Acelerar a ECONOMIA DO MAR no Brasil por meio da troca de informações para gerar mais conhecimento e pesquisas sobre os clusters da INDÚSTRIA, do COMÉRCIO, dos SERVIÇOS e do TURISMO NÁUTICO eles completam o hyperclusters da ECONOMIA DO MAR. Seja bem vindo! Participe! ⚓🚤🛳
quinta-feira, 8 de junho de 2023
terça-feira, 11 de abril de 2023
Smart Sea > Economia do Mar: Metas de Sustentabilidade.
A Agenda 2030, lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, é poderosa e mobilizadora. Seus 17 objetivos e 169 metas buscam identificar problemas e superar desafios que têm eco em todos os países do mundo.
Alvaro ORNELAS*
Por serem interdependentes e indivisíveis, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) demonstram com clareza, para quem se debruça sobre eles, o que é a busca por sustentabilidade. Refletir e agir sobre essa Agenda é uma obrigação e uma oportunidade para as empresas do Brasil atuarem de forma participativa com suas comunidades impactadas - melhor os espaços de viver, conviver e fazer negócios.
A busca incessante por uma sociedade sustentável está no cerne de uma instituição dedicada à pesquisa e à inovação por meio da Ciência Cidadã e da Justiça Sócio-Ambiental.
E a conservação ambiental assim como a capacidade do Planeta Terra em gerar alimentos de forma sustentável são dois enormes desafios que merecem nossas ações diárias pensando no 17 objetivos de forma transversal e contínua.
Quanto mais informações, sobre cada ODS, ajuda a sociedade a perceber a importância das metas/objetivos para a raça humana. Em nossas ações empresarias temos cinco dimensões prioritárias – pessoas, planeta, prosperidade, paz e parcerias –, os chamados 5 Ps da Agenda 2030.
Quando mais conhecimentos, práticas, tecnologias, modelos, processos e serviços que já estão disponíveis podem ser utilizados e replicados em outros contextos a fim de apoiar o alcance das metas e o avanço dos indicadores da Agenda.
Todos fazem parte do que está compromissado todos nos 17 ODS - trabalhamremos com parceiros nas universidades, nos institutos de pesquisa, nas organizações estaduais de pesquisa da Ciência Cidadã, nos órgãos de assistência técnica e extensão na Conservação Ambiental (terra e mar), no Legislativo, no setor privado, nas agências de fomento à pesquisa, nos órgãos federais, estaduais e municipais.
Nosso foco é LOCAL. Nossa rede de cooperação GLOBAL.
Álvaro ORNELAS
Consutor em aceleração economica de territórios da E.B.C. OSN - Discover Brasil
quarta-feira, 22 de março de 2023
🚢⚓ Carl Hoepcke - empreendedor da Economia do Mar
⚓Maior empreendedor da Economia do Mar de Santa Catarina.
Já se disse, com muita propriedade, que Carl Hoepcke foi o homem mais moderno de Santa Catarina, em todos os tempos, inclusive os atuais.
Nascido em 1844, esse alemão de Striesa imigrou para o Brasil aos 19 anos, acompanhando a mãe e dois irmãos menores.
Estabelecido inicialmente na colônia Blumenau, logo se deslocou para Desterro, hoje Florianópolis, onde iniciou, em 1866, uma rica trajetória nos campos da indústria, do comércio e da navegação, estabelecendo as condições necessárias para a industrialização e o desenvolvimento do Estado de Santa Catarina.
Suas ações se estenderam pelas diversas regiões catarinenses e ultrapassaram as divisas do Estado. Graças ao seu tirocínio e espírito empreendedor, criou um dos maiores conglomerados empresariais do Sul do País. Contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento de Santa Catarina, impulsionando o setor produtivo, através do fornecimento de implementos europeus de ultima linha para a agricultura e para o emergente parque industrial.
Criou a Empresa Nacional de Navegação Hoepcke – ENNH – e com ela distribuiu nos principais portos de Santa Catarina as sementes do progresso e da industrialização. Através dos navios da ENNH forneceu ao território catarinense – penetrando ao norte através de São Francisco do Sul e Joinville, ao sul através de Laguna, Tubarão e Araranguá e ao centro pelo saudoso porto de Desterro/Florianópolis – as máquinas e implementos necessários, levando as novidades comerciais e industriais e voltando com a produção agroindustrial, redistribuindo pelos
mercados consumidores do Estado e fora dele o produto do trabalho da nossa gente.
Teve também atuação marcante no campo social, colaborando com iniciativas culturais, esportivas e educacionais. Foi Cônsul Honorário da Alemanha por longos anos, prestando inestimáveis serviços à comunidade.
Sua primeira esposa foi Bertha Pirath, falecida prematuramente, com quem teve cinco filhos. Em segundas núpcias, casou-se com Anna Haendchen, de cuja união nasceram dois filhos.
Carl Hoepcke morreu em Florianópolis, como cidadão brasileiro, em 8 de janeiro de 1924.

- Vista tomada da rua Conselheiro Mafra, onde aparecem edifícios das empresas Hoepcke. Em primeiro plano destaca-se a antiga sede da agencia Chevrolet, espaço hoje ocupado pelo Centro Comercial Aderbal Ramos da Silva (ARS). O edifício em segundo plano ainda se encontra no mesmo local.

- Trapiche e parte dos edifícios que abrigavam a filial da empresa Hoepcke de São Francisco do Sul, fundada em 1903.

- O trapiche da Empresa Hoepcke com os três principais navios da Companhia – O Carl Hoepcke, o Anna e o Max. Os navios cumpriam roteiros regulares em toda a costa brasileira e, mais que isso, integravam a terra e a gente catarinense através de seus portos. Aparece ainda na bela e histórica imagem, o bravo rebocador São Francisco, que dava aos navios e grandes embarcações, suporte operacional para as chegadas e saídas do sempre saudoso porto de Florianópolis.
- Iconografia da velha Florianópolis, mostrando o conjunto de edifícios que compunham a antiga Fábrica de Rendas e Bordados, nos altos da Felipe Schmidt.
domingo, 1 de janeiro de 2023
sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
Feliz Natal !
terça-feira, 20 de dezembro de 2022
Smart Sea >> 2023, a economia do mar dos Yachts (big boys).
Nova marina em Itajaí tem capacidade para erguer embarcações de até 220 toneladas.

A Marina YACHTMAX acaba de iniciar seus serviços em Itajaí neste mês de dezembro.
O local possui o travel lift, um equipamento único na América Latina capaz de içar embarcações de até 220 toneladas, 170 pés ou 40 metros de comprimento.
Além disso, a YACHTMAX possui uma carreta para movimentar os barcos dentro do galpão e nas áreas externas.
O travel lift é um guindaste específico para erguer e movimentar barcos.
O investimento foi de R$ 8 milhões.
A Marina YACHTMAX será um service center náutico no Brasil.
Prevê movimentar a economia em mais de R$ 5 milhões no próximo ano.
Também deve atrair embarcações a vela, tanto do Brasil como de bandeiras estrangeiras.
Com 5 mil metros quadrados de área total e espaço coberto de 1.000 metros quadrados, iniciará o funcionamento com uma equipe especializada para os serviços de içamento, movimentação, docagem e pacotes personalizados para os clientes.
Com a finalização da estrutura física, ampliará os serviços de limpeza, pintura, acabamento, fundo e manutenções.
O local vai possuir ainda um centro comercial e espaços para armazenamento durante a estadia das embarcações, além de conveniência self service e vestiários.
Camila Fabre, gestora da Marina YACHTMAX, comenta:
“A nossa marina de serviços vem agregar e incentivar a economia do mar. O primeiro passo foi trazer um equipamento diferenciado, o travel lift de 220 toneladas, para atender tanto a demanda que já existe quanto abrir o mercado para embarcações de grande porte e até megaiates".
"Como não havia equipamento capaz de movimentar embarcações acima de 150 toneladas, esse investimento trará reflexos no mercado náutico e em toda uma cadeia produtiva de fornecedores dos mais diversos setores, como peças, equipamentos e insumos. Além de geração de empregos diretos e indiretos”.
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
Smart Sea >> Okean do Brasil para o Mundo.
Queridinha dos mares: saiba por que a novata Okean cresce cada vez mais no mercado de embarcações de luxo
Forte demanda do mercado externo acelera crescimento do estaleiro catarinense Okean Yatchs, que em apenas seis anos já exportou R$350 milhões.
O potencial do Brasil para ser um grande player do mercado náutico não é novidade. Além de uma costa com mais de 7 mil km, o País tem um interior com volume extraordinário de rios navegáveis, lagos e represas. Essa característica vem impulsionando o setor de embarcações, que movimentou R$ 2 bilhões em 2021, segundo a Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos)Desde o início da pandemia, os estaleiros têm encontrado novos compradores e aumentado as vendas de maneira acentuada. E o interesse pelas embarcações brasileiras não se limita ao mercado interno. Com seu maior polo de fabricação localizado em Santa Catarina, o Brasil também mostra capacidade de se tornar um importante exportador de toda a cadeia do segmento náutico.
Entre janeiro e novembro de 2022 foram US$56,37 milhões gerados com exportação de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Entre os fabricantes nacionais que buscam clientes além-mar está a novata Okean, cuja primeira embarcação foi vendida há apenas seis anos.
O estaleiro reserva 90% de sua produção para exportação e já entregou mais de R$ 350 milhões em iates para diversos países. “A Okean Yachts é uma marca 100% brasileira com grande aceitação e nichos de mercado abertos em várias partes do mundo.
Já possuímos cerca de 35 unidades navegando em diferentes países”, afirmou o CEO do Grupo Okean, Roberto Paião (ex-diretor da Azimut). A companhia foi criada em Itajaí (SC) pelo empresário paulista Nércio Fernandes, um entusiasta do mundo náutico que ao longo da vida conciliou suas atividades de empreendedor e navegador. Fundador da Linx, líder brasileira em software de gestão, com 45,6% de participação no concorrido mercado de soluções para o varejo segundo o IDC, ele foi aos poucos transmitindo à família toda a paixão pelo oceano. Até decidir transformar o hobby em negócio e se aventurar na construção de embarcações. Desde o modelo inicial, o mercado externo já estava em vista. Tanto que seu primeiro barco foi vendido nos Estados Unidos — hoje o principal país comprador de iates nacionais, com 54% de tudo que o Brasil exporta no setor. Uma das razões para isso é que o mercado náutico por lá movimenta quase US$ 50 bilhões anualmente, com um público consumidor estimado em 100 milhões de pessoas.
Os dados são da Associação Nacional de Fabricantes Marítimos (NMMA, em inglês). Depois de fazer a América, a ambição da Okean para 2023 é diversificar os destinos de exportação, chegando a mais países da Europa, ao México e Canadá.
ESPAÇOSO E TECNOLÓGICO O modelo de entrada Okean 52, de 15 metros, segue as tendências internacionais: amplas janelas, plataforma deslizante, abas laterais que ampliam praça de popa e flybridge para a área gourmet. A capacidade de pernoite é para sete pessoas.
Mesmo que ainda não atraque de forma tão frequente nesses píers, a Okean cresce com velocidade. A produção de embarcações em 2022 foi 50% maior que a do ano anterior, chegando a 20 unidades. Há 11 contratos em execução, com apenas duas unidades disponíveis para o final de 2023. Esse aumento de demanda resultou em um faturamento projetado para este ano de R$ 150 milhões, 30% a mais que em 2021. Para dar conta da produção, a empresa tem investido na ampliação de sua fábrica. Nos últimos cinco anos, R$ 200 milhões foram direcionados ao espaço e para os próximos cinco anos, está prevista
a expansão em mais 10 mil m² de área construída para a verticalização de produção de fibra e movelaria.
DESIGN ITALIANO Atualmente, o modelo top da fabricante é o Okean 80, com 24 metros e preço estimado em R$ 30 milhões.Para alcançar a meta de 30% a mais na produção em 2023, uma das apostas é o novo modelo de entrada, o Okean 52, com 15 metros de comprimento. Com projeto do designer italiano Paolo Ferragni, que assina todos os modelos Okean, a embarcação reúne tudo o que não pode faltar em iates de luxo no aspecto tecnológico, em beleza e espaço. Ele acompanha as tendências já adotadas por estaleiros mundo afora, caso das soluções para integrar as áreas internas por meio de janelas que permitem visão 360° e ampliação do espaço de convivência.
É equipado com abas laterais com acionamento elétrico, aumentando a praça de popa, e uma plataforma deslizante, que proporciona mais contato com o mar, mesmo dentro do iate.
Um flybridge com 16 m2 abriga a área gourmet. Tudo isso por um terço do preço de seu irmão maior, já que o Okean 52 custa R$ 10 milhões.
Fonte: Isto É Dinheiro

















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