sábado, 23 de abril de 2022

O Mar e a Orla.

FUTOURISMO | Qual é o futuro das orlas do Brasil? 


A pergunta acima não tem resposta certa. Pode ser dimencionada para a sua cidade, bairro ou ruas frente mar sem fórmulas, mas baseada na cooperação em redes de apoio à conservação ambiental e melhor uso de orlas. 

Desafio do Brasil é realizar o seu gerencimento costeiro de forma sincronizada entre os saberes e fazeres das pessoas (social), com a conservação ambiental e com a inclusão de empresas e iniciativa privadas no contexto. 

Suce$$o! 


Ornelas. 

#ECONOMIAdoMAR #EssênciaNÁUTICA #SmartSEA #FUTOURISM #TurismoNáutico #ORLAS #OrlasBrasil #TURISMOdeSOLePRAIA  

*Ornelas é um thinktank da Essência Náutica do Brasil, Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócio em marinas no Brasil e idealizou e iniciou o Complexo Náutico TMC.  

** Artigo publicado na Revista VIP SHORE, Novembro de 2017, Santa Catarina.  





terça-feira, 22 de março de 2022

SMART SEA: Palhoça decide conservar seu Manguezal.

 Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo lança projeto Mangue Legal



Iniciativa visa promover ações para conscientizar e mobilizar a opinião pública sobre as áreas de mangue do município de Palhoça

 

Na segunda-feira (21 MAR 2022), o Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo lançou o projeto Mangue Legal, uma iniciativa que visa promover ações para conscientizar e mobilizar a opinião pública sobre as áreas de mangue do município de Palhoça.

O encontro foi às 20h30, na sede do Rotary Club de Palhoça, no Centro.

A reunião de apresentação contou com a participação de diversas instituições do setor público, privado e terceiro setor, além de movimentos sociais palhocenses. Entre eles, destacam-se Diretores de empresas parcerias, presidentes de ONGs que apoiam o movimento do ambientalista Leo Quint que articula a comunidade para o enfrentamento dos problemas sócios ambientais que Palhoça vive atualmente. Estiveram presenta a Polícia Militar Ambiental. No total, pouco mais de 30 pessoas estiveram presentes na reunião.

Além da apresentação, o encontro foi o ponto de partida do Projeto Mangue Legal, realizado através da parceria entre o Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo e a Associação de Pescadores da Ponte do Imaruim. 

Segundo a organização, o Projeto Mangue Legal deve resultar em ações de conscientização “sobre esse ecossistema, que é o mais produtivo do planeta”. “Contribui para a biodiversidade de relevância mundial, assegura a integridade ambiental da faixa costeira e é responsável pelo fornecimento dos recursos e serviços ambientais que sustentam atividades econômicas”, diz, em nota.

Ainda de acordo com texto do Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo, tais medidas são importantes pois “os manguezais no Brasil são vulneráveis a uma série de ameaças, tais como a perda e fragmentação da cobertura vegetal, a deterioração da qualidade dos habitats aquáticos, devido, sobretudo à poluição e a mudanças na hidrodinâmica, o que tem promovido a diminuição na oferta de recursos dos quais muitas comunidades tradicionais e setores dependem diretamente para sobreviver”.

A organização também reforça que o Projeto Mangue Legal tem como objetivo trazer o bioma do mangue para o centro do debate. “Ninguém preserva o que não conhece”, aponta.

Então, com ações informativas, a iniciativa deverá apresentar à população palhocense curiosidades sobre a importância dos mangues; o que eles têm a ver com a história do município; qual o tamanho dos mangues localizados em Palhoça; e muitos outros dados. 

Informações complementares, bem como a programação futura do projeto Mangue Legal, podem ser consultadas no perfil do Instituto Ambiental Palhoça

Menos Lixo no Instagram: @palhocamenoslixo.

 

 

Imagem: Jornal Palhocense Digital

Fonte: Assessoria de Comunicação Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo

Disponível em https://www.palhocense.com.br/noticias/instituto-ambiental-palhoca-menos-lixo-lanca-projeto-mangue-legal

 


quarta-feira, 9 de março de 2022

Planejamento com foco no mercado.

Da série histórico de suce$$os...   

Entrevista com Álvaro Ornelas, consultor da OSN CONSULTORIA que voluntariamente COORDENA O GTT NAUTICO SC

                      

ORNELAS afirma que setor náutico de grandes embarcações não sofreu impacto com a crise, e as empresas poderia estar exportando barcos se tivessem mais design, gestão internacional e certificações de qualidade para vendas na Europa e Estados Unidos.

Foto: Marcos Horostecki/ND

Como o Grupo de Trabalho do Turismo Náutico está contribuindo com o Polo Náutico de Tijucas?
– Atualmente são várias frentes de trabalho para o fortalecimento da economia do mar de Santa Catarina, tendo Tijucas como um dos grandes potenciais reais de mercado para auxiliar a indústria, comércio, serviços e turismo náutico. O Grupo de Trabalho Náutico, que é um órgão da Secretaria de Estado de Turismo, está atuando no desenvolvimento do turismo e serviços relacionados à economia do mar, em conjunto com a Fecomércio, FIESC, e principalmente com o apoio do SEBRAE que viabiliza ações de benchmarking e auxiliar na organização  do setor.  
– Porque você acha que isso demorou tanto para acontecer em Tijucas?
Dentro do GT, Tijucas é o case que mais acelerou seu processo de desenvolvimento em toda a Santa Catarina.
-Mas esse potencial é de conhecimento geral bem antes da criação do GT…
Bem, mas foi só em 2013 que o município começou a atuar em conjunto com o governo do Estado nessa questão e começamos a vislumbrar o potencial de Tijucas, trabalhando de forma cooperada. Eu diria que o projeto acelerou muito desde que fomos chamados. Foi muito rápido, em menos de quatro anos houve uma mudança de comportamento e interesse na exploração do grande potencial que tem Tijucas nessa área.
-Pela sua experiência, o que vai acontecer primeiro no Polo Náutico?
O que acontece primeiro é a instalação do Tijucas Marine Center, que é um investimento 100% privado e que já começou a atrair empresas para Santa Catarina. Empresas do Rio de Janeiro, empresas de São Paulo que estão interessadas em um espaço com uma estrutura adequada para recebe-los e que a área localizada de frente para o mar tem plenas condições de oferecer.
E qual seria o potencial do Polo Náutico?
Acredito que Tijucas, nos próximos 20 anos, vai ser uma cidade que vai viver da economia do mar. Vai voltar a viver da economia do mar, porque tem espaço, está geograficamente posicionada entre mercados consumidores, como São Paulo, Porto Alegre e Buenos Aires e é também uma cidade em que os terrenos disponíveis são acessíveis do ponto de vista financeiro, comparado à região metropolitana da Capital e a região do Vale do Itajaí. Então, o potencial das áreas existentes aqui chama a atenção de todo o mercado do mar.
-O problema da boca da barra não prejudica esses investimentos?
Esse problema pode se alimentar e ganhar realmente um valor de mercado, para sensibilizar autoridades para a necessidade de investimento que ele exige. Porque até 2013, fazer os molhes na boca da barra era a única solução, o que é uma inverdade. O potencial da cidade é tão grande, que existe outras alternativas, que já são realidade e que não dependem da solução do problema para atrair um investimento da ordem, por exemplo, de R$ 70 milhões, que é o que vai garantir o Tijucas Marine Center. A estratégia da cidade para o mar é mais importante que a solução da boca da barra.
-E essa estratégia está consolidada?
Sim, porque a cidade procurou o GT Náutico para isso, em 2013. Em 2014 aprovou uma lei de incentivo municipal para atrair empresas. Em 2015 organizou a participação da cidade numa feira internacional. Foi até a Itália mostrar para os italianos que tem o potencial e 2016 tem um investimento privado confirmado que se chama Tijucas Marine Center. Cada ano um passo certo para um resultado consistente. Esse é o principal ganho. A boca da barra continua sendo um problema, mas com esses investimentos a solução dele fica bem mais próxima.
-Sabemos que o mercado náutico é um mercado de capital intensivo, que precisa de grande circulação de dinheiro. Essa situação do País, com a crise, o que ela impacta nesse projeto?
Na náutica, as embarcações de 40 pés em diante nunca sofreram com crise alguma no Brasil. Nunca vão sofrer. Assim como todo o mercado de alto luxo e alto padrão. Nenhuma das marcas de carros, por exemplo, como a Land Rover, sofreu com a crise. Esse segmento é fiel e tem clientes no Brasil de alto padrão que vão continuar comprando. O Brasil não faliu, o Brasil está em crise, é diferente. Claro que tudo abaixo disso não está acontecendo. Aquelas embarcações menores, de 30 pés, 20 pés, as de lazer, essas estão em situação complicada, porque o cidadão não vai deixar de financiar um carro novo para comprar um barco, porque não está sobrando dinheiro. Nós temos um segmento em Santa Catarina que são os estaleiros que produzem as embarcações de lazer, para a pesca e para mergulho, que custam o valor de um carro. Esse segmento sim foi afetado, mas nós acreditamos que logo sairá da crise também.
-Como fica a pesca nesse contexto, já que Tijucas tem uma relação muito forte com ela?
Eu vejo nesse primeiro momento que o potencial de Tijucas inclui as pessoas que residem na cidade e que estão envolvidas no setor, inclusive quem já está no mercado da pesca. Essa cidade respira náutica. Ela já foi náutica no passado e por alguma estratégia do passado ela deixou de ser. De cada dez tijuquenses, oito já estiveram dentro do mar ou conhecem as condições do mar. Isso é matéria prima. Não tem lugar nenhum no planeta que possua esse tipo de mão de obra. O que precisamos é capacita-los, para que eles estejam adaptados às novas tecnologias. Por isso a gente acredita que, talvez no ano que vem já venham os primeiros cursos, em parceria entre o Senai e o governo do Estado.
-Esse núcleo pode vir a ajudar também para que a região se beneficie de alguma forma pelo transporte marítimo?
O Polo Náutico de Tijucas tem tudo para contribuir com isso. Estamos trabalhando inclusive no processo de atrair cruzeiros para a Baía de Tijucas e para a Baia Norte e Baia Sul da região metropolitana. Mas tudo isso está alicerçado em uma carta náutica. E a última de Tijucas é de 1957. Isso custa R$ 800 mil e demora 60 dias para ficar pronto. É como se fosse fazer um asfalto e hoje não temos isso. E isso impacta no transporte aquaviário, importa no setor náutico, na maricultura e na segurança de quem navega. Perdemos muito com isso e estamos trabalhando para que isso aconteça e, no futuro, por exemplo, o polo náutico de Tijucas possa ser usado não só para desembarque de cruzeiros, mas para a manutenção de todas as embarcações que circulam pela região.

Cliente:  Secretaria de Turismo de Santa Catarina | GTT NAUTICO SC
Evento:  Entrevista N                    Data: 25.08.2016


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Smart Sea >> Serviços de Manutenção Náutica.

Temporada de manutenção de barcos movimenta

a economia do setor náutico de Santa Catarina. 





             Foto: Manutenção de Barcos da Revista Náutica 

Após o crescimento de 20% em vendas de embarcações de esporte e recreio no ano passado e com mais de 900 mil embarcações navegando no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira de Construção de Barcos Seus Implementos, o mercado náutico segue em expansão este ano com reflexos para demanda por vagas em marinas, produtos náuticos e prestadores de serviços.

Para se ter uma ideia, estima-se que cada instalação de apoio náutico com 300 embarcações pode gerar mais de R$ 141 milhões para a economia local e garante 780 postos de trabalho, segundo estudo da entidade.

Conhecida pelo turismo náutico e como maior produtor de embarcações de lazer do país, Santa Catarina já sente os reflexos do aumento em vendas de barcos durante a pandemia.

Uma das principais estruturas náuticas do Sul do país, a Marina Itajaí, no litoral norte do estado, já recebeu quase 300 embarcações para reparos este ano.

“A Marina Itajaí se tornou referência no país não apenas como local para ancoragem e lazer, mas também em termos de estrutura para manutenções de embarcações. Um dos diferenciais é que somos os únicos no Sul do país com equipamentos de alta tecnologia para a movimentação de barcos com até 75 toneladas e pátio capaz de receber 11 embarcações de 85 pés de forma simultânea. Outra vantagem é que a cidade possui mão de obra qualificada e cada vez mais as empresas estão se especializando e por isso Itajaí tem se tornado um polo náutico que é referência em todos os setores”, avalia a gerente comercial da Marina Itajaí, Natasha Secchi.

Outra empresa que já identifica incremento em vendas devido à alta demanda por insumos para a construção e manutenção de embarcações no Brasil, tanto para o mercado interno quanto para a exportação, é a Catarina Náutica.

Considerada uma das maiores revendedoras e distribuidoras de suprimentos náuticos brasileira, a empresa estima aumentar em 25% as vendas de resinas, tintas, selantes e produtos de construção e reparo de barcos, até equipamentos eletrônicos de navegação, ancoragem e salvatagem, entre maio e novembro.

“Como a venda de barcos novos e usados está muito aquecida no Brasil, esse é um comportamento esperado. Para atendermos esse reflexo que foi significativo para toda a cadeia náutica, recentemente investimos cerca de R$ 350 mil na inauguração de um shopping náutico em Itajaí, SC, além de contratação de mão de obra e um laboratório de colorimetria da Sikkens – AkzoNobel capaz de scanear com precisão mais de 2 milhões de cores na base de dados para a análise da pigmentação e repintura correta da embarcação. E ainda planejamos expandir ainda mais com a estruturação de centros de relacionamento com clientes em marinas”, explica Roberto Deschamps, diretor da Catarina Náutica.

O argentino Eduardo Bonfante, de 48 anos, proprietário do veleiro OCA, é um dos velejadores que optou por erguer o barco e fazer a reforma da sua embarcação em Santa Catarina:

“Comprei um veleiro Bavaria de 40 pés e escolhi a Marina Itajaí, no litoral norte, pela sua infraestrutura. Meu barco foi para pintura do fundo e ficou cerca de 12 dias fora da água para reparos. Além da estrutura, outro ponto positivo que percebi da região é a facilidade de encontrar tanto mão de obra como os produtos específicos para náutica desde lixas, tintas e pinceis até correntes de âncora, vasos elétricos, entre outros, através da Catarina Náutica, bem perto da marina, para a reforma”.


Fonte: Economia SC

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Design Náutico, o futuro chegou!

Estaleiro Codecasa aciona nova dimensão no design náutico. 

Álvaro Ornelas* 

Codecasa Jet 2020          Imagem: Assessoria de Comunicação Estaleiro Codecasa

O lançamento mais impactante de VIAREGGIO, na Ligúria, Itália neste ano foi certamente o "jumbo" - superyacht da #CODEcasa. 

A união de tradição com o know-how combinaram se e serviu de  insight virtuoso e criativo. A explosão de criatividade - força única que quebra o molde: a evolução se torna revolução e transformação.O CODECASA JET é certamente um salto inovador e inesperado que surpreende e surpreende com suas linhas aéreas e com a evolução de estilo desenvolvida pela Codecasa Shipyards, que a está lançando no mercado, com o objetivo de definir uma nova tendência na indústria. Quem disse que o mar e o céu podem se encontrar no horizonte?

Com o Estaleiro Codecasa, a água e o ar se reúnem no projeto do novo CODECASA JET, de 70 metros de comprimento, que transfere em um iate algumas características estilísticas emprestadas da aviação. O novo projeto, nascido da visão e mão de Fulvio Codecasa, quebra o molde das linhas típicas da tradição marítima e dos iates construídos pelo Viareggio Yard, entre os quais se destaca como um exemplo único, destinado a definir uma tendência . Do ponto de vista estilístico, o CODECASA JET foi inspirado nas linhas de aviação típicas, que são transpostas no setor náutico. O resultado é algo que nunca foi visto antes no mar. As linhas são limpas e mínimas, os espaços exteriores e interiores são enormes.

A seção para a frente do iate, caracterizada por uma forma sólida e arredondada, lembrando o cockpit de uma aeronave que se abre como a proa de uma carga para dar acesso à área de atracação, é sabiamente iluminada pelo corpo central, uma espécie de fuselagem com um deck solar de tamanho notável (o projeto preliminar indica um comprimento total de aproximadamente 20,00 metros e uma largura de aproximadamente 10,00 metros). Este último é fornecido com todos os confortos e instalações necessárias para viver o mar em total relaxamento, como uma piscina recuada de 6,00 metros x 2,00 metros com colchões grandes para tomar sol e um ginásio coberto.

O deck do sol se estende até a seção traseira do iate, que se desenvolve verticalmente em uma forma sólida, lembrando a cauda de uma aeronave. Lá, o Beach Club, ao nível do mar, é servido por um elevador e conectado a um corredor e um Skylounge, com grandes janelas de vidro e 3,00 metros de altura, acomodando o salão e a sala de jantar principal, no nível do deck.

A área de proa do convés principal é totalmente dedicada à suíte do proprietário, enquanto os convidados são acomodados nas quatro cabines suntuosas no convés inferior, cuja área de frente é ocupada pelos alojamentos da tripulação. A cabine, então, localizada no convés da ponte é confortavelmente servida por outro elevador que conecta os três convés e fica diretamente adjacente, através de um corredor, à cabine do capitão.

Em um jogo contínuo de suspensão e equilíbrio entre as ondas e as nuvens, o Iate é fornecido com um heliporto para um helicóptero de tamanho médio / grande à popa e com uma área dupla nas laterais, no meio do navio, com entradas de ar que lembram um motor a jato.

Do ponto de vista do equipamento técnico, o novo CODECASA JET 2020, que deve se tornar o carro-chefe dos Estaleiros Codecasa, ainda está sendo finalizado. O edifício provavelmente começará na primeira metade do ano 2020.

Assim como os demais iates pertencentes à produção de Estaleiros Codecasa, este iate apresenta os renomados e altos padrões de qualidade, que tornaram o estaleiro famoso em todo o mundo. Além disso, ela recebe o mais novo equipamento técnico disponível no mercado, como as antenas de radar, que serão instaladas dentro de cúpulas de fibra de carbono, no estilo típico dos aviões AWACS.

O CODECASA JET 2020 será certificado pelas mais importantes Sociedades de Classificação e Autoridades de Bandeira, como o Lloyd's Register e o MCA, para garantir que a descoberta de novos horizontes seja sempre realizada nas melhores condições de segurança.

Vale a pena conferir no MIAMI BOAT de 2021, quando está previsto sua exposição, se o novo proprietário deixar, me informaram fontes segura - por ciúmes. 

Aos parceiros e amigos, 

Suce$$o ! 

Ornelas. 


Fonte: 
Assessoria de Imprensa Estaleiro Codecasa, Viareggio Ligúria. 
Revista Super Yacht Magazine, Julho de 2020. 

Foto: 
Assessoria de Imprensa Estaleiro Codecasa. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

SMART SEA: Certificações na Orla de Pollica.

A relevância das certificações internacionais para que um destino consiga manter a excelência em cada momento de uso da orla de mar, rio ou lagos. 

Foto: Stefano Pisani, Pollica, verão 2020. 

Após a visita ao município de Pollica, da região de Salerno na Campagna, ficou evidente que o trabalho iniciado por 2014 enquanto coordenador voluntário do Grupo de Trabalho do Turismo Náutico de Santa Catarina (GTT NAUTICO SC) estava coerente com as tendências internacionais. 

Em visita a Pollica na primavera europeia desde ano, pude entender que, agora dependendo de ações  urgente de aceleração as certificações fazem a diferença para a decisão de viagem a um destino de praia. Pollica está  está entre os 10 principais locais de excelência turística à beira-mar italiana. 

Pollica foi premiado com a Bandeira Azul, como o destino europeu do meio ambiente, em 2019. A cidade foi certificada com o "Selo Internacional das Cinco Velas de Meio Ambiente", desde 2000, um destino de vela. Em 2020 está organizando a certificação Estações Náutica, que no Brasil é operacionalizada pela Associação ANCORA DA ECONOMIA DO MAR, que terá as primeiras certificações no verão 2020/2021. 

Imagem: Comune di Pollica, Regione Salerno, Campagna, Itália.

Em Pollica ainda tem o selo de destino do no Guia "Italian Touring Club": este é o maior reconhecimento italiano de resorts à beira-mar capazes de combinar beleza da paisagem e qualidade das águas, gerenciamento correto do território e intervenções em conformidade com o meio ambiente. 

As praias de Pollica, de Acciaroli a Pioppi, localizadas no Parque Nacional Cilento, além do grande interesse naturalista e da sugestão dos centros habitados, imersos no verde da colina, são recompensadas pela qualidade dos serviços, como o percentual de coleta separada, a presença de serviços para os programas de educação para deficientes e ambientais.

Bandeira Azul- 5Velas - Touring - Estações Náutica, certificações inteligentes que promoção de destino e melhor uso dos recursos, faz diferença na promoção do destinos e no marketing de apoio à comercialização das empresas turística de Pollica, da região de Salerno, da Campagna e da Itália no ano da retomada do fluxo turístico pós vírus chinês. 

Para ser eleita pelo Ministério do Meio Ambiente com a cidade "rainha" do turismo, a Pollica passou em 128 análises e critérios, relacionados à qualidade do ambiente marinho, à eficiência de serviços relacionados, resíduos, energia, instalações de saúde e à oferta de alimentos e vinhos. 

O resultado foi reconhecido em reconhecimento à simpatia, conforto e autenticidade do local, o que há 15 anos faz parte da gestão pública da cidade que deseja manter-se no top de cidade VERDE-AZUL da Europa. 

Entre os 128 critérios de 4 mega certificações ambientais, sociais, esportiva e de impacto sócio-econômico os critérios que deixo como DICA UNIVERSAL de gestão de orlas são: 

> Uso da terra, degradação da paisagem, biodiversidade, atividades turísticas.
> Estado das áreas costeiras com Leis e entendimentos com a comunidade. 
> Acessibilidade a destinos e mobilidade local.
> Consumo e produção de energia.
> Sistemas de consumo de água e tratamento de águas residuais.
> Produção e gestão de resíduos.
> Toda e qualquer iniciativa para melhorar a sustentabilidade.
> Segurança alimentar e produtos típicos de qualidade. Ex.:Certificação da Dieta do Mediterrâneo.
> Oportunidade e qualidade do feriado, pacotes inteligentes com operadoras selecionadas. 
> Saúde e estrutura social.
> Além disso, os indicadores da qualidade ambiental da paisagem natural, costeira e urbana são incluídos na elaboração do julgamento geral, no que diz respeito à qualidade dos edifícios e à habitabilidade. 

Esses parâmetros se cruzam com os indicadores da qualidade da recepção: capacidade de acomodação, serviços turísticos, mobilidade, ciclo de resíduos, ciclo da água, limpeza do mar e das praias e presença de praias livres, aglomeração de costa e mar. presença de serviços de segurança no solo, presença de artesanato de qualidade, museus e locais de interesse cultural e ambiental, bem como o fundo do mar particularmente interessante para mergulhadores e serviços terrestres destinados a eles, serviços para pessoas com deficiência, para iniciativas capazes de melhorar a sustentabilidade ambiental.

Continuando para ajudar aos gestores públicos, pensar sempre em: 

> Medição e validade absoluta das águas balneares;
> Saneamento básico e industrial. Nenhuma descarga de água industrial e de esgoto perto das praias;
> Preparação pelo município de um plano para qualquer emergência ambiental;
> Preparação pelo município de um plano ambiental para o desenvolvimento costeiro;
> Água sem vestígios superficiais de poluição (manchas oleosas, sujeira, etc.);
> Praias com um número adequado de contentores de resíduos;
> Praias constantemente limpas;
> Dados e análise química das águas pelo menos em 24 meses antes de candidatar um certificação. 
> Balneabilidade comprovada pela Estado ou laboratórios credenciados aos órgãos ambientais; 
> Fácil disponibilidade de informações sobre regras de convivência e uso da orla pela comunidade e visitantes; 
> Campanhas e programação de sensibilização ambiental durante a temporada e nas escolas da cidade; 
> Número adequado de banheiros perto das praias;
> Estrutura de salva-vidas incluindo botes salva-vidas;
> Proibição absoluta de acesso a carros nas praias e nas imediações;
> Proibição absoluta de camping (ou churrasquinho) não autorizado;
> Proibição de trazer cães em praias não especialmente equipadas;
> Fácil acesso à praia e estacionamento identificado; 
> Sinalização das condições da águas (sistema de bandeiras dos bombeiros); 
> Equilíbrio entre atividades na praia e respeito pela natureza;
> Promover mais e melhores serviços de praia aos visitantes e usuários; 
> Acessibilidade - acesso facilitado para pessoas com deficiência;
> Bebedouros públicos - fontes de água potável;
> Iluminação pública na orla (se houver uso noturno); 
> Horários para esporte ou espaços de esporte à beira mar; 
> Telefones públicos, ou acesso  a internet ao chegar à praia.

Enfim, aqui, algumas dicas para sua praia de mar, rio ou lago não ficar de fora do mercado global de turismo de qualidade e garantir a sua comunidade um turismo sustentável e responsável. 

Aos amigos e parceiros, desejamos sempre, 

Suce$$o sempre, 

Ornelas. 


*Ornelas é um think tank da Essência Náutica do Brasil. Foi o coordenador voluntário do GTT NAUTICO SC (2011-2017). Fundador e Presidente da ANCORA (Ass. Nacional de Cooperação em Redes de Apoio à Economia do Brasil do Brasil) também desenvolveu o Pólo Náutico de Tijucas por meio do conceito SMART SEA criado por sua empresa, a OSN CONSULTORIA. É sócios em marinas no Brasil e fundou o Complexo Náutico TMC.