Acelerar a ECONOMIA DO MAR no Brasil por meio da troca de informações para gerar mais conhecimento e pesquisas sobre os clusters da INDÚSTRIA, do COMÉRCIO, dos SERVIÇOS e do TURISMO NÁUTICO eles completam o hyperclusters da ECONOMIA DO MAR. Seja bem vindo! Participe! ⚓🚤🛳
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Aniversário de Tijucas na Praça Náutica.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Promoção do Polo Náutico TIjucas.
Força, foco e fé para atrair novo conhecimento para Santa Catarina e para Tijucas.
Durante a 2ª edição da FIMAR em Itajaí foi lançada eventos do conhecimento.
Aconteceu o lançamento do TIJUCAS MARINE CENTER dentro do POLO NAUTICO em Tijucas (SC) com a presença do Secretário de Desenvolvimento Sustentável, Secretario Dep Carlos Chiodini, apoiador do Conceito Smart Sea e da Economia do Mar de Santa Catarina.
Marina das Nações
MARINA DAS NAÇÕES exemplo de superação no mercado.
Conheça as atividades de lazer disponíveis na Marina das Nações:
Entrevista CEO Azimut Brasil - Davide Breviglieri.
Por sua situação territorial, a Bahia é um estado que tem um potencial náutico imenso e sempre foi foco de interesse para nós. Mas apenas agora, a partir do fortalecimento da parceria com a Bahia Marina, conseguimos consolidar um projeto de relevo. Infelizmente, o mercado náutico não tem hoje estatísticas oficiais que permitam situar a Bahia em relação a outros estados. Mas nossas pesquisas indicam uma potencialidade de compra de 10% dos iates de luxo que pertencem à família Azimut. E este é um potencial que, do nosso ponto de vista, deverá crescer ainda mais expressivamente.
Não, na verdade, há uma lacuna geral. E a qualificação é um dos aspectos mais importantes do mercado náutico de luxo hoje no país. No ano passado, fizemos uma primeira edição, e o sucesso foi imenso. O que acontece é que o desenvolvimento do mundo náutico brasileiro é muito recente - cerca de 15 anos - e os barcos têm hoje a bordo uma tecnologia extremamente sofisticada e que precisa ser utilizada com propriedade. Além disso, houve um crescimento no tamanho e na complexidade das embarcações, e a maioria dos marinheiros, embora experiente e com uma longa história no mercado e no mar, nem sempre acompanhou essas mudanças.
Acredito que há dois cenários hoje que podemos considerar como elementos de análise. Um deles é o mercado interno de luxo. Este é, com certeza, um mercado diferenciado. Sentimos, logicamente, o momento que atravessa o país, mas o sentimos de uma forma um pouco diferente, porque nossos clientes estão fora da média. Outro aspecto, o segundo aspecto, é que nosso projeto se confirmou de modo tão sólido, tão consistente, que estamos agora preenchendo espaços que outros estaleiros internacionais não conseguiram manter. Temos uma vantagem gigantesca sobre eles, que é vender um produto com qualidade e características internacionais, mas com preços mais competitivos, pois o custeio e as condições são made in Brasil. Alguns estaleiros concorrentes não tiveram a mesma sorte. Todas essas condições criaram um ambiente extremamente favorável para nós. E há ainda a exportação de barcos fabricados em nosso estaleiro, em Santa Catarina, que está sendo ampliada. Começamos pela América Latina e, no ano passado, exportamos o primeiro barco para os Estados Unidos, que é considerado um mercado mais maduro, mais resistente a embarcações externas, mas que também é o maior mercado náutico do planeta, aquele que mais consome iates de luxo. Entrar nesse mercado foi um grande desafio para nós. E estamos levando para lá o mesmo barco que produzimos e vendemos aqui.
Como disse, o mercado náutico vai bem, apesar da crise. Especialmente os Estados Unidos e mesmo a Europa. Temos hoje apenas dois mercados na contramão dessa tendência positiva, que são os emergentes, Rússia e China. O que acontece, no caso específico da China, é que os chineses com alto poder aquisitivo não gostam de água. Quando decidem comprar um iate é por conta apenas do status, não por amor ao mar. De todo modo, no ano passado, o mercado náutico mundial cresceu entre 4% e 5%. A expectativa é de que esse ritmo seja mantido.
A América Latina é, com certeza, nosso maior foco hoje. E, pensando nesse mercado, criamos kits para o Azimut 42, que, no Brasil, são muito amados e que chamamos de "kits gourmet". Eles ficam na popa do barco e têm churrasqueira, chopeira e máquina de gelo. Mas, em termos de mercado náutico, de modo geral, eu destacaria Colômbia, Uruguai, Paraguai, México, Venezuela. Estes são países com grande vocação náutica. E mesmo a Argentina, hoje em crise, tem uma história náutica ainda superior à do Brasil
Os nossos clientes são pessoas que, em geral, já têm um envolvimento com o mercado náutico. Pessoas que já conhecem barco, que têm uma cultura de mar, que investem em uma cultura náutica bastante aprofundada. Não são novos-ricos, como muitos podem imaginar, mas pessoas que estão em evidência, que são bem-sucedidas e competentes em suas áreas e que, por conta disso, buscam um produto único, de padrão internacional. São empresários, artistas, gente que, por conhecer o mercado, busca o que há de melhor nesse mercado.
Hoje produzimos seis tipos de barco. Nosso portfólio de proposta econômica é em dólares, pois a maioria dos componentes usados em nossos barcos é importada. O preço de uma embarcação produzida pela Azimut varia hoje entre 650 mil e cinco milhões e meio de dólares. Os tamanhos também são variáveis, indo de 42 a 83 pés.
O Brasil é um desafio. Um país belíssimo e que nos estimula, nos desafia o tempo todo. Além disso, fiquei apaixonado pelo mercado náutico - embora ainda não tenha meu próprio barco (risos).
FIMAR 2016: Brasil e Itália com foco na Economia do Mar
Dr. Carlo Capria – Presidência do Conselho de Ministros
Dra. Erica Di Giovancarlo – Diretora para o Brasil ICE Agência
Seminário
2: O futuro do mercado de cruzeiros no Brasil
Seminário 3: Turismo
e Sustentabilidade da Economia do Mar
SITES CONSULTADOS: :
OSN CONSULTORIA - www.OSNCONSULTORIA.com.br
GTT NAUTICO SC - http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/12186-gtt-n%C3%A1utico-se-re%C3%BAne-em-florian%C3%B3polis.html
FONTE:
Assessoria de Comunicação da FIMAR - FÁBRICA COMUNICAÇÃO - http://fabricacom.com.br/fimar-traz-o-melhor-da-industria-nautica-internacional-para-sc/
Agência de Organização da FIMAR - BRAZIL PLANET - https://www.fimaritaliabrasile.it/it/2016/06/06/calabria-domenico-presidente-brazil-planet/
IMAGENS/VIDEOS:
OSN CONSULTORIA
FABRICA COMUNICAÇÃO
SECRETARIA DE DES ECONOMICO DE SANTA CATARINA
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS
MARINA ITAJAÍ
PROGRAMA MUNDO MER
segunda-feira, 11 de abril de 2016
ODS - Pensamento local para melhorar o Planeta Terra.
A Agenda 2030, lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, é poderosa e mobilizadora. Seus 17 objetivos e 169 metas buscam identificar problemas e superar desafios que têm eco em todos os países do mundo.
Alvaro ORNELAS*
Por serem interdependentes e indivisíveis, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) demonstram com clareza, para quem se debruça sobre eles, o que é a busca por sustentabilidade. Refletir e agir sobre essa Agenda é uma obrigação e uma oportunidade para as empresas do Brasil atuarem de forma participativa com suas comunidades impactadas - melhor os espaços de viver, conviver e fazer negócios.
A busca incessante por uma sociedade sustentável está no cerne de uma instituição dedicada à pesquisa e à inovação por meio da Ciência Cidadã e da Justiça Sócio-Ambiental.
E a conservação ambiental assim como a capacidade do Planeta Terra em gerar alimentos de forma sustentável são dois enormes desafios que merecem nossas ações diárias pensando no 17 objetivos de forma transversal e contínua.
Quanto mais informações, sobre cada ODS, ajuda a sociedade a perceber a importância das metas/objetivos para a raça humana. Em nossas ações empresarias temos cinco dimensões prioritárias – pessoas, planeta, prosperidade, paz e parcerias –, os chamados 5 Ps da Agenda 2030.
Quando mais conhecimentos, práticas, tecnologias, modelos, processos e serviços que já estão disponíveis podem ser utilizados e replicados em outros contextos a fim de apoiar o alcance das metas e o avanço dos indicadores da Agenda.
Todos fazem parte do que está compromissado todos nos 17 ODS - trabalhamremos com parceiros nas universidades, nos institutos de pesquisa, nas organizações estaduais de pesquisa da Ciência Cidadã, nos órgãos de assistência técnica e extensão na Conservação Ambiental (terra e mar), no Legislativo, no setor privado, nas agências de fomento à pesquisa, nos órgãos federais, estaduais e municipais.
Nosso foco é LOCAL. Nossa rede de cooperação GLOBAL.
Álvaro ORNELAS
Consutor em aceleração economica de territórios da E.B.C. OSN - Discover Brasil

























