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sábado, 23 de abril de 2022
O Mar e a Orla.
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terça-feira, 22 de março de 2022
SMART SEA: Palhoça decide conservar seu Manguezal.
Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo lança projeto Mangue Legal
Iniciativa visa promover ações
para conscientizar e mobilizar a opinião pública sobre as áreas de mangue do
município de Palhoça
Na segunda-feira (21 MAR 2022), o Instituto Ambiental Palhoça
Menos Lixo lançou o projeto Mangue Legal, uma iniciativa que visa promover
ações para conscientizar e mobilizar a opinião pública sobre as áreas de mangue
do município de Palhoça.
O encontro foi às 20h30, na sede do Rotary Club de Palhoça, no
Centro.
A reunião de apresentação
contou com a participação de diversas instituições do setor público, privado e
terceiro setor, além de movimentos sociais palhocenses. Entre eles, destacam-se
Diretores de empresas parcerias, presidentes de ONGs que apoiam o movimento do ambientalista
Leo Quint que articula a comunidade para o enfrentamento dos problemas sócios
ambientais que Palhoça vive atualmente. Estiveram presenta a Polícia Militar
Ambiental. No total, pouco mais de 30 pessoas estiveram presentes na reunião.
Além da apresentação, o
encontro foi o ponto de partida do Projeto Mangue Legal, realizado através da
parceria entre o Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo e a Associação de
Pescadores da Ponte do Imaruim.
Segundo a organização, o
Projeto Mangue Legal deve resultar em ações de conscientização “sobre esse
ecossistema, que é o mais produtivo do planeta”. “Contribui para a
biodiversidade de relevância mundial, assegura a integridade ambiental da faixa
costeira e é responsável pelo fornecimento dos recursos e serviços ambientais
que sustentam atividades econômicas”, diz, em nota.
Ainda de acordo com texto do
Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo, tais medidas são importantes pois “os
manguezais no Brasil são vulneráveis a uma série de ameaças, tais como a perda
e fragmentação da cobertura vegetal, a deterioração da qualidade dos habitats
aquáticos, devido, sobretudo à poluição e a mudanças na hidrodinâmica, o que
tem promovido a diminuição na oferta de recursos dos quais muitas comunidades
tradicionais e setores dependem diretamente para sobreviver”.
A organização também reforça
que o Projeto Mangue Legal tem como objetivo trazer o bioma do mangue para o
centro do debate. “Ninguém preserva o que não conhece”, aponta.
Então, com ações
informativas, a iniciativa deverá apresentar à população palhocense
curiosidades sobre a importância dos mangues; o que eles têm a ver com a
história do município; qual o tamanho dos mangues localizados em Palhoça; e
muitos outros dados.
Informações complementares,
bem como a programação futura do projeto Mangue Legal, podem ser consultadas no
perfil do Instituto Ambiental Palhoça
Menos Lixo no Instagram: @palhocamenoslixo.
Imagem: Jornal Palhocense
Digital
Fonte: Assessoria de Comunicação
Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo
Disponível em https://www.palhocense.com.br/noticias/instituto-ambiental-palhoca-menos-lixo-lanca-projeto-mangue-legal
quarta-feira, 9 de março de 2022
Planejamento com foco no mercado.
Entrevista com Álvaro Ornelas, consultor da OSN CONSULTORIA que voluntariamente COORDENA O GTT NAUTICO SC
quinta-feira, 14 de outubro de 2021
Smart Sea >> Serviços de Manutenção Náutica.
Temporada de manutenção de barcos movimenta
a economia do setor náutico de Santa Catarina.
Foto: Manutenção de Barcos da Revista Náutica
Após o crescimento de 20% em vendas de embarcações de esporte e recreio no ano passado e com mais de 900 mil embarcações navegando no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira de Construção de Barcos Seus Implementos, o mercado náutico segue em expansão este ano com reflexos para demanda por vagas em marinas, produtos náuticos e prestadores de serviços.
Para se ter uma ideia, estima-se que cada instalação de apoio náutico com 300 embarcações pode gerar mais de R$ 141 milhões para a economia local e garante 780 postos de trabalho, segundo estudo da entidade.
Conhecida pelo turismo náutico e como maior produtor de embarcações de lazer do país, Santa Catarina já sente os reflexos do aumento em vendas de barcos durante a pandemia.
Uma das principais estruturas náuticas do Sul do país, a Marina Itajaí, no litoral norte do estado, já recebeu quase 300 embarcações para reparos este ano.
“A Marina Itajaí se tornou referência no país não apenas como local para ancoragem e lazer, mas também em termos de estrutura para manutenções de embarcações. Um dos diferenciais é que somos os únicos no Sul do país com equipamentos de alta tecnologia para a movimentação de barcos com até 75 toneladas e pátio capaz de receber 11 embarcações de 85 pés de forma simultânea. Outra vantagem é que a cidade possui mão de obra qualificada e cada vez mais as empresas estão se especializando e por isso Itajaí tem se tornado um polo náutico que é referência em todos os setores”, avalia a gerente comercial da Marina Itajaí, Natasha Secchi.
Outra empresa que já identifica incremento em vendas devido à alta demanda por insumos para a construção e manutenção de embarcações no Brasil, tanto para o mercado interno quanto para a exportação, é a Catarina Náutica.
Considerada uma das maiores revendedoras e distribuidoras de suprimentos náuticos brasileira, a empresa estima aumentar em 25% as vendas de resinas, tintas, selantes e produtos de construção e reparo de barcos, até equipamentos eletrônicos de navegação, ancoragem e salvatagem, entre maio e novembro.
“Como a venda de barcos novos e usados está muito aquecida no Brasil, esse é um comportamento esperado. Para atendermos esse reflexo que foi significativo para toda a cadeia náutica, recentemente investimos cerca de R$ 350 mil na inauguração de um shopping náutico em Itajaí, SC, além de contratação de mão de obra e um laboratório de colorimetria da Sikkens – AkzoNobel capaz de scanear com precisão mais de 2 milhões de cores na base de dados para a análise da pigmentação e repintura correta da embarcação. E ainda planejamos expandir ainda mais com a estruturação de centros de relacionamento com clientes em marinas”, explica Roberto Deschamps, diretor da Catarina Náutica.
O argentino Eduardo Bonfante, de 48 anos, proprietário do veleiro OCA, é um dos velejadores que optou por erguer o barco e fazer a reforma da sua embarcação em Santa Catarina:
“Comprei um veleiro Bavaria de 40 pés e escolhi a Marina Itajaí, no litoral norte, pela sua infraestrutura. Meu barco foi para pintura do fundo e ficou cerca de 12 dias fora da água para reparos. Além da estrutura, outro ponto positivo que percebi da região é a facilidade de encontrar tanto mão de obra como os produtos específicos para náutica desde lixas, tintas e pinceis até correntes de âncora, vasos elétricos, entre outros, através da Catarina Náutica, bem perto da marina, para a reforma”.
Fonte: Economia SC








