quarta-feira, 22 de março de 2023

🚢⚓ Carl Hoepcke - empreendedor da Economia do Mar

 Maior empreendedor da Economia do Mar de Santa Catarina. 


Já se disse, com muita propriedade, que Carl Hoepcke foi o homem mais moderno de Santa Catarina, em todos os tempos, inclusive os atuais.

Nascido em 1844, esse alemão de Striesa imigrou para o Brasil aos 19 anos, acompanhando a mãe e dois irmãos menores.

Estabelecido inicialmente na colônia Blumenau, logo se deslocou para Desterro, hoje Florianópolis, onde iniciou, em 1866, uma rica trajetória nos campos da indústria, do comércio e da navegação, estabelecendo as condições necessárias para a industrialização e o desenvolvimento do Estado de Santa Catarina.

Suas ações se estenderam pelas diversas regiões catarinenses e ultrapassaram as divisas do Estado. Graças ao seu tirocínio e espírito empreendedor, criou um dos maiores conglomerados empresariais do Sul do País. Contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento de Santa Catarina, impulsionando o setor produtivo, através do fornecimento de implementos europeus de ultima linha para a agricultura e para o emergente parque industrial.

Criou a Empresa Nacional de Navegação Hoepcke – ENNH – e com ela distribuiu nos principais portos de Santa Catarina as sementes do progresso e da industrialização. Através dos navios da ENNH forneceu ao território catarinense – penetrando ao norte através de São Francisco do Sul e Joinville, ao sul através de Laguna, Tubarão e Araranguá e ao centro pelo saudoso porto de Desterro/Florianópolis – as máquinas e implementos necessários, levando as novidades comerciais e industriais e voltando com a produção agroindustrial, redistribuindo pelos
mercados consumidores do Estado e fora dele o produto do trabalho da nossa gente.

Teve também atuação marcante no campo social, colaborando com iniciativas culturais, esportivas e educacionais. Foi Cônsul Honorário da Alemanha por longos anos, prestando inestimáveis serviços à comunidade.
Sua primeira esposa foi Bertha Pirath, falecida prematuramente, com quem teve cinco filhos. Em segundas núpcias, casou-se com Anna Haendchen, de cuja união nasceram dois  filhos.

Carl Hoepcke morreu em Florianópolis, como cidadão brasileiro, em 8 de janeiro de 1924.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Smart Sea >> 2023, a economia do mar dos Yachts (big boys).

Nova marina em Itajaí tem capacidade para erguer embarcações de até 220 toneladas.

Nova marina em Itajaí tem capacidade para erguer embarcações de até 220 toneladas


Marina YACHTMAX acaba de iniciar seus serviços em Itajaí neste mês de dezembro. 

O local possui o travel lift, um equipamento único na América Latina capaz de içar embarcações de até 220 toneladas, 170 pés ou 40 metros de comprimento. 

Além disso, a YACHTMAX possui uma carreta para movimentar os barcos dentro do galpão e nas áreas externas.

O travel lift é um guindaste específico para erguer e movimentar barcos.

O investimento foi de R$ 8 milhões. 

A Marina YACHTMAX será um service center náutico no Brasil.

Prevê movimentar a economia em mais de R$ 5 milhões no próximo ano.

Também deve atrair embarcações a vela, tanto do Brasil como de bandeiras estrangeiras.

Com 5 mil metros quadrados de área total e espaço coberto de 1.000 metros quadrados, iniciará o funcionamento com uma equipe especializada para os serviços de içamento, movimentação, docagem e pacotes personalizados para os clientes. 

Com a finalização da estrutura física, ampliará os serviços de limpeza, pintura, acabamento, fundo e manutenções. 

O local vai possuir ainda um centro comercial e espaços para armazenamento durante a estadia das embarcações, além de conveniência self service e vestiários.

Camila Fabre, gestora da Marina YACHTMAX, comenta:

 “A nossa marina de serviços vem agregar e incentivar a economia do mar. O primeiro passo foi trazer um equipamento diferenciado, o travel lift de 220 toneladas, para atender tanto a demanda que já existe quanto abrir o mercado para embarcações de grande porte e até megaiates". 

"Como não havia equipamento capaz de movimentar embarcações acima de 150 toneladas, esse investimento trará reflexos no mercado náutico e em toda uma cadeia produtiva de fornecedores dos mais diversos setores, como peças, equipamentos e insumos. Além de geração de empregos diretos e indiretos”.




Fonte: https://www.noticenter.com.br/n.php?ID=32531&T=nova-marina-em-itajai-tem-capacidade-para-erguer-embarcacoes-de-ate-220-toneladas

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Smart Sea >> Okean do Brasil para o Mundo.

 

Queridinha dos mares: saiba por que a novata Okean cresce cada vez mais no mercado de embarcações de luxo

Forte demanda do mercado externo acelera crescimento do estaleiro catarinense Okean Yatchs, que em apenas seis anos já exportou R$350 milhões.


O potencial do Brasil para ser um grande player do mercado náutico não é novidade. Além de uma costa com mais de 7 mil km, o País tem um interior com volume extraordinário de rios navegáveis, lagos e represas. Essa característica vem impulsionando o setor de embarcações, que movimentou R$ 2 bilhões em 2021, segundo a Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos)Desde o início da pandemia, os estaleiros têm encontrado novos compradores e aumentado as vendas de maneira acentuada. E o interesse pelas embarcações brasileiras não se limita  ao mercado interno. Com seu maior polo de fabricação localizado em Santa Catarina, o Brasil também mostra capacidade de se tornar um importante exportador de toda a cadeia do segmento náutico. 

Entre janeiro e novembro de 2022 foram US$56,37 milhões gerados com exportação de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Entre os fabricantes nacionais que buscam clientes além-mar está a novata Okean, cuja primeira embarcação foi vendida há apenas seis anos. 

O estaleiro reserva 90% de sua produção para exportação e já entregou mais de R$ 350 milhões em iates para diversos países. “A Okean Yachts é uma marca 100% brasileira com grande aceitação e nichos de mercado abertos em várias partes do mundo. 

Já possuímos cerca de 35 unidades navegando em diferentes países”, afirmou o CEO do Grupo Okean, Roberto Paião (ex-diretor da Azimut). A companhia foi criada em Itajaí (SC) pelo empresário paulista Nércio Fernandes, um entusiasta do mundo náutico que ao longo da vida conciliou suas atividades de empreendedor  e navegador. Fundador da Linx, líder brasileira em software de gestão, com 45,6% de participação no concorrido mercado de soluções para o varejo segundo o IDC, ele foi aos poucos transmitindo à família toda a paixão pelo oceano. Até decidir transformar o hobby em negócio e se aventurar na construção de embarcações. Desde o modelo inicial, o mercado externo já estava em vista. Tanto que seu primeiro barco foi vendido nos Estados Unidos — hoje o principal país comprador de iates nacionais, com 54% de tudo que o Brasil exporta no setor. Uma das razões para isso é que o mercado náutico por lá movimenta quase US$ 50 bilhões anualmente, com um público consumidor estimado em 100 milhões de pessoas. 

Os dados são da Associação Nacional de Fabricantes Marítimos (NMMA, em inglês). Depois de fazer a América, a ambição da Okean para 2023 é diversificar os destinos de exportação, chegando a mais países da Europa, ao México e Canadá.

ESPAÇOSO E TECNOLÓGICO O modelo de entrada Okean 52, de 15 metros, segue as tendências internacionais: amplas janelas, plataforma deslizante, abas laterais que ampliam praça de popa e flybridge para a área gourmet. A capacidade de pernoite é para sete pessoas.


Mesmo que ainda não atraque de forma tão frequente nesses píers, a Okean cresce com velocidade. A produção de embarcações em 2022 foi 50% maior que a do ano anterior, chegando a 20 unidades. Há 11 contratos em execução, com apenas duas unidades disponíveis para o final de 2023. Esse aumento de demanda resultou em um faturamento  projetado para este ano de R$ 150 milhões, 30% a mais que em 2021. Para dar conta da produção, a empresa tem investido na ampliação de sua fábrica. Nos últimos cinco anos, R$ 200 milhões foram direcionados ao espaço e para os próximos cinco anos, está prevista 

a expansão em mais 10 mil m² de área construída para a verticalização de produção de fibra  e movelaria.

DESIGN ITALIANO Atualmente, o modelo top da fabricante é o Okean 80, com 24 metros e preço estimado em R$ 30 milhões.Para alcançar a meta de 30% a mais na produção em 2023, uma das apostas é o novo modelo de entrada, o Okean 52, com 15 metros de comprimento. Com projeto do designer italiano Paolo Ferragni, que assina todos os modelos Okean, a embarcação reúne tudo o que não pode faltar em iates de luxo no aspecto tecnológico, em beleza e espaço. Ele acompanha as tendências já adotadas por estaleiros mundo afora, caso das soluções para integrar as áreas internas por meio de janelas que permitem visão 360° e ampliação do espaço de convivência.

É equipado com abas laterais com acionamento elétrico, aumentando a praça de popa, e uma plataforma deslizante, que proporciona mais contato com o mar, mesmo dentro do iate.

Um flybridge com 16 m2 abriga a área gourmet. Tudo isso por um terço do preço de seu irmão maior, já que o Okean 52 custa R$ 10 milhões.

Fonte: Isto É Dinheiro


segunda-feira, 14 de novembro de 2022

TURISMO NÁUTICO. Aceleração Economica de Território.

 Entrevista com Álvaro Ornelas, consultor da OSN CONSULTORIA que voluntariamente COORDENA O GTT NAUTICO SC


                      

ORNELAS afirma que setor náutico de grandes embarcações não sofreu impacto com a crise, e as empresas poderia estar exportando barcos se tivessem mais design, gestão internacional e certificações de qualidade para vendas na Europa e Estados Unidos.

Foto: Marcos Horostecki/ND

Como o Grupo de Trabalho do Turismo Náutico está contribuindo com o Polo Náutico de Tijucas?
– Atualmente são várias frentes de trabalho para o fortalecimento da economia do mar de Santa Catarina, tendo Tijucas como um dos grandes potenciais reais de mercado para auxiliar a indústria, comércio, serviços e turismo náutico. O Grupo de Trabalho Náutico, que é um órgão da Secretaria de Estado de Turismo, está atuando no desenvolvimento do turismo e serviços relacionados à economia do mar, em conjunto com a Fecomércio, FIESC, e principalmente com o apoio do SEBRAE que viabiliza ações de benchmarking e auxiliar na organização  do setor.  
– Porque você acha que isso demorou tanto para acontecer em Tijucas?
Dentro do GT, Tijucas é o case que mais acelerou seu processo de desenvolvimento em toda a Santa Catarina.
-Mas esse potencial é de conhecimento geral bem antes da criação do GT…
Bem, mas foi só em 2013 que o município começou a atuar em conjunto com o governo do Estado nessa questão e começamos a vislumbrar o potencial de Tijucas, trabalhando de forma cooperada. Eu diria que o projeto acelerou muito desde que fomos chamados. Foi muito rápido, em menos de quatro anos houve uma mudança de comportamento e interesse na exploração do grande potencial que tem Tijucas nessa área.
-Pela sua experiência, o que vai acontecer primeiro no Polo Náutico?
O que acontece primeiro é a instalação do Tijucas Marine Center, que é um investimento 100% privado e que já começou a atrair empresas para Santa Catarina. Empresas do Rio de Janeiro, empresas de São Paulo que estão interessadas em um espaço com uma estrutura adequada para recebe-los e que a área localizada de frente para o mar tem plenas condições de oferecer.
E qual seria o potencial do Polo Náutico?
Acredito que Tijucas, nos próximos 20 anos, vai ser uma cidade que vai viver da economia do mar. Vai voltar a viver da economia do mar, porque tem espaço, está geograficamente posicionada entre mercados consumidores, como São Paulo, Porto Alegre e Buenos Aires e é também uma cidade em que os terrenos disponíveis são acessíveis do ponto de vista financeiro, comparado à região metropolitana da Capital e a região do Vale do Itajaí. Então, o potencial das áreas existentes aqui chama a atenção de todo o mercado do mar.
-O problema da boca da barra não prejudica esses investimentos?
Esse problema pode se alimentar e ganhar realmente um valor de mercado, para sensibilizar autoridades para a necessidade de investimento que ele exige. Porque até 2013, fazer os molhes na boca da barra era a única solução, o que é uma inverdade. O potencial da cidade é tão grande, que existe outras alternativas, que já são realidade e que não dependem da solução do problema para atrair um investimento da ordem, por exemplo, de R$ 70 milhões, que é o que vai garantir o Tijucas Marine Center. A estratégia da cidade para o mar é mais importante que a solução da boca da barra.
-E essa estratégia está consolidada?
Sim, porque a cidade procurou o GT Náutico para isso, em 2013. Em 2014 aprovou uma lei de incentivo municipal para atrair empresas. Em 2015 organizou a participação da cidade numa feira internacional. Foi até a Itália mostrar para os italianos que tem o potencial e 2016 tem um investimento privado confirmado que se chama Tijucas Marine Center. Cada ano um passo certo para um resultado consistente. Esse é o principal ganho. A boca da barra continua sendo um problema, mas com esses investimentos a solução dele fica bem mais próxima.
-Sabemos que o mercado náutico é um mercado de capital intensivo, que precisa de grande circulação de dinheiro. Essa situação do País, com a crise, o que ela impacta nesse projeto?
Na náutica, as embarcações de 40 pés em diante nunca sofreram com crise alguma no Brasil. Nunca vão sofrer. Assim como todo o mercado de alto luxo e alto padrão. Nenhuma das marcas de carros, por exemplo, como a Land Rover, sofreu com a crise. Esse segmento é fiel e tem clientes no Brasil de alto padrão que vão continuar comprando. O Brasil não faliu, o Brasil está em crise, é diferente. Claro que tudo abaixo disso não está acontecendo. Aquelas embarcações menores, de 30 pés, 20 pés, as de lazer, essas estão em situação complicada, porque o cidadão não vai deixar de financiar um carro novo para comprar um barco, porque não está sobrando dinheiro. Nós temos um segmento em Santa Catarina que são os estaleiros que produzem as embarcações de lazer, para a pesca e para mergulho, que custam o valor de um carro. Esse segmento sim foi afetado, mas nós acreditamos que logo sairá da crise também.
-Como fica a pesca nesse contexto, já que Tijucas tem uma relação muito forte com ela?
Eu vejo nesse primeiro momento que o potencial de Tijucas inclui as pessoas que residem na cidade e que estão envolvidas no setor, inclusive quem já está no mercado da pesca. Essa cidade respira náutica. Ela já foi náutica no passado e por alguma estratégia do passado ela deixou de ser. De cada dez tijuquenses, oito já estiveram dentro do mar ou conhecem as condições do mar. Isso é matéria prima. Não tem lugar nenhum no planeta que possua esse tipo de mão de obra. O que precisamos é capacita-los, para que eles estejam adaptados às novas tecnologias. Por isso a gente acredita que, talvez no ano que vem já venham os primeiros cursos, em parceria entre o Senai e o governo do Estado.
-Esse núcleo pode vir a ajudar também para que a região se beneficie de alguma forma pelo transporte marítimo?
O Polo Náutico de Tijucas tem tudo para contribuir com isso. Estamos trabalhando inclusive no processo de atrair cruzeiros para a Baía de Tijucas e para a Baia Norte e Baia Sul da região metropolitana. Mas tudo isso está alicerçado em uma carta náutica. E a última de Tijucas é de 1957. Isso custa R$ 800 mil e demora 60 dias para ficar pronto. É como se fosse fazer um asfalto e hoje não temos isso. E isso impacta no transporte aquaviário, importa no setor náutico, na maricultura e na segurança de quem navega. Perdemos muito com isso e estamos trabalhando para que isso aconteça e, no futuro, por exemplo, o polo náutico de Tijucas possa ser usado não só para desembarque de cruzeiros, mas para a manutenção de todas as embarcações que circulam pela região.

Cliente:  Secretaria de Turismo de Santa Catarina | GTT NAUTICO SC
Evento:  Entrevista N                    Data: 25.08.2016


segunda-feira, 7 de novembro de 2022

SMART SEA: Criado o Programa Manguel Legal para Santa Catarina.

Palhoça, será a cidade piloto do Programa Mangue Legal, idealizado pelo Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo de forma voluntária. 

                                   

  

                                        Presidente: Leo Quint, "o amor e a união movem montanhas"

A Associação Educativa Shalom em sinergia com a iniciativa do grupo ANCORA da Economia Do Mar, criou uma "consórcio do bem" em pról da Conservação do Manguezal de Palhoça em Santa Catarina. 

O Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo desenvolveu o projeto Mangue Legal. E fez o lançamento em Março de 2022. O qual agora, granha o nível de PROGRAMA MANGUE LEGAL e passa a contar com quatro projetos e 46 ações distintas para a conservação ambiental dos mangues, são eles:  

(i) Projeto Viveiro Interpretativo Pedagógico 

(ii) Projeto Escola do Mangue  

(iii) Projeto Limpeza do Manguezal > Espaço do Museu do Mangue

(iv) Projeto de Monitomento do Mangue

Agora aquela proposta avança para um programa ambiental, o PROGRAMA MANGUE LEGAL de Santa Catarina. Que une os esfoços de diversas entidades da sociedade civil organizada. 

- Associação Dos Pescadores da Foz do Rio Imaruí 

- Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo 

- Associação Educativa Shalom de Santa Catarina 

- Agência ANCORA da Economia do Mar 

- Rotary Club de Palhoça 

- CDL de Palhoça 

- Policia Militar Ambiental de Santa Catarina 

- Corpo de Bombeiros de Santa Catarina 

e um grande número de voluntários, os quais formam a grande rede de trabalho de conservação para os mangues de Santa Catarina, e, como, piloto - os voluntários e amigos do município de Palhoça. 


 
Voluntária Verônica, da ONG Palhoça Menos Lixo 
em entrevista sobre o lançamento da ideia do Projeto Mangue Legal, Março de 2022. 



PROGRAMA MANGUE LEGAL

OBJETIVO GERAL

Execução, em regime de colaboração com outros órgãos e instituições, de um conjunto de ações que possibilitem a reabilitação ambiental e proteção dos manguezais no Estado de Santa Catarina. 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Elaborar um diagnóstico da situação dos manguezais do Estado de Santa Catarina e realizar o mapeamento das áreas de mangues; 

- Fomentar a implantação de viveiros para produção de mudas nos municípios do litoral alagoano; 

- Realizar ações para reabilitação ambiental de manguezais em áreas selecionadas; 

- Elaborar o plano de ação para conservação da fauna dos manguezais; 

- Realizar ações de educação ambiental direcionadas para a proteção dos manguezais. 

ESCOPO

Considerando que o presente PROGRAMA MANGUEL LEGAL diz respeito às ações que visam ao diagnóstico, recuperação e proteção dos manguezais do Estado de Santa Catarina, espera-se, enquanto resultado do trabalho, o efetivo cumprimento dos objetivos específicos elencados, na busca da conservação dos recursos hídricos, da fauna e da flora, com vistas a mapear a situação dos manguezais, a criação de viveiros, a elaboração do plano de ação para a conservação da fauna, bem como ações de educação ambiental, tudo direcionados à proteção desses ecossistemas. 

NÃO ESCOPO

A priori, o projeto possui caráter educativo, visando a preservação e recuperação das áreas de manguezais, não tendo o condão de adotar medidas coercitivas, porém buscar a responsabilidade civil de quem vive e convive na reagião dos mangues, com foco no Município de Palhoça, e apartir daquela experiência a ser aplicada, replicar de forma adptada aos municípios das Baias Norte e Sul na Região Metropolitnana de Florianópolis e também na Região Metropolitana de Joinville, nos muncípíos que integram a Baia Babitonga. 

Fonte: Instituto Ambiental Palhoça Menos Lixo e Associação Educativa Shalom de Santa Catarina.