quinta-feira, 13 de junho de 2019

O Valor do Mar.


Álvaro ORNELAS*

O Valor do Mar revela a importância do oceano para os brasileiros em todas as suas dimensões - social, econômica, cultural, histórica, ambiental, científica, estratégica e geopolítica - e propõe uma reflexão sobre a necessidade do país ter um projeto de desenvolvimento sustentável dos recursos do mar. 

Em 260 páginas, com dezenas de quadros, tabelas, mapas e fotos, com textos de jornalistas e especialistas do Brasil e do exterior, a obra retrata a situação atual de nosso mar em atividades como portos e logística, transportes, indústria naval, energia, petróleo e gás, pesca e aquicultura, biotecnologia e meio ambiente por rigoroso levantamento jornalístico. Mas vai além e evidencia a relevância do mar (e dos rios) na cultura brasileira como fonte de lendas e tradições  presentes na mu´sica, artes, folclore, literatura e religiosidade e destaca a presença na culinária regional, turismo, esportes e em nosso quotidiano.Para enriquecer o conteúdo.

"O valor do mar - Uma visão integrada dos recursos do oceano do Brasil" apresenta modelos de desenvolvimento sustentável dos recursos do mar já implantados por países da Europa, América do Norte e Ásia, preparados por um dos maiores especialistas em Economia do Mar da Europa.


Espero que tenham uma boa leitura !!  
Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

Disponível à venda: 

Imagem:  Amazon.COM

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Guia de Navegação Recreacional em Áreas de Conservação Ambiental.

NAVEGAÇÃO DE RECREAÇÃO (TURISMO NÁUTICO) INCLUÍDA COMO ECOTURISMO EM 
ÁREAS DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL 
COM ESSÊNCIA NÁUTICA. 

Álvaro Ornelas*


A ideia de lançar um guia sobre a embarcação recreacional em Áreas de Conservação Ambiental foi apresentada pela ANCORA (Associação Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Mar do Brasil). Existe um enorme potencial de CONSERVAÇÃO com o melhor uso dos atrativos naturais , incluindo baías, costões, lagos naturais e artificiais e um enorme número de rios com potencial náutico. 

Nas Zonas de Conservação, com mais uso (com regras de uso e controle de fluxo) pode ser uma forma inteligente de conservação natural em orlas e da essência náutica dos territórios. 

A ANCORA, promoveu recentemente várias iniciativas destinadas a aumentar a conscientização dos barqueiros de recreio nas Áreas de Conservação na região sul do Brasil (RS, SC e PR). A ANCORA  apóia a criação de áreas marinhas protegidas e entende a importância de seu papel na conservação do meio marinho, lacustre e fluvial. 

No entanto, gostaríamos de salientar que as regras e diretrizes para a navegação nas muitas áreas protegidas diferem amplamente de área para área e em diferentes tipos de parques e pode ser confuso.

Existem regulamentos diferentes, dependendo de um determinado parque marinho ser estatal, federal ou municipal,  se for uma extensão submersa de um parque terrestre, se for um parque subaquático, se for um parque internacional, se for uma reserva natural - como no caso do Mar de Dentro no Rio Grande do Sul. 


Cruzeiros do Conhecimento do CCMAR de Rio Grande. 


O alcance da administração do estado para os governos locais e além, e os graus de proteção alocados a determinadas áreas, podem dificultar o uso correto desses importantes áreas de navegação. 

Estamos propondo um "Pacto de Navegação Sustentável" promovida pela ANCORA em conjunto com os municípios que desejam acelerar a sua "Essência Náutica" com base no conceito SMART SEA, a iniciativa inédita no Brasil, integra Associação Comercial de Punta de Este, ONGs internacionais e com o Departamento de Parques e Recreação dos Estados Unidos em Whashintog DC que forneceu a base para uma "reformulação" da Lei e métodos mais uniformes de melhor uso, Mais fácil de entender e SEGUIR. 

O guia será criado para que embarcações de recreio possam ter diretrizes para todas as áreas marinhas protegidas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nas primeira edição. Logo mais informações serão organizadas para que as os responsáveis pelas embarcações tenha tudo na "ponta do dedos". a Itália na ponta dos dedos.

O objetivo deste guia é ajudar os velejadores e condutores recreacionais a aproveitar essas importantes áreas protegidas, respeitando a vida selvagem e seu habitat natural.


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas.


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

Referências do Trabalho: 
OSN Consultoria, Florianópolis (SC)  
Universidade Federal do Rio Grande (RS)
Centro de Convivência Menos do Mar (CCMAR), Rio Grande (RS)
ICMBio de Pelotas 
Prefeitura de Pelotas 
Fundação de Turismo de Pelotas 
SEBRAE Pelotas 
Assessoria de Comunicação da ANCORA da ECONOMIA DO MAR.  


Foto/Imagem:  Drº Lauro Barcellos, Acervo CCMAR, fevereiro de 2019.  



segunda-feira, 13 de maio de 2019

Importância do Turismo para o Brasil.

A Crescente Importância do Turismo 
como Atividade Econômica


Os deslocamentos, como necessidade temporária ou por lazer e entretenimento, sempre fizeram parte da história das civilizações. A partir de meados do século XIX, o turismo e a hotelaria foram sendo desenvolvidos, pouco a pouco, como atividades empresariais, mas foi no século XX que se constatou notável progresso tanto em termos quantitativos (número de viajantes, hotéis, agências, empregos diretos e indiretos etc.) quanto qualitativos (treinamento de pessoal,melhoramento da infra-estrutura etc.).

No Brasil, após uma fase de extração de riquezas (minerais e vegetais), o foco da atividade econômica dirigiu-se à agropecuária, perdurando ao longo de décadas. Posteriormente, desenvolveram-se as atividades industriais, ainda que de modo incipiente. Em meados do século XIX estavam aqui instaladas fábricas e oficinas dos ramos têxteis, vestuário, sabão, cerveja, fundição e vidros (dentre outros), ou seja, a estrutura industrial criada nesse período era dominada por indústrias leves. Na segunda metade da década de 1920, outros setores tradicionais (como alimentos, fabricação de chapéus e calçados) também se desenvolveram e, apenas a partir dessa época, iniciou-se a produção doméstica de cimento. A participação do café na pauta de exportação brasileira baixou de 71,7% para 47,1% no período 1935/1939, enquanto que a do algodão aumentou de 2,1% para 18,6%.
Tanto no primeiro governo Getulio Vargas (1930/1945) quanto no segundo (1951/1954) predominou o caráter industrializante de sua atuação e, pouco depois, Juscelino Kubitscheck (1956/1961) pôs em prática seu Plano de Metas – o objetivo de crescer “50 anos em 5” encontrou, nas metas quantitativas do plano, a referência para a adoção de medidas de incentivo ao investimento e o setor secundário da economia experimentou incrível impulso.

E muito se falou e se tratou das políticas agrícolas e industriais ao longo de todo o século.O setor serviços, que representa, atualmente, 57% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, parece ter sido relegado a um segundo plano, possivelmente por ser muito pulverizado e pouco compreendido.

No exterior, existem as denominações “tourism industry”, “hospitality industry” e “entertainment industry” e, em virtude de se tratarem de atividades diversas com interrelacionamentos com vários segmentos da economia, chegou-se a afirmar que o turismo seria uma “indústria sem chaminés”. 

Mas, segundo a classificação oficial brasileira, trata-se de atividade do setor terciário, mais precisamente do setor serviços. A relevância do turismo para a economia foi, primeiramente, ressaltada pelos países desenvolvidos, de economia de mercado; a seguir, os países socialistas, em geral, também perceberam o enorme potencial do setor, cujos efeitos multiplicadores estendem-se, em maior ou menor intensidade, a dezenas de ramos de atividade (constituíam-se exceção – e hoje não mais – a China e a Albânia).

No que concerne ao Brasil, a primeira menção legal à atividade turística consta em lei como:
> Decreto-Lei n° 406, de 4 de maio de 1938, que dispõe sobre a entrada de estrangeiros no território nacional; 
> Decreto-Lei de  n° 1915, de 27 de dezembro de 1939, criou uma divisão de turismo e o de n° 2.440, de 1940, tratou, exclusivamente, das empresas e agências de viagens e turismo, como estabelecimentos de assistências remuneradas aos viajantes, impondo a obrigatoriedade de registro prévio junto a órgãos de governo como condição para funcionamento; 

> Decreto-Lei n° 55, de 18 de novembro de 1966, definiu a política nacional de turismo, criou a Embratur e o CNTur (Conselho Nacional de Turismo);

> A Lei n° 6.513, de 20 de dezembro 1977, dispôs sobre a criação de áreas especiais e locais de interesse turístico, bem como sobre o inventário com finalidades turísticas dos bens de valor cultural e natural; 

> Decreto-Lei n° 2.294, 21 de novembro de 1986, tornou livres, no País, o exercício e a exploração de atividades e serviços turísticos, salvo quanto às obrigações tributárias e às normas municipais para a edificação de hotéis.

> A Lei n° 8.181, de 28 de março de 1991, atual regime jurídico da atividade turística, mudou o nome da Embratur (de Empresa Brasileira de Turismo para Instituto Brasileiro de Turismo), definindo sua competência. 

> A Medida Provisória n° 1.794-8, de 31 de dezembro de 1998, permitiu a criação do Ministério do Esporte e do Turismo, e, em 1 de janeiro de 2003, através da Medida Provisória n° 103, tal ministério foi desmembrado, sendo reconhecida, pelo governo federal, a atividade turística como importantíssimo fator de desenvolvimento econômico e social.


Este é um resumo da legislação turística brasileira, que abrange igualmente segmentos específicos, tais como meios de hospedagem, empresas organizadoras de eventos, agências de turismo, guias de turismo, bacharéis de turismo etc. Tal fato mostra que não apenas o setor empresarial procura “explorar” o turismo, mas também o governamental (agora elevado a nível de ministério) não só regula a atividade, elabora planos e programas, faz propaganda de destinos turísticos no país e no exterior, incentiva pesquisas, promove eventos nacionais e internacionais etc. Enfim, a atividade turística é reconhecida e valorizada como importante fator para o crescimento sustentado da economia.

Texto adaptado por Álvaro Ornelas, do texto original de Maresguia Neto. 

Turismo Náutico, mais negócios para o Brasil.

Turismo com foco no mercado. 

Álvaro Ornelas* 

Pela primeira vez no Brasil, o Plano Nacional de Turismo (PNT) está estruturado com total foco no mercado. Coloca a responsabilidade em Estados e principalmente nos municípios do Brasil para criar estratégias inteligentes para aumento do fluxo turístico continuo por todos os meses do ano em seus territórios. E, ao mesmo tempo, é uma forma (e oportunidade) de convidar o micro, pequeno e grandes empresários da cadeiras produtivas do turismo a proporem investimentos com base em estratégias em nichos de mercado específicos.  

O Plano Nacional de Turismo 2019-2022 lançado em Decreto Presidencial na segunda quinzena de Maio de 2019 é uma ótima notícia para o setor turístico no Brasil, em especial para Estados como Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul que detém conhecimento, investimetodores, potencial natural e humano para acelerar de forma exponecial sua performance no mercado turísticos Global. 

O PNT 2019-2022 está longe de ser um bom plano, mas pelo menos, aponta um macro-diretriz - foco no mercado. Ao mesmo tempo que parece natural e proposta é também uma posição clara e objetiva, coisa rara em ver em governos municipais e estadual, porém  não têm PLANO TURISTICO entendido e cooperado entre o poder público , os empresários e a entidades da sociedade organizada. A falta do planejamento integrada é a maior ameaça para constituir o "Destino Turístico Inteligente" largamento falado atualmente. 

A inteligência está em UNIR esforços diferentes em uma objetivo comum - tarefa difícil no turismo de forma geral. Diminuir as vaidades pessoais dos presidentes de associações turisticas, os interesses corporativistas de alguns empreendimentos e a falta de entendimento da classe políticas sobre o turismo são os desafios até 2022. 

Tenho usado por algum tempo a rash-tag #TURISMOsemCRISE em meus post, porque acredito que o turismo NUNCA ESTEVE em crise de mercado, a crise pior é a de EGOS. 

O que o novo PNT vem propor é a construção de PLANOS DE AÇÕES com #FOCOnoMERCADO  como um "norte turístico" para Prefeituras ineficientes e uma chance para que o empresário possa #pensarMELHOR sua estratégia de mercado e novos investimentos com a criação de  #açõesCERTEIRAS para gerar  #resultadosCONSISTENTES  e ao mesmo tempo uma oportunidade para acelerar nichos de mercados que pela ineficiência de gestão turística vem perdendo market-share em mercados globais, e em alguns casos, como no Turismo Náutico nem sequer apontam produtos a vendas nos principais operadores globais. 

Só no Estado de SANTA CATARINA há espaços para a instalação de grandes redes de "Alguéis de Barcos", porém se faz necessário uma legislação para que o segmento possa "existir" e atuar de forma competitiva no mercado global. Não estou falando só aluguéis de pequenas embarcações, as grandes são o que movimentam este sub-nicho de mercado (Economia do Mar> Turismo Náutico> Lazer Náutico> Serviços de aluguel > Super-Yachts), o entendimento desdas cadeias e suas características é que trabalhamos para INCLUIR e CONSOLIDAR um percentual desde mercado no litoral do Brasil. Depois vem a criação de roteiros e capacitação para que haja aumento da qualidade técnicas e a consequente QUALIDADE PERCEBIDA por serviços turístico, em especial em sub-segmentos, demandam mais esforços nas bases de cada cadeira de serviço. 

Em 2013, quando apresentei o conceito #SmartSEA como estratégia de rápido entendimento sobre o que PODE e o que DEVE ser trabalhafo primeiro para iniciar "NOVOS NEGÒCIOS" compatíveis com o potencial de cada nicho e sub-nicho de mercado. 

Outro exemplo vem do Estado de Mato Grosso, onde há o "maior CORREDOR DO ECOTURISMO" do mundo, uma produto que tem condições (potencial de mercado) para competir com os destinos como África do Sul, Tanzânia , Thailandia e Kênica no eco-turismo global. POrque não tem market-share? Porque não há PLANEJAMENTO ou estatratégias para "ver" o que pode ser feitos. Tem dinheiro, tem empresários TOP (acima da média), porém não conseguem formar uma INTELIGENCIA COLETIVA para que "norte turístico" do Estado de Mato Grosso seja compreencido. 

E por último, venho trabalhando o MAR DE DENTRO, no RIO GRANDE DO SUL. É uma Flórida (intercostal water) quando se fala em potencial náutico, o conceito SMART SEA está sendo introduzido para que os atores do turismo local e regional entendem forma de organizar melhor seu territórios em águas. Quando este municípios e região estiverem TRABALHANDO COM FOCO NO MERCADO do Turismo Náutico, certamente estarão entre os MAIORES DESTINOS de Turismo Náutico e ECOTURISMO do globol também. 

Espero que este novo PNT consiga UNIR esforços verdadeiras para que Santa Catarina seja um destinos turístico internacional na "potência máxima" ,que o Mato Grosso seja TOP5 destino de ecoturismo do globo e que "MAR DE DENTRO" do meu Rio Grande do Sul sejá o principal destino de turismo náutico da América Latina. Tudo isto é possível se as entidades deixarem seus egos de lado, se o empresário pensar grande juntos com as ações dos municípios - o turismo acontece no munícipios e na região de atuação. 

Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

FONTE: 

domingo, 5 de maio de 2019

Curso de Motores Náutico

Conhecimento como estratégia de desenvolvimento territorial. 


Álvaro Ornelas* 


O Pólo Náutico de Tijucas é a estratégia do municípios para atrair investimentos privados para acelerar a Economia do Mar seu território. Para consolidar os serviços e a manutenção de embarcações, a FIESC e o SENAI** de Tijucas estão colocando, pelo segundo ano consecutivo, mais uma turma para o curso MECANICA BÁSICA PARA MOTORES NÁUTICOS



Entender de mecânica é algo que requer tempo e dedicação por parte de quem quer se qualificar para aproveitar a expansão do mercado náutico previsto para os próximos anos. O SENAI de TIJUCAS é parceiros da estratégia de aceleração da indústria, do comércio , dos serviços e do turismo náutico na Região da Baía das Tijucas em Santa Catarina. Este é o motivo principal do SENAI ao criar o curso: Mecânica Básica de Motores Náuticos, um curso que vai capacitar jovens para trabalhar na área de mecânica de motores marítimos com mais sucesso. 


O objetivo é fomentar a capacitação de novos profissionais na área de mecânica de motores marítimos. Não há pré-requisitos. Recomendável para quem cursa o Ensino Médio e deseja profissionalizar se com atividades náuticas.

As aulas acontecem aos sábado das 9h às 18h em Tijucas, com duração de 45 horas de aulas técnicas. Pagamento em 3 X R$ 233,00. 

Fone e contato: 048 9 8402-2509 (WhatsApp). 

Juntos vamos transformando a realidade em mais oportunidades de inclusão social, conservação das orlas e vislumbramos novas oportunidades de negócios. 

Até o próximo post! 

Aos meus amigos e parceiros, desejo sempre, 

Suce$$o! 



Ornelas. 

#ECONOMIAdoMAR #EssênciaNÁUTICA #SmartSEA 

*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  

** FIESC - SENAI: 
Informações gerais sobre cursos e disponibilidades: 
 https://www.sc.senai.br/cursos/detalhes/mecanica-basica-de-motores-nauticos/13665/45035

Referência Bibliográfica:
Ministério da Economia do Mar. Portugal, 2010. 
Blue Flag. Pesquisa on line, 2012. 

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Navegação de Cabotagem no Brasil.

A geografia do Brasil e seu processo de colonização fizeram com que a navegação de cabotagem fosse uma das primeiras atividades econômicas do país e protagonizasse o transporte de mercadorias desde a época da colonização até os dias atuais. 

No entanto, embora pareça natural que a utilização da navegação de cabotagem seja relevante no Brasil para o transporte de cargas, tanto pelo contexto histórico, quanto pela concentração da atividade econômica próximo à costa, passando pela grande extensão do litoral brasileiro – de aproximadamente 7.400 quilômetros –, não é isso que ocorre. O que se observa, atualmente, é que a navegação de cabotagem transporta um pouco menos de 11% da carga no país, mesmo sendo o meio de transporte mais competitivo, menos poluente e que tem o menor número de acidentes.

Volume potencial da cabotagem. Fonte: Ilos/EPL/Abac


A migração desse volume potencial geraria uma série de benefícios para o país. A redução da quantidade de viagens de caminhões nas rodovias resultaria numa redução de 10 mil acidentes por ano, ou 29 acidentes por dia a menos no país, considerando rodovias federais, estaduais e municipais. Considerando os custos das empresas embarcadoras com frete, a economia potencial anual chegaria a R$ 1,7 bilhão. 

Haveria ainda uma grande redução nas emissões de gases de efeito estufa, visto que a cabotagem emite, proporcionalmente, quatro vezes menos do que o modal rodoviário. Por fim, haveria um importante benefício quanto à soberania nacional, dado que, de acordo com a legislação vigente, a cabotagem só é realizada por EBNs, o que garante vínculo e compromisso da marinha mercante brasileira e de suas embarcações com os interesses nacionais.

      Manutenção necessária para cada modal (R$/1.000 TKUs). Fonte: Ilos/CNT

História da Cabotagem no Brasil

O processo histórico de colonização foi determinante para a navegação de cabotagem ser praticada no Brasil desde a chegada dos portugueses. Do século XVI até o início do século XX, período durante o qual os meios aquaviários eram a única possibilidade de transporte de cargas a longas distâncias, a navegação de cabotagem desempenhou um papel preponderante – às vezes, exclusivo – na interligação entre os portos brasileiros e na consecução das atividades comerciais.
Muito precárias até o início do século XIX, a indústria naval e a infraestrutura portuária somente começaram a experimentar um desenvolvimento mais significativo a partir de 1808, com a vinda da Família Real e a promulgação do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas. 
Até o limiar dos anos 1930, em razão das péssimas condições de ferrovias e rodovias, além da restrita malha, a navegação de cabotagem era extremamente importante para o transporte de carga geral e a granel, sobrevivendo aos altos e baixos que vinha enfrentando no decorrer de sua história, com ciclos de abertura e de fechamento para operação de empresas estrangeiras. Essa situação começou a se modificar rapidamente a partir do governo de Washington Luiz entre 1926 e 1930 cujo lema era: “governar é construir estradas”, dando início a uma era de priorização do transporte rodoviário. Tal movimento foi consolidado no fim dos anos 1950, com a vinda e a implantação da indústria automobilística no governo Juscelino Kubistchek (1956-1961).
Graças às políticas governamentais e às linhas de financiamento, mantidas de forma persistente a partir dos anos 1950, no fim da década de 1970 a indústria naval brasileira atingiu seu ápice. O país atingiu o posto de segunda potência na indústria naval do mundo, gerando mais de 39 mil empregos diretos em 1979. 
O segundo choque do petróleo e o aumento da taxa de juros nos EUA refletiram-se em queda da demanda, pressionando o valor dos fretes, o que impactou o Fundo de Marinha Mercante, até hoje uma importante fonte de financiamento do setor. Observou-se uma deterioração da situação financeira dos armadores nacionais, acompanhada de drástica redução na atividade dos estaleiros instalados no Brasil. 
Na década de 1990, marcada pela abrupta abertura econômica ao mercado internacional e pela ampla política de privatizações, o setor aquaviário continuou enfraquecido. Viu-se a descontinuidade de planejamento e de execução de atividades no setor. 

A cabotagem no Brasil hoje

Atualmente, o modal rodoviário responde por quase 65% da carga transportada. Mesmo com o significativo crescimento que a navegação de cabotagem obteve nos últimos anos, ela hoje detém uma participação relativa de menos de 11% do total das modalidades de transportes.
Apesar de seu potencial, a navegação de cabotagem no Brasil está muito restrita à movimentação de poucos produtos, sobretudo ao transporte de petróleo entre as plataformas marítimas e o continente – decorrência de o país ser um grande produtor de petróleo offshore. Entre 2010 e 2016, o petróleo representou 75% da carga total movimentada. A movimentação de bauxita foi de 9,9% da carga total. Na sequência desses dois itens, respondendo por 5,8% da carga movimentada, está o transporte de contêineres. Salienta-se que o transporte de carga em contêineres, nesse período, apresentou um crescimento de 203% chegando a 10,6 milhões de toneladas transportadas, em 2016, chegando a mais que dobrar.
A grande capacidade operacional de movimentação de cargas da navegação de cabotagem gera ganhos de escala que resultam em vantagens econômicas, como: menor consumo de combustível por tonelada transportada, menor custo por tonelada-quilômetro transportado, reduzido registro de acidentes. Para transportar a mesma quantidade de carga de uma embarcação de seis mil toneladas, haveria necessidade de 172 carretas de 35 toneladas ou 86 vagões de setenta toneladas. Além disso, o menor consumo de combustível por tonelada-quilômetro transportado vai ter como consequência menor emissão de poluentes, um benefício ambiental.
A navegação de cabotagem é uma atividade intrínseca do país, que esteve presente desde a colonização. Ela desempenhou papel relevante no transporte de mercadorias durante séculos. Porém, nas últimas décadas, perdeu importância relativa em comparação a outros meios de transporte de mercadorias, como o rodoviário, apesar de ser o meio de movimentação de carga mais competitivo, menos poluente e com o menor número de acidentes. 
O conteúdo deste texto foi extraído e adaptado do artigo Navegação de Cabotagem Brasileira, dos autores Cássio Adriano Nunes Teixeira, Marco Aurélio Ramalho Rocio, André Pompeo do Amaral Mendes e Luís André Sá d'Oliveira, publicado no BNDES Setorial 47.​

Referências Bibliográficas: 

> BNDES, 2019 

> TECNOLOGISTICA

sábado, 13 de abril de 2019

Acessibilidade nas orlas: desafio de cidadania.

Nova parceria para melhorar a acessibilidade de cadeiras de rodas ao litoral


Álvaro ORNELAS*

As pessoas com deficiência agora podem descobrir facilmente se podem ter acesso às praias, marinas ou operadores de turismo de barco com a Certificação Internacional por meio do website Wheelmap.org.


Turismo Adaptado - Acessibilidade plena em Cabo Frio RJ 


O Wheelmap é um mapa on-line gratuito para encontrar e classificar lugares acessíveis a cadeiras de rodas em todo o mundo. O projeto é dirigido pela organização sem fins lucrativos "Sozialhelden", uma organização de direitos dos deficientes sediada em Berlim. A parceria da Bandeira Azul com o Wheelmap.org é um passo à frente para melhorar a facilidade de acesso da costa e fornecer informações sobre instalações acessíveis a cadeiras de rodas. As listagens da Bandeira Azul no Wheelmap contêm um link direto para o site blueflag.global , para que os usuários também possam se beneficiar de todas as informações detalhadas que são fornecidas lá.

COMO FUNCIONA?

O Wheelmap classifica a acessibilidade de cadeiras de rodas a locais públicos, como transporte público, restaurantes, playgrounds e sites de turismo em todo o mundo, usando um sistema de semáforo inteligente. As cores verde, amarelo e vermelho indicam se um local é totalmente, parcialmente ou não acessível para cadeira de rodas. 

Como todos podem atualizar facilmente a classificação de um site usando seu aplicativo ou aplicativo da Web, o Wheelmap ajuda a aumentar a disponibilidade de informações de acessibilidade para pessoas com deficiência. 

Os sites da Bandeira Azul agora se tornaram parte de uma coleção de quase 1 milhão de locais públicos avaliados pela comunidade Wheelmap e informações adicionais sobre outros 500.000 locais fornecidos por dezenas de organizações parceiras. Um exemplo de operador de barco acessível da Bandeira Azul, conforme listado no Wheelmap, pode ser encontrado aqui.

"Estamos muito satisfeitos por nossos dois projetos, que promovem turismo sustentável e eqüitativo de maneiras muito diferentes, uniram forças. Estamos trabalhando juntos para tornar as informações de acessibilidade facilmente disponíveis para milhões de pessoas com problemas de mobilidade que desejam aproveitar a costa e tudo o que ela tem a oferecer." falou Svenja Heinecke, Gerente da Comunidade Wheelmap

Com mais de 4.500 sites premiados em 45 países em todo o mundo, incluindo o Brasil, com 9 Praias certificados, a  Bandeira Azul desempenha um papel fundamental na divulgação de iniciativas inclusivas no setor de turismo costeiro. 

O intuito é dar acesso as informações da qualidade da acessibilidade disponível em cada orla. 

O real desejo é que TODOS CIDADÃO tenham acesso plena em onde habitam ou visitam, cabe as prefeituras a melhorarem todos os aspectos da acessibilidade à orla para as pessoas. 

Em Cabo Frio no Rio de Janeiro há empenho maior para este objetivo o Instituto Somar de Turismo Adaptado para prestar soluções para empresas e prefeituras com a qualidade internacional. A diretora Paloma Arias, trabalhou por 30 anos na Bandeira Azul da Espanha e Europa, e hoje é referência para a ampliação da educação sócio ambiental nas orlas do Brasil. 

Acessibilidade, compromisso de todos !!

Faça o bem, doe para ajudar esta causa: 
Banco Itaú Agência 8598 Cont 49.644-2 CNPJ 31.632.411/0001-23 


Suce$$o a todos amigos e parceiros, 

Ornelas


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Náutica de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.  


FONTE:
Instituto Somar de Turismo Adaptado 
Blue Flag Global, setembro de 2019

FOTO/IMAGEM:  
Instituto Somar - Turismo Adaptado