosso. Já no Uruguai teremos três, nos principais pontos turísticos. Um novo website www.EstacaoNautica.com.br será lançado em Junho de 2021 para apresentação dos canditados. 

A essencia náutica das comunidade e a vontade de inovar e promover o turismo estão formatandos um NOVO MODELO totlamente alicerçado nas DEMANDA DE MERCADO (#FOCOnoMERCADO) e a construção de ações mais inteligentes para resultados consistentes ao mercado é a GRANDE META. 

Sucesso a todos amigos e parceiros! 

Álvaro Ornelas* 
Consultor 

* Ornelas é consultor de desenvolvimento territorial credenciado no SEBRAE e ICABAV.                                       É diretor do Tijucas Marine Center. Criador do conceito SMART SEA que deu origem ao POLO NAUTICO TIJUCAS e ao entendimento sobre o pepal economico do mar e dos rios. Trabalha junto a Prefeituras e Governos Estaduais na estruturação de Economia do Mar no Brasil. 

** ANCORA - Associação Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Mar do Brasil 
(website www.economiadomar.com.br ) 

*** FEDETON - European Federation of Nautical Tourism Destinations
(website  www. nautical-tourism.eu ) 



segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

PwC Barómetro Economia do Mar: Ceará

Dentro do nosso compromisso de responsabilidade social para com o desenvolvimento da enconomia do mar, apresentamos a 2ª edição do LEME – Barómetro PwC da Economia do Mar (Ceará). 


A forma como as diversas economias olharem para o recurso “Mar” condicionará a vida de todos nós, nos próximos tempos. Este novo olhar para o mar permitirá acrescentar valor à economia de diversos estados e ajudará a assegurar o equilíbrio entre o inevitável desenvolvimento económico e os ecossistemas que nos rodeiam. 

Permanentemente atenta aos diversos desafios que a humanidade enfrenta, a PwC reúne os seus melhores especialistas para ajudar as empresas e a sociedade em geral a tomar as melhores decisões no que se refere ao investimento e retorno económico, social e ambiental. 

Para além dos diversos projectos relacionados com a economia do mar que temos vindo a desenvolver em conjunto com os nossos clientes, a PwC tem investido em diversas acções de divulgação de informação relevante, nas quais se insere a publicação deste barómetro que também enquadramos nas nossas actividades de responsabilidade social. 

Com a publicação do LEME - Barómetro PwC da Economia do Mar, pretendemos partilhar com a sociedade do Estado do Ceará qual o rumo que os Cearenses estão a tomar em termos da economia do mar, através de um conjunto de indicadores sintéticos e de fácil leitura. 

Este barómetro é constituído por informação quantitativa traduzida em índices. A PwC agradece a disponibilidade e a relevância dos contributos de todos aqueles que ajudaram a construir o LEME - Barómetro PwC da Economia do Mar



FONTE: ttps://www.pwc.pt/pt/publicacoes/leme/brasil/pwc-leme-barometro-ceara-2019.pdf

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Expectativas Econômicas do Mar 2019

Direto da reunião do Fórum dos Oceanos em Portugal. 



A atividade econômica, do conhecimento e social do mar continua crescendo. No entanto, para assegurar seu crescimento e desenvolvimento sustentado é preciso o reforço das ações de política pública sobre a Economia do Mar de Portugal.

O ano de 2019 iniciou com excelentes notícias para o mar, uma delas foi-nos dada na apresentação do “LEME 2018 – Barómetro PwC da Economia do Mar”, onde com base na análise aos dados recolhidos os indicadores demonstraram que o “Mar português” continua a crescer, uma conferência excelente, realizada no dia 11 de Janeiro no pavilhão do conhecimento.
Estes resultados confirmam os dados que a Comissão Europeia disponibilizou no “The 2018 annual economic report on the EU blue economy” que revelam um crescimento da economia do mar em Portugal entre 2009 e 2016 de 26,7%.
Ora, se associarmos estas informações facilmente podemos reconhecer resiliência à actividade económica, do conhecimento e social do mar, resultado de uma forte capacidade de empenho e dinamismo dos seus atores, quer sejam eles trabalhadores, empreendedores, empresários, investigadores e ou agentes sociais e culturais.
É também demonstrado que mesmo em momentos de crise e de alguma turbulência, indecisão e estagnação o “Mar português” mobiliza-se e desenvolve-se. Imagine-se se conseguíssemos alinhar a vontade, determinação e perseverança dos seus actores com acções de política pública do mar adequadas e necessárias!
Mas na verdade o começo do ano não podia ser melhor, inclusive da parte do Governo e Ministra do Mar que se desdobram num anunciar de novas medidas, sendo algumas delas de elevada importância para o desenvolvimento da política pública do mar, como é o caso do novo diploma do regime jurídico do transporte marítimo, que associado à lei para a segurança armada a bordo de navios de bandeira portuguesa aumentam as condições para o crescimento da nossa competitividade neste sector económico.
Outro caso é o Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo, que está na fase final do processo de aprovação e nos oferece um mapeamento e zonamento do espaço marítimo, permitindo aos actores nacionais e internacionais perceberem o potencial de investimento no “Mar português”.
Ainda outro é a aposta nas energias renováveis offshore oceânica, assumida como uma prioridade estratégica pela senhora Ministra do Mar, sendo essencial para tal a conclusão da implementação da zona piloto de energias renováveis oceânicas.
E o anúncio do aumento em cerca de 24% da capacidade de capturas de peixe em 2019, facto que oferece novas condições não só para uma redução da nossa dependência das importações de pescado, como naturalmente melhora as oportunidades para continuar o crescimento das nossas exportações dos produtos da indústria de transformação do pescado.
No entanto, para que tudo isto não esmoreça é preciso reforçar e melhorar o desempenho de algumas acções da política pública do mar, em particular reforçar as medidas que promovam a colaboração e articulação entre os parceiros do mar, o financiamento e a captura de investimento interno e externo, a sua imagem de marca e o plano comunicacional, pois o empenho de centenas de milhares de portugueses o pedem e milhões o desejam, na minha opinião, só deste modo poderemos aspirar a um crescimento e desenvolvimento sustentado e em contínuo do “Mar português”.
Para todos os amigos e parceiros dos negócios do mar desejo sempre, mais e mais, 
Sucesso em 2019 !!
Ornelas. 
#ECONOMIAdoMAR #SmartSEA #EssenciaNAUTICA 

Referência BibliográficaLEME 2018 – Barómetro PwC da Economia do Mar. 
FonteAbílio Martins Ferreira - Gestor e analista de políticas públicas. 
Imagem: Banco de Imagens - iStockPhotos 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Mar, Arte e Negócios.


Mar, Arte e Negócios

Tive a honra de participar de um momento histórico e único - inauguração da Piazza Del Vento** no Centro de Exposições em Gênova. Na prática, uma obra de arte do extraordinário arquiteto italiano, Renzo Piano que aos 80 anos deixa mais um legado, na capital da Riviera Italiana. 

No turbilhão entre o Fórum UCINA, visita a expositores, reencontro de amigos, almoço com CEOs,  negócios e agito do maior evento náutico do Mediterrâneo - o Salone Náutico de Genova, um novidade - a arte encontra o mar. Uma obra que nos convida a uma parada para “sentir” o mar. Em Italiano sentir é ouvir. Um praça-arte dedicada ao espírito navegador de Gênova, da Ligúria, da Riviera Italiana. A obra é repleta de elementos sonoros com diferentes significados que procuram traduzir um pouco do cotidiano de uma cidade que vive e respira a economia do mar.



São 57 mastros iniciais que representam a 57a edição do maior salão náutico do Mediterrâneo.  As velas coloridas indicam que a cidade atrai a diversidade dos mais distantes ponto do mundo náutico. Os sinos traduzem a rota dos ventos e os balanços de madeira nos convida a relembrar momentos felizes onde o lúdico prevalecia. A arte inspirada no mar permite uma experiência muito particular que faz refletir de onde viemos e para onde vamos em nossa “rota” de vida, mas o caminho traçado fica mais leve quando vivemos e convivemos a beira-mar e, claro, em boas companhias para experiências memoráveis como a da Piazza Del Vento em Gênova.

Este valor gerado pelo mar  manifestado por meio da arte é sem dúvida também uma força motriz que ajudar impulsionar a navegação, gerar inovação, promover eventos, movimentar milhões e bilhões em recursos financeiros,  porque o mar, na prática, é o elemento que efetivamente une o planeta.

A Presidente da UCINA, Drª Carla de Maria , também CEO do estaleiro de superyachts San Lorenzo cortou a faixa ao lado do Arq. Renzo Piano (nascido na Ligúria). Estar ali, e depois almoçar à mesa com pessoas que me inspiraram e ensinam a cada momento a entender a Economia do Mar e continuar buscando novas oportunidades para o Brasil neste ambiente de inovação, de cooperação e principalmente de empreendedorismo "genovês" que descobre todos os dias, há 1.300 anos - o mar. 

Nesta edição a coluna Economia do Mar, convida a uma  reflexão para tornarmos o ano de 2019 em um ano novo, mas NOVO MESMO, o Brasil tem só 518 anos, somos jovens e temos meios e inteligência para acelerar a Economia do Mar em sinergia com mercado mais evoluídos. 

Que a inovação e o empreendedorismo "genovês" estejam  aliados com a resiliência  brasileira para superar dificuldades e transformar esta reflexão em alguma ação certeira para resultado consistente ao setor náutico do Brasil. 

Aos meus amigos e parceiros, desejo em 2019, mais,   


Suce$$o! 

Ornelas. 

#ECONOMIAdoMAR #EssenciaNAUTICA #SmartSEA 


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

** Agredeço a UCINA pelo convite, de visita ao Salone Náutico. 

*** Imagens fornecidas pela assessoria de comunicação da UCINA. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

A cidade Hospitaleira


A CIDADE HOSPITALEIRA

Cristine Fabbris, Esp.[1]
Álvaro Ornelas de Souza Neto, Esp.[2]

Planejamento, sensibilização e infra-estrutura turística.  

O que é Hospitalidade?
Hospitalidade é a prática em demonstrar acolhida, cordialidade, respeito e amizade para um hóspede. Ela está presente em sua casa quando chega um visitante ou está em ação no contato do hóspede em um hotel e em todos os momentos do visitante/turista estiver na cidade. A hospitalidade é vivenciada a todo instante no dia-a-dia de uma cidade: no banco, no restaurante ou mesmo em um parque. A cada momento em que há uma relação de convívio, existem elementos da hospitalidade presentes até mesmo em uma ligação telefônica. A hospitalidade está alicerçada na educação e cordialidade de uma pessoa ou cidade.
“Pode-se pensar a hospitalidade em dois eixos: cultural e social. O eixo cultural compreende: recepcionar ou receber pessoas; hospedar, alimentar, entreter. O eixo social compreende as categorias: doméstica; pública; comercial; virtual.” (DENCKER & BUENO, 2003, p.15-17) 
“Tratar da arte de acolher e de hospedar é tratar da essência dos negócios da Hotelaria e dos restaurantes da era moderna e, em grande parte, da história da humanidade, já que, como pondera Seydoux, a história da hospitalidade é a história dos homens, dos seus reencontros, dos seus diálogos e de tudo o que eles criaram, no transcorrer dos séculos, para facilitar sua aproximação. Ou, ainda, segundo Derrida, não existe nem cultura nem laços sociais sem o princípio da hospitalid“Hospitalidade, do ponto de vista analítico-operacional, pode ser definida como o ato humano, exercido em contexto doméstico, público ou profissional, de recepcionar, hospedar, alimentar e entreter pessoas temporariamente deslocadas de seu habitat”. (DENCKER & BUENO, 2003, p.19)
ade”. (CASTELLI, 2005, p.XII)

“O acolhimento hoteleiro, enfatiza Gouirand, além de caracterizar-se como ato permanente, deve ser exercido por todos os profissionais integrantes da empresa”. (CASTELLI, 2005, p.142) 
“No contexto hoteleiro, mesmo os clientes habituais necessitam novamente ser introduzidos ou acolhidos, quando da sua chegada”. (CASTELLI, 2005, p.146)




 
Hospitalidade 
“A hospitalidade passou a representar, para muitos profissionais da hotelaria moderna, a atenção dispensada às pessoas durante a sua estada no hotel(...) Nesse caso, é preciso ter cuidado de não reduzi-la a um mero ato mecânico”. (CASTELLI, 2005, p.183) 
“... a substituição da designação hotelaria por hospitalidade não pode ser decorativa nem mero impulso pela novidade ou em razão de dificuldades lingüísticas” (DENCKER & BUENO, 2003, p. 8)

O que é Turismo?
Turismo é o ato voluntário de sair de seu local de residência para conhecer e vivenciar experiências diferenciadas do seu dia-a-dia. Também é uma atividade econômica muito importante, pois gera inúmeras vagas de empregos diretos e indiretos, gera impostos e renda para a população e qualifica a prestação de serviço local. Socialmente falando, o turismo aproxima as pessoas e gera relações e laços de hospitalidade entre o turista e o morador da localidade.
Culturalmente falando, o turismo ajuda a preservar a cultura e a história de localidades, proporcionando ao turista vivenciar experiências diferenciadas das vividas por ele corriqueiramente.

Para que tenhamos um conceito mais aprofundado do que é turismo, Vicente de Andrade coloca que é “o conjunto de serviços que tem por objetivo o planejamento, a promoção e a execução de viagens, e os serviços de recepção, hospedagem e atendimento aos indivíduos e aos grupos, fora de suas residências habituais”.

E quem faz turismo é o que?
Turista!  O turista é o agente da ação do turismo; é o visitante temporário que permanece, pelo menos, vinte e quatro horas no local visitado, cuja finalidade de viagem pode ser classificada por diversas motivações tais como: participação em eventos, compras, lazer, saúde, conhecer novos lugares e culturas, entre muitas outras motivações.

E quem é o excursionista?
É o visitante que permanece no local visitado por menos de vinte e quatro horas. Interage com a comunidade e os atrativos locais igualmente ao turista, mas não dorme na localidade visitada.

E o que compõe a atividade turística?
A atividade turística é composta por todos aos atrativos naturais, culturais e históricos de uma localidade. Os hotéis, restaurantes, bares, shopping centres, casas noturnas, aeroportos, rodoviárias, museus, locais históricos e o comércio em geral também fazem parte desta atividade.

O que são os recursos turísticos?
São os atrativos que formam a matéria-prima do “produto turístico”.




E o que são os atrativos turísticos?
São os atributos naturais e culturais que uma localidade possui. Recentemente surge o conceito dos atrativos artificiais, ou seja, os fabricados pelo homem como, por exemplo, a Disneylândia.

E o que é o produto turístico?
É a somatórios do atrativo turístico + os serviços turísticos/ ou facilidades + a infra-estrutura básica + o conjunto de serviços urbanos de apoio ao turismo.

E os serviços turísticos são o que?
São os meios de hospedagem, os serviços de alimentação, de entretenimento, de informações turísticas e de agenciamento, os transportes turísticos, a locação de veículos e embarcações, os espaços de eventos e empresas organizadoras de eventos.


 Referencial Bibliográfico
IGNARRA, Luiz Renato. Fundamentos do Turismo. 2ª Ed. São Paulo: Pioneira Thomson Leraning, 2003.

DIAS, Celia Maria do Moraes (Org.). Hospitalidade: reflexões e perspectivas. Barueri: Manole, 2002.


[1] Especialista em Empreendedorismo no Turismo pela ENE/UFSC (1999); Bacharel em Turismo pela Escola Superior de Turismo e Hotelaria - ESTH (1999); Coordenadora dos Cursos de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Gestão de Eventos da ASSESC.
[2] Especialista em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa (2001); Professor titular do Curso de Turismo e de Hotelaria da ASSESC e consultor em projetos de infra-estrutura turística.