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Acelerar a ECONOMIA DO MAR no Brasil por meio da troca de informações para gerar mais conhecimento e pesquisas sobre os clusters da INDÚSTRIA, do COMÉRCIO, dos SERVIÇOS e do TURISMO NÁUTICO eles completam o hyperclusters da ECONOMIA DO MAR. Seja bem vindo! Participe! ⚓🚤🛳
quarta-feira, 1 de novembro de 2023
NASA: Mudanças Climáticas em SC
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
SMART SEA: ODS 14 - Vida na Água.
Vida na água: conservação e uso responsável dos mares, oceanos e ambientes costeiros.
Os oceanos cobrem três quartos da superfície do planeta, conectam as populações por meio dos portos e mercados, constituindo-se em importante herança natural e cultural para a humanidade. Os ambientes marinhos realizam importantes serviços ambientais: fornecem aproximadamente metade do oxigênio que respiramos, absorvem mais de um quarto do dióxido de carbono (CO2 ) que produzimos, desempenham importante papel no ciclo da água e no sistema climático, além de serem uma fonte essencial de biodiversidade.
Tudo isso contribui para a sustentabilidade dos ecossistemas, marinhos e continentais, assim como para o desenvolvimento econômico, para a erradicação da pobreza, segurança alimentar, transporte e tráfego marítimo, para a geração de trabalho digno e meios de sobrevivência (Nações Unidas, 2017).
Apesar dos inúmeros benefícios que a vida na água nos traz, os efeitos adversos das alterações globais agravados pela ação humana podem ser vistos na elevação da temperatura dos oceanos, acidificação de mares e zonas costeiras, desoxigenação de ambientes marinhos, elevação do nível dos mares, desgelo das calotas polares, erosão das zonas costeiras, assoreamento da foz de rios, ventos extremos, poluição, exploração desordenada de recursos petrolíferos, redução dos estoques pesqueiros, alterações na fisiologia e metabolismo de espécies aquáticas em decorrência da bioacumulação de substâncias nocivas no ambiente, sobrepesca, pesca ilegal, conflitos, dentre muitos. No sentido de constituir um fórum para discussões e alinhar decisões a respeito da sustentabilidade dos oceanos, foi firmada, em 1982, em Montego Bay na Jamaica, 12 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 14 a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos), que normatizou inúmeras ações, como o trânsito marítimo, a delimitação de fronteiras, os regulamentos ambientais, a investigação científica, o comércio e a resolução de conflitos internacionais. O Brasil ratificou sua participação na Unclos em 22 de dezembro de 1988 (Nações Unidas, 2017).
Em 2012, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20) considerou os oceanos e as águas costeiras fundamentais para a sobrevivência do planeta, ressaltando a importância da sua conservação e utilização responsável, inclusive para erradicação da pobreza, segurança alimentar e garantia de trabalho digno, protegendo, ao mesmo tempo, a biodiversidade, o ambiente marinho e as populações e os países que dependem dos recursos pesqueiros marinhos, e propondo a minimização e remediação dos impactos das mudanças climáticas nesses ecossistemas (Beirão; Pereira, 2014). Diante desse cenário preocupante, em setembro de 2015, 193 estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) reuniram-se para discutir uma nova agenda global comprometida com as pessoas, o planeta e a paz.
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável apresenta 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) que englobam 169 metas traçadas para fomentar um mundo melhor (Machado Filho, 2017).
Dentre esses objetivos, a síntese do ODS 14, intitulada Vida na água, foi criada para promover, em linhas gerais, a conservação e o uso sustentável dos oceanos, mares, dos demais recursos pesqueiros e das zonas costeiras.
ODS 14 e a sua relação com o mundo O movimento dos oceanos, por meio das correntes marítimas, distribui os nutrientes e o calor para as áreas costeiras (Figura 1), sendo a energia que movimenta a vida no planeta, o motor que regula diversos processos naturais que geram nosso alimento, renovam a água e o ar que respiramos. Ao longo da história e até os dias de hoje, os oceanos e os mares são considerados vitais para o comércio, o transporte, a geração de energia, riquezas e alimentação (Nações Unidas, 2016). Os oceanos contêm 97% da água do planeta e representam três quartos da superfície da Terra. Não é por acaso que mais de 3 bilhões de pessoas dependem dos mares e oceanos para sua subsistência, gerando cerca de 5% do produto interno bruto (PIB) global ou aproximadamente 3 trilhões de dólares por ano em decorrência do uso, comércio e outras atividades correlatas aos recursos e às indústrias marinhas. No entanto, o valor potencial desses recursos nunca poderá ser estimado, já que existem milhões de espécies marinhas não identificadas e apenas 200 mil conhecidas (Nações Unidas, 2017).
Espécies de algas marinhas, dentre as muitas funções biológicas que realizam, absorvem o dióxido de carbono atmosférico, produzido pelas emissões de gases de efeito estufa, e que têm causadoacidificação dos mares e oceanos, além da elevação da temperatura global, como principais efeitos adversos. Essas mesmas espécies que ajudam na regulação do clima do planeta, participam da cadeia trófica que alimenta bilhões de pessoas que dependem única e exclusivamente dos oceanos.
Indiretamente, a pesca marinha emprega 200 milhões de pessoas no mundo. A mesma pesca que emprega e fornece alimento às populações mundiais, quando praticada de maneira irresponsável, contribui para o esgotamento de muitas espécies de peixes, além de dificultarem uma gestão organizada e sustentável da pesca global, levando a perdas sociais, ambientais e econômicas imensuráveis. Por isso, estima-se que até 40% dos oceanos estejam afetados pelas atividades humanas, tais como a poluição, o empobrecimento da pesca e a perda de habitat costeiros (Nações Unidas, 2017).
O problema com a sustentabilidade dos oceanos é tão sério que, em 2017, um artigo publicado na revista científica BioScience, assinado por 15 mil cientistas de 184 países e intitulado Segundo Aviso (A Second Notice), descreve que as previsões feitas em 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e 14 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 14 o Desenvolvimento, também conhecida como Eco 92, foram superadas em razão do elevado crescimento da população mundial (35% de aumento), com consequente aumento nas emissões de dióxido de carbono pelo uso de combustíveis fósseis, agricultura de alto impacto, desmatamento, seca, perda de vida marinha e aumento das chamadas zonas mortas nos oceanos (Ripple et al., 2017).
A gestão cuidadosa desse recurso é fundamental para o desenvolvimento sustentável. Além disso, os recursos costeiros e marinhos são extremamente vulneráveis aos impactos da degradação ambiental, da poluição, da sobrepesca e da mudança global do clima. Nesse sentido, destacam-se, a seguir, alguns conceitos importantes associados a tais impactos, que também são particularmente relevantes para o Brasil, e que resultaram na elaboração das 11 metas de desenvolvimento sustentável propostas na Agenda 2030 (Brasil, 2017).
As metas propostas incluem evitar e reduzir significativamente, até 2025, a poluição marinha de todos os tipos, em particular as oriundas de atividades terrestres, que provocam a dispersão de detritos e poluição por nutrientes, com ações ligadas principalmente à disposição, à gestão e ao tratamento de resíduos sólidos, como esgotos e efluentes. As metas incluem também gerenciar e proteger de forma sustentável os ecossistemas marinhos e costeiros, fortalecendo sua resiliência e agindo na sua restauração, a fim de alcançar oceanos saudáveis e produtivos, por meio da conservação de zonas costeiras, consideradas os berçários da vida marinha.
Nessa mesma linha de atuação, até 2030, conservar pelo menos 10% das áreas costeiras e marinhas, de acordo com o direito nacional e internacional e com base nas melhores informações científicas disponíveis é também uma meta (Nações Unidas, 2017). Para controle e monitoramento das mudanças climáticas nesses ambientes, uma das metas é minimizar e abordar os impactos da acidificação dos oceanos pela cooperação científica aprimorada em todos os níveis. Nesse aspecto, os editais europeus no âmbito do programa Horizonte 2020 (programa de financiamento europeu para pesquisa e inovação) já estão estabelecendo redes interinstitucionais e multidisciplinares com o mesmo foco de investigação para aprofundar conhecimentos, elencar prioridades e planejar ações de convivência e redução dos efeitos das mudanças climáticas nos ecossistemas marinhos. A relação ambiente, pessoas e pesca, em todas as suas vertentes, está contemplada em metas específicas.
Algumas delas, até 2020, são: regular a coleta e acabar com a sobrepesca, pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, assim como extinguir as práticas de pesca destrutivas, implementar planos de manejo baseados na ciência, a fim de restaurar os estoques de peixes no menor tempo possível, pelo menos em Vida na água 15 níveis que possam produzir um desenvolvimento sustentável da pesca para as espécies exploradas, além de fornecer acesso para pescadores artesanais em pequena escala aos recursos e mercados. Também pretendem proibir certas formas de subsídios à pesca que contribuam para o excesso de capacidade, sobrepesca, pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, sendo que a negociação dos subsídios para pesca deve ser tratada dentro da Organização Mundial do Comércio (OMC), priorizando-se ações que também benficiem os países em desenvolvimento e menos desenvolvidos (Nações Unidas, 2017).
Em diversas metas percebe-se enorme preocupação com os pequenos estados insulares em desenvolvimento e países menos desenvolvidos. Isso porque, no tratado da Unclos, esses países já estão como público prioritário, a fim de garantirem sua soberania sobre suas áreas de zona econômica exclusiva (ZEE) e mar territorial.
Em virtude disso, até 2030, esses estados poderão aumentar os benefícios econômicos gerados a partir do uso sustentável dos recursos marinhos, inclusive pela gestão sustentável da pesca, pela aquicultura e pelo turismo. Para isso, haverá investimento mundial no aumento do conhecimento científico, da capacidade de pesquisa e transferência de tecnologia marinha, a fim de melhorar a saúde oceânica e aumentar o contributo da biodiversidade marinha para o desenvolvimento desses países. E, por fim, espera-se melhorar a conservação e o uso sustentável dos oceanos e seus recursos por meio da implementação de fato do direito internacional, conforme refletido na declaração final da Rio+20: O futuro que queremos (Nações Unidas, 2012).
Dados e fatos importantes sobre o ODS 14 no Brasil O Brasil possui zona costeira com mais de 500 mil km2 , que abriga 19 metrópoles brasileiras onde vivem 45,7 milhões de pessoas (24% da população do País) (IBGE, 2017). Essa mesma concentração urbana, que impõe pressão sobre os recursos naturais costeiros, é intercalada com áreas de baixa densidade demográfica, habitadas por populações de pescadores e povos tradicionais com intrínseca relação com a biodiversidade marinha (Brasil, 2017).
Por isso, e visando ao potencial econômico dos mares e oceanos, o País tem investido em compromissos ratificados em convenções e tratados internacionais para garantir sua soberania sobre sua ZEE, elaborando e desenvolvendo políticas nacionais voltadas à sustentabilidade de mares e oceanos. Em primeiro lugar, o Brasil empenhou-se em participar das discussões acerca do Direito do Mar, elaborando uma proposta de demarcação para os limites 16 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 14 oceânicos brasileiros que protegesse nossos interesses com relação ao território denominado Amazônia Azul, pela escala e diversidade de suas riquezas, cujo interesse cresceu a partir da descoberta do Pré-Sal (Lima, 2015). Desde então, além de sua participação ativa na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, o Brasil também se tornou signatário das convenções sobre diversidade biológica e mudança do clima (Machado Filho, 2017).
Posteriormente, outras ações vieram na forma de programas e projetos. O programa Oceanos, Zona Costeira e Antártica tem como objetivos principais a formação de recursos humanos, o desenvolvimento de pesquisas científicas para preservação ambiental e para conhecer o potencial mineral e biológico de áreas internacionais e da plataforma continental brasileira, além de fomentar a Política Nacional para os Recursos do Mar (PNRM) que prevê o uso compartilhado do ambiente marinho e a gestão da zona costeira, incluindo seus direitos de exploração (Brasil, 2017).
Outro projeto de gestão integrada da orla marítima, Projeto Orla, é responsável pelo ordenamento do litoral brasileiro (Figura 2), cuja meta é diagnosticar 100% da zona costeira até 2019. A partir das informações levantadas, será possível auxiliar os municípios costeiros no uso e ocupação sustentáveis do espaço terrestre, prevenindo processos erosivos, contaminação de corpos d’água e conflitos sociais entre pesca, turismo, aquicultura e ocupação espacial (Brasil, 2017). Em 2016, foi implementado o Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA) para promover a adaptação do País aos efeitos do clima nas zonas costeiras e marinhas. Também visando à conservação das zonas costeiras, além do fomento das unidades federais de conservação, o governo planeja a consolidação de outras 11 unidades e expansão das áreas protegidas para 5% do território brasileiro até 2019 (Brasil, 2017). Com relação à pesca e aquicultura, além dos financiamentos por meio das agências de pesquisa, do Plano de Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira (PDA) – com mais de 500 milhões de recursos para investimento na área –, nos últimos anos, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e seus parceiros (universidades, institutos, organizações não governamentais – ONGs, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio) fomentaram a elaboração de planos de gestão e manejo de recursos pesqueiros para espécies relevantes e com risco de sobrepesca (lagostas, sardinhas, siris, caranguejos, camarões, tainhas, elasmobrânquios, Vida na água 17 cavalos-marinhos, meros, robalos, garoupas, etc.) com destaque para normativas para a pesca e o monitoramento por satélite das embarcações, com o objetivo de reduzir a vulnerabilidade da fauna marinha (Machado Filho, 2017).
A inserção da Embrapa nas metas do ODS 14 A participação da Embrapa em pesquisas relacionadas aos recursos pesqueiros marinhos começou com a atuação da Embrapa Agroindústria de Alimentos, localizada no Rio de Janeiro, no desenvolvimento de trabalhos com a pesca há mais de 27 anos (Rebelatto Junior et al., 2014). Segundo um levantamento da atuação da Embrapa em pesquisa, desenvolvimento e transferência de tecnologia nas áreas de pesca e aquicultura, existem apenas quatro Unidades da Empresa que trabalham com ecossistemas marinhos e estuarinos: Embrapa Amapá, AP, Embrapa Agroindústria de Alimentos, RJ, Embrapa Meio-Norte, PI, e Embrapa Tabuleiros Costeiros, SE (Rebelatto Junior et al., 2013). Desde 2002, a Embrapa Meio-Norte realiza trabalhos de pesquisa, desenvolvimento e transferência de tecnologias voltados à conservação e ao manejo de recursos pesqueiros estuarinos e marinhos.
Figura 2. Detalhe da ocupação do litoral de Santa Catarina. Foto: Luiz Eduardo Lima de Freitas
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 14 Costeiros articulou-se com uma rede de pesquisa com mais de 20 instituições, que formalizou sua participação nas discussões relacionadas à piscicultura marinha. Também existem diversas ações individuais e projetos locais desenvolvidos ou em fase de execução em outras Unidades espalhadas pelo Brasil, principalmente na pesca, que participam ativamente de projetos para o desenvolvimento da atividade de forma sustentável, como também projetos ligados à biotecnologia marinha, recursos genéticos e processamento de alimentos.
Esses projetos relacionados aos recursos pesqueiros marinhos e estuarinos serão descritos nos capítulos a seguir. Assim, fica claro que a Embrapa já participa de ações que coincidem com as metas do ODS 14.
Prova disso, é que a temática está inserida em diversas metas de seu Plano Diretor (PDE), que estabelece seu mapa estratégico para o período de 2014 a 2034 (Embrapa, 2014). Dentre elas, podemos citar:
1) o desenvolvimento de novas ciências, pois a demanda por conhecimento e tecnologias nessa área é gigantesca;
2) as pesquisas relacionadas aos recursos naturais e mudanças climáticas: totalmente alinhadas às metas previstas pela ONU;
3) o desenvolvimento de sistemas de produção: desenvolver possibilidades de produção de alimentos de qualidade nos mares, evitando-se a superexploração dos recursos marinhos ou mesmo das fontes de água doce; e
4) geração de tecnologias que garantam a segurança dos alimentos, nutrição e saúde: pela importância da qualidade do pescado marinho na exportação, na alimentação humana e na subsistência de inúmeras famílias brasileiras.
Autores:
Fabíola Helena dos Santos Fogaça
Angela Aparecida Lemos Furtado
Carlos Alberto da Silva
Marcos Tavares-Dias
Alexandre Kemenes
Eric Arthur Bastos Routledge
Referências Bibliográficas:
BEIRÃO, A. P.; PEREIRA, A. C. A. (Org.). Reflexões sobre a Convenção do Direito do Mar. Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2014. 589 p. Disponível em:
quarta-feira, 13 de setembro de 2023
Smart Sea > Dia da Limpeza do Mangue de Palhoça.
PALHOÇA, ESTÁ NO MAPA. O INSTITUTO AMBIENTALISTA PALHOÇA MENOS LIXO ESTÁ FAZENDO PARTE DAS AÇÕES DO DIA MUNDIAL DA LIMPEZA, UM DIA DE PROGRAMAÇÃO INTENSA ESTÁ SENDO ORGANIZADO. A PONTE DO IMARUIM ESTÁ NO MAPA DO MUNDO.
O Instituto Ambientalista Palhoça Menos Lixo
(I.A.P.M.L) inovou em sua edição do Clean Up Day de 2023, a ONG conseguiu reunir diversas entidades e estabeleceu parceiros ligados as soluções sustentáveis, definitivamente, 2023, será a sua maior edição da Palhoça Menos Lixo, que há
3 anos realiza em Palhoça com outras ONGs parceiras do Programa Mangue Legal, também idealizado pelos volntários do Instituto.
Para o presidente da Associação dos Pescadores do Rio Imaruí, o "Coxa", explicou; “O Dia da Limpeza do Mangue, é apoiado pelos pescadores, como nosso esforço para chamar a atenção para a crise global de resíduos, especialmente de plásticos. Além de proteger o ambiente é também uma missão de nossos Pescadores, os quais estão mobilizando todos nossos voluntários de limpeza para apoiar esta ação, a qual nos orgulha em fazer parte de algo da dimensão mundial", ainda reforçou, dizendo que os Pescadores fazem limpeza todos os dias do ano trabalhamos para eliminar todos resíduos do nosso meio ambiente de uma vez por todas.”
A ação faz parte do Projeto Limpeza do Manguezal, dentro do Programa Mangue
Legal, que tem objetivos que estão intimamente alinhados na ativação do
movimento ambiental global sob a mensagem – juntos faremos mais pelos
mangues. As três organizações que atuam na estruturação do Programa têm uma extensa rede de parceiros locais. regionais, Estaduais e internacionais, e, é está uniãoque criará conexões mais fortes no movimento ambientalista de
Palhoça e em Santa Catarina.
Este trabalho serve para dar exemplo e motivar mais movimentos sociais com estes objetivos. A missão deste dia é: diversificar, educar e ativar o movimento ambientalista em todo o município e região metropolitana da capital. Será um dia LOCAL com o pensamento GLOBAL, seremos uma grande rede no próximo Sábado, dia 16 de setembro de 2023.
Junte-se ao movimento, confira nossa programação:
🌟PROGRAMAÇÃO DIA MUNDIAL DA LIMPEZA 🌏
16/09 SÁBADO ⏰ 9h
⏰Comunidade da Praia/ Rua Trinta e Dois s/n°
⏰Sede da
Ass. Pescadores da Ponte do Imaruim
⏰️ 08:30 CONCENTRAÇÃO
⏰️ 09:00
INÍCIO ATIVIDADES
⏰ 09:00
às11:00 EQUOTERAPIA CAVALARIA PMSC
⏰ 09:10
CERIMÔNIA DA BANDEIRA (IBOA) GRUPO ESCOTEIROS CAMBIRELA
⏰ 09:45 às
10:45 APRESENTAÇÃO CANIL PMSC
⏰️ 11:00
MUTIRÃO LIMPEZA ORLA PRAIA
⏰️ 11:30
MUTIRÃO LIMPEZA AQUÁTICA NO RIO MARUIM/ MARINHA DO BRASIL
⏰ 12:40
CERIMÔNIA ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES
“CORREDOR SUSTENTÁVEL” - um espaço onde os parceiros irão apresentar projetos e soluções para a sustentabilidade plena da cidade. Propostas para uma cidade socialmente justa e ambientalmente responsável com os nossos amigos e parceiros desde edição:
INSTITUTO AMBIENTALISTA PALHOÇA MENOS LIXO
Com a exposição do EXPOSIÇÃO MUSEU DO MANGUE/MAR
PROJETO TAMAR
Trazendo a EXPOSIÇÃO SOBRE TARTARUGAS
Trazendo um grande EXPOSIÇÃO TRAMENTOS DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS.
I.B.E.R
Com a EXPOSIÇÃO ZERO ATERRO SANITÁRIO (cidades sem lixão)
EPAGRI
DISTRIBUIÇÃO DE MUDAS, SEMENTES, OFICINA DE COMPOSTAGEM E REUTILIZAÇÃO
RESÍDUOS MARICULTURA E PESCA.
PRÓ CREP
EXPOSIÇÃO TRABALHOS MANUAIS E PEV'S PARA ENTREGA VOLUNTÁRIA DE RESÍDUOS
RECICLÁVEIS
ONG AUPA
EXPOSIÇÃO E FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS
IMA - INSTITUTO MEIO AMBIENTE SANTA CATARINA
EXPOSIÇÃO PROGRAMA PENSO LOGO DESTINO
WEEE.DOO
EXPOSIÇÃO PEV PONTO ENTREGA VOLUNTÁRIA RESÍDUOS ELETRO ELETRÔNICOS
GRUPO ESCOTEIRO CAMBIRELA
OFICINAS COM MONTAGEM DE PIONEIRIAS DE MESA E FOGÃO SUSPENSO DE
BARRO
EXPOSIÇÃO PROJETOS PROA E PUMA
ROTARY CLUBE PALHOÇA
EXPOSIÇÃO PROJETOS
ORGANIZAÇÃO
Instituto Ambientalista Palhoça
Menos Lixo
APOIO
Associação dos Pescadores do Rio Imaruim
Associação Educativa Shalom de Santa Catarina
Fonte:
Assessoria de Comunicação da I.A.P.M.L e no
Instagram @PalhocaMenosLixo
sexta-feira, 1 de setembro de 2023
SMART SEA: Programa Mangue Legal.
Projeto Viveiro Interpretativo Pedagógico
Projeto Escola do Mangue
Projeto Limpeza do Manguezal
Projeto de Monitomento do Mangue
Fonte: Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo e Associação Educativa Shalom de Santa Catarina.
terça-feira, 22 de março de 2022
SMART SEA: Palhoça decide conservar seu Manguezal.
Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo lança projeto Mangue Legal
Iniciativa visa promover ações
para conscientizar e mobilizar a opinião pública sobre as áreas de mangue do
município de Palhoça
Na segunda-feira (21 MAR 2022), o Instituto Ambiental Palhoça
Menos Lixo lançou o projeto Mangue Legal, uma iniciativa que visa promover
ações para conscientizar e mobilizar a opinião pública sobre as áreas de mangue
do município de Palhoça.
O encontro foi às 20h30, na sede do Rotary Club de Palhoça, no
Centro.
A reunião de apresentação
contou com a participação de diversas instituições do setor público, privado e
terceiro setor, além de movimentos sociais palhocenses. Entre eles, destacam-se
Diretores de empresas parcerias, presidentes de ONGs que apoiam o movimento do ambientalista
Leo Quint que articula a comunidade para o enfrentamento dos problemas sócios
ambientais que Palhoça vive atualmente. Estiveram presenta a Polícia Militar
Ambiental. No total, pouco mais de 30 pessoas estiveram presentes na reunião.
Além da apresentação, o
encontro foi o ponto de partida do Projeto Mangue Legal, realizado através da
parceria entre o Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo e a Associação de
Pescadores da Ponte do Imaruim.
Segundo a organização, o
Projeto Mangue Legal deve resultar em ações de conscientização “sobre esse
ecossistema, que é o mais produtivo do planeta”. “Contribui para a
biodiversidade de relevância mundial, assegura a integridade ambiental da faixa
costeira e é responsável pelo fornecimento dos recursos e serviços ambientais
que sustentam atividades econômicas”, diz, em nota.
Ainda de acordo com texto do
Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo, tais medidas são importantes pois “os
manguezais no Brasil são vulneráveis a uma série de ameaças, tais como a perda
e fragmentação da cobertura vegetal, a deterioração da qualidade dos habitats
aquáticos, devido, sobretudo à poluição e a mudanças na hidrodinâmica, o que
tem promovido a diminuição na oferta de recursos dos quais muitas comunidades
tradicionais e setores dependem diretamente para sobreviver”.
A organização também reforça
que o Projeto Mangue Legal tem como objetivo trazer o bioma do mangue para o
centro do debate. “Ninguém preserva o que não conhece”, aponta.
Então, com ações
informativas, a iniciativa deverá apresentar à população palhocense
curiosidades sobre a importância dos mangues; o que eles têm a ver com a
história do município; qual o tamanho dos mangues localizados em Palhoça; e
muitos outros dados.
Informações complementares,
bem como a programação futura do projeto Mangue Legal, podem ser consultadas no
perfil do Instituto Ambiental Palhoça
Menos Lixo no Instagram: @palhocamenoslixo.
Imagem: Jornal Palhocense
Digital
Fonte: Assessoria de Comunicação
Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo
Disponível em https://www.palhocense.com.br/noticias/instituto-ambiental-palhoca-menos-lixo-lanca-projeto-mangue-legal
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