Acelerar a ECONOMIA DO MAR no Brasil por meio da troca de informações para gerar mais conhecimento e pesquisas sobre os clusters da INDÚSTRIA, do COMÉRCIO, dos SERVIÇOS e do TURISMO NÁUTICO eles completam o hyperclusters da ECONOMIA DO MAR. Seja bem vindo! Participe! ⚓🚤🛳
Mostrando postagens com marcador conservação ambiental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conservação ambiental. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
Baia Tijucas: Bombinhas.
Marcadores:
ancora,
conservação ambiental,
economia do mar,
mais conservação,
Mais marinas,
orla das pessoas,
orlas inteligentes,
smart sea
Local:
Bombinhas - SC, Brasil
sábado, 6 de abril de 2019
Conceito SMART SEA
Conceito SMART SEA.
Álvaro Ornelas*
O Conceito Smart Sea foi apresentado pela primeira por mim na reunião do GTT NAUTICO SC (Grupo de Trabalho do Turismo Náutico de Santa Catarina) em outubro de 2012, por ocasião do fechamento do Plano de Ação para o ano de 2013. O Grupo foi criado para auxilair a atuação da SOL (Secretaria de Turismo de Turismo de Santa Catarina) e ações que podem ser incluídas nos orçamentos dos 22 municípios com potencial náutico os quais formavam aquele grupo de trabalho. Na época, a minha empresa OSN CONSULTORIA, de forma voluntária, era responsável pela coordenação dos trabalhos (de fevereiro de 2012 até maio de 2017). Depois motivos profissionais me afastei do grupo e não sei se houve continuidade dos trabalhos, infelizmente, o turismo não apresenta planejamento de longo prazo para atuação em grupos de trabalho. E em 2019, o turismo passou a ser entendido pela nova gestão do governo como parte do desenvolvimento economico sustentável, tenho fé que esta ação foi a mais acertada, porque acredito que o turismo deve ser essencialmente focado no mercado.
No conceito SMART SEA, tem o desenvolvimento econômico sustentável como principal elemento. Para ordenar a complexidade e a multi-setorização foi falado também pela primeira vez oficialmente o termo: ECONOMIA DO MAR ao grupo. Assim os membros daquele grupo de trabalho tiveram a opotunidade de agir localmente no processo de identificação de ações ou projetos privados que possam acelerar o potencial economico do mar (ou rio e lago). E ainda poderam incluir ações de aceleração neste sentido em seus planejamentos municipais (ou propor um ao gestor municipal).
Assim a ECONOMIA DO MAR e o conceito SMART SEA passaram a fazer parte do dia a dia das reuniões dando ao grupo foco em sua atuação, sempre com a visão de mercado da náutica nacional e internacional como o nortador das ações.
Como resultado prático, os membros do grupo, começaram agir locamente nos seus municípios na identificação dos potencias existentes nas suas orlas de rios, lagos e do mar de Santa Catarina para "acomodar" ações certerias para resultados consistentes à INDUSTRIA, ao COMÉRCIO, aos SERVIÇOS e ao TURISMO NAUTICO, cluster que formam o hypercluster da ECONOMIA DO MAR segundo o conceito SMART SEA.
Por meio de uma vasta referência bibliográfica e vivências em missões empresariais de bechmarking o conceito SMART SEA foi "pensado" e esquematizado para justificar programas, projetos e ações que, de forma acertiva, podessem gerar resultados rápidos e certeiros ao mercado da náutica nacional e como piloto no Estado de Santa Catarina.
Mais tarde consegui organizar grupo de consultores parceiros do Paraná, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Rio Grande do Sul um documento nortador para o Governo de Santa Catarina, entitulado PLANO MAR CATARINA 2030, que por motivos diversos foi ignorado pelo poder público e entidades representativas do setor náutico, mas serviu para o Município de Tijucas , com ajuda do SEBRAE e de meu network profissional a promoção de ações em eventos em Santa Catarina e no Genova Boat Show. O conceito foi apresentado no Seminário da Náutica Catarinense organizado por mim com o apoio do SEBRAE, do Governo de SC e da UCINA, Confederação da Náutica Italiana para apresentar as ações existentes sobre a náutica: GTT NAUTICO, Associação de Garagens Náutica de Santa Catarina, , Prefeitura de Tijucas e SEBRAE falaram no Seminário Internacional. Momento muito rico para apresentação do primeimo modelo de ECONOMIA DO MAR e do conceito SMART SEA para o mundo da naútica internacional.
Ao mesmo tempo, loocalmente, o conceito aliçercou ainda o o Plano de Inteligência de Mercado para Tijucas (PIM Tijucas*), que propões a criação do Polo Náutico Tijucas. E ainda serviu de base para a criação do Complexo Náutico Tijucas Marine Center (TMC)**.
A aplicação do conceito SMART SEA e suas fase de entendimento e uso no planejamento estratégico de municípios, empresas e sociedade civil organizada:
Fase 1: O conceito SMART SEA fundamentou o trabalho junto ao grupo de municípios (5 anos).
SMART SEA > ECONOMIA DO MAR > AÇÕES ISOLADOS NOS MUNICÍPIOS
Fase 2: O conceito SMART SEA como base de formatação da Economia do Mar para o estado.
SMART SEA > ECONOMIA DO MAR > PLANO MAR CATARINA 2030
Fase 3: O conceito SMART SEA fundamentou a inteligência local do municipal em Tijucas.
SMAR SEA > PLANO DE INTELIGENCIA TIJUCAS > POLO NAUTICO TIJUCAS
Fase 4: O conceito SMART SEA fundamentou o plano de negócios do Complexo Náutico TMC.
PIM TIJUCAS > POLO NAUTICO TIJUCAS > TIJUCAS MARINE CENTER
Fase 5: O conceito SMART SEA fundamentou a contrução da Associação ANCORA*** e do Plano Brasil Náutico 2050.
POLO NAUTICO TIJUCAS > TMC > ANCORA > PLANO BRASIL NAUTICO 2050
O trabalho não ficou em uma gaveta, foi usado a aplicado. Isto é motivo de satisfação e um "raio de esperança" que possamos avançar para uma modelo completo da ECONOMIA DO MAR e uma planejamento integrado entre o TURISMO CATARINENSE.
Vamos editar uma séria de posts para explorar as dimensões e as variáveis que formam o SMART SEA no intuito de ajudar mais ações certeiras para resultados consistes na economia do mar do Brasil. Em especial os impactos do conceito SMART SEA na aceleração terriorial regional do turismo - case Baia Tijucas em Santa Catarina.
Até o próximo post!
Vamos editar uma séria de posts para explorar as dimensões e as variáveis que formam o SMART SEA no intuito de ajudar mais ações certeiras para resultados consistes na economia do mar do Brasil. Em especial os impactos do conceito SMART SEA na aceleração terriorial regional do turismo - case Baia Tijucas em Santa Catarina.
Até o próximo post!
Aos meus amigos e parceiros, desejo sempre,
Suce$$o!
Ornelas.
#ECONOMIAdoMAR #EssênciaNÁUTICA #SmartSEA
Ornelas.
#ECONOMIAdoMAR #EssênciaNÁUTICA #SmartSEA
** Referência Bibliográfica:
WWTC. Relatório da Competitividade do Turismo Global, 2009, 2011 e 2013.
Ministério da Economia do Mar. Portugal, 2010.
Participação na 1º Semana Azul em Portugal, 2010.
Blue Flag. Pesquisa on line, 2012.
FATO 1) Resultados do Polo Náutico Tijucas:
> 1º Estaleiro na cidade: TOP LINE YACHTS, veja o website dele http://toplineyachts.com.br/
> 1º Cond Náutico: GOLDEN RIVER (https://www.youtube.com/watch?v=jGH4HAnIIB4)
> Instalação do Complexo Náutico Tijucas Marine Center (TMC).
> Projeto do Museu do Mergulho no Bairro Praça.
> Núcleo de Design Náutico UNIVALI em Tijucas.
> Cursos de Motores Marinizados no SESI Tijucas.
> Projeto do Museu do Mergulho no Bairro Praça.
> Núcleo de Design Náutico UNIVALI em Tijucas.
> Cursos de Motores Marinizados no SESI Tijucas.
Fato 2) Conheça mais o sobre o TMC e o uso do conceito da Economia do Mar no desenvolvinento territorial de Santa Catarina no website: www.TijucasMarineCenter.com.br
Fato 3) Conheça mais sobre a ANCORA no website: www.economiadomar.com.br
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Expectativas Econômicas do Mar 2019
Direto da reunião do Fórum dos Oceanos em Portugal.
A atividade econômica, do conhecimento e social do mar continua crescendo. No entanto, para assegurar seu crescimento e desenvolvimento sustentado é preciso o reforço das ações de política pública sobre a Economia do Mar de Portugal.
A atividade econômica, do conhecimento e social do mar continua crescendo. No entanto, para assegurar seu crescimento e desenvolvimento sustentado é preciso o reforço das ações de política pública sobre a Economia do Mar de Portugal.
O ano de 2019 iniciou com excelentes notícias para o mar, uma delas foi-nos dada na apresentação do “LEME 2018 – Barómetro PwC da Economia do Mar”, onde com base na análise aos dados recolhidos os indicadores demonstraram que o “Mar português” continua a crescer, uma conferência excelente, realizada no dia 11 de Janeiro no pavilhão do conhecimento.
Estes resultados confirmam os dados que a Comissão Europeia disponibilizou no “The 2018 annual economic report on the EU blue economy” que revelam um crescimento da economia do mar em Portugal entre 2009 e 2016 de 26,7%.
Ora, se associarmos estas informações facilmente podemos reconhecer resiliência à actividade económica, do conhecimento e social do mar, resultado de uma forte capacidade de empenho e dinamismo dos seus atores, quer sejam eles trabalhadores, empreendedores, empresários, investigadores e ou agentes sociais e culturais.
É também demonstrado que mesmo em momentos de crise e de alguma turbulência, indecisão e estagnação o “Mar português” mobiliza-se e desenvolve-se. Imagine-se se conseguíssemos alinhar a vontade, determinação e perseverança dos seus actores com acções de política pública do mar adequadas e necessárias!
Mas na verdade o começo do ano não podia ser melhor, inclusive da parte do Governo e Ministra do Mar que se desdobram num anunciar de novas medidas, sendo algumas delas de elevada importância para o desenvolvimento da política pública do mar, como é o caso do novo diploma do regime jurídico do transporte marítimo, que associado à lei para a segurança armada a bordo de navios de bandeira portuguesa aumentam as condições para o crescimento da nossa competitividade neste sector económico.
Outro caso é o Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo, que está na fase final do processo de aprovação e nos oferece um mapeamento e zonamento do espaço marítimo, permitindo aos actores nacionais e internacionais perceberem o potencial de investimento no “Mar português”.
Ainda outro é a aposta nas energias renováveis offshore oceânica, assumida como uma prioridade estratégica pela senhora Ministra do Mar, sendo essencial para tal a conclusão da implementação da zona piloto de energias renováveis oceânicas.
E o anúncio do aumento em cerca de 24% da capacidade de capturas de peixe em 2019, facto que oferece novas condições não só para uma redução da nossa dependência das importações de pescado, como naturalmente melhora as oportunidades para continuar o crescimento das nossas exportações dos produtos da indústria de transformação do pescado.
No entanto, para que tudo isto não esmoreça é preciso reforçar e melhorar o desempenho de algumas acções da política pública do mar, em particular reforçar as medidas que promovam a colaboração e articulação entre os parceiros do mar, o financiamento e a captura de investimento interno e externo, a sua imagem de marca e o plano comunicacional, pois o empenho de centenas de milhares de portugueses o pedem e milhões o desejam, na minha opinião, só deste modo poderemos aspirar a um crescimento e desenvolvimento sustentado e em contínuo do “Mar português”.
Para todos os amigos e parceiros dos negócios do mar desejo sempre, mais e mais,
Sucesso em 2019 !!
Ornelas.
#ECONOMIAdoMAR #SmartSEA #EssenciaNAUTICA
#ECONOMIAdoMAR #SmartSEA #EssenciaNAUTICA
Referência Bibliográfica: LEME 2018 – Barómetro PwC da Economia do Mar.
Fonte: Abílio Martins Ferreira - Gestor e analista de políticas públicas.
Imagem: Banco de Imagens - iStockPhotos
Fonte: Abílio Martins Ferreira - Gestor e analista de políticas públicas.
Imagem: Banco de Imagens - iStockPhotos
Marcadores:
conhecimento,
conservação ambiental,
crescimento,
economia do mar,
essência náutica,
inclusão social,
negócios justos,
smart sea
Local:
Lisboa, Portugal
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Marina das Nações
MARINA DAS NAÇÕES exemplo de superação no mercado.
Quatro anos depois de ter sido reaberta, a Marina do Parque das Nações,
em Lisboa, está agora em pleno funcionamento e com uma ocupação de 80% da sua
capacidade, disse à Lusa fonte da Parque Expo.
Construída por ocasião da Expo'98, a marina fechou
suas atividades em 2002, depois que minúsculas partículas argilosas em
suspensão foram transportadas pelas correntes formando um lamaçal do tamanho de
15 (quinze) campos de futebol. A sociedade Parque Expo foi criada para gerir a
zona do Parque das Nações e a sua reabilitação, em sua primeira fase, foi
recuperada e toda a parte sul da marina foi reaberta em 15 de Agosto de 2009.
Segundo a mesma fonte, a parte sul está toda
reabilitada, o edifício Nau (que estava inativo) está pronto para ser
comercializado, já existem várias atividades na marina, como por exemplo os
passeios de barco. "O lago sul está operando 80% da sua
capacidade", indicou. Contatada pela Lusa, o presidente da Associação
Náutica da Marina do Parque das Nações disse que aquele é um "local de
excelência por várias razões: está em Lisboa, fica perto dos meios de
transporte, tem boa infraestrutura à sua volta" e a taxa de ocupação poderá
exceder as expectativas.
Contudo, lamentou que o problema do desassoreamento
estivesse por resolver. "Para o projeto continuar a ser um sucesso é
necessário limitar alguns acessos pelo rio. O desassoreamento tem que existir
de forma permanente", defendeu.
Todas as marinas em estuários têm problemas de
assoreamento, Paulo Andrade considerou que neste caso em particular é preciso
uma dragagem permanente.
No entanto, o presidente frisou que "a
culpa" desta situação "não é da marina, é da forma como se pensa o estuário",
e defendeu que o rio "devia ser pensado de forma integrada" por todas
as autoridades que nele intervêm.
Paulo Andrade disse que em Setembro de 2009
existiam 62 embarcações com contratos de longa duração já em Setembro de 2012
esse número subiu para 145, mostrando a ascensão da marina."Tivemos cinco
visitantes (embarcações que ficam por pouco tempo) nacionais em Setembro de
2009 e 109 no mesmo mês de 2012", acrescentou. Em declarações à Lusa, o
presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações, José
Moreno, disse que a marina pode "ter sido um 'flop' durante algum
tempo", mas assegurou que a "situação foi ultrapassada".
"É indiscutível hoje a sua posição como âncora
de desenvolvimento como consolidação daquela zona e a forma como se dá os
termos de ocupação dos postos de amarração".
A marina foi à principal razão do investimento
imobiliário e comercial na zona sul da Expo'98, área que, antes da exposição
mundial, foi um terminal de combustíveis.
No Brasil ainda não dispomos de uma legislação que nos permita acelerar esta questão de marina adiconadas aos elementos de desenvolvimento urbano. O mar gera mais valor ao território porque gera aumento de fluxo. 1 vaga molhada de marina gera 4 empregos diretos só no contexto de nevegação náutica. Sem falar nas cadeias de vela e esportes aquáticos. Na verdade marinas são um negócios que para ter sucesso depende da localição e ao mesmo tempo demanda uma estratégia em terra para que TERRA e MAR (ou rio) sejam valorizados pelo mercado, isto é a Economia do Mar fundamentada no conceito SMART SEA que criei em 2013, entender as dimensões e variáveis de diversos negócios possíveis de serem gerados no "ecossitema" de negócios do mar-rio-terra-rio-mar. Resumo: Smart Sea!
Suce$$o sempre,
Ornelas.
Fonte: DN
Conheça as atividades de lazer disponíveis na Marina das Nações:
Marcadores:
conhecimento,
conservação ambiental,
crescimento,
economia do mar,
essência náutica,
inclusão social,
narina,
negócios justos,
serviços,
smart sea
Local:
Lisboa, Portugal
Assinar:
Postagens (Atom)


